segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Obreiros que se candidatam estão frustrados com o ministério?

 
 Obreiros que se candidatam estão frustrados com o ministério?

Postado por Mariano Siqueira 

Estamos vivendo o período pré- eleitoral que antecede o dia 2 de outubro, isto é, quando acontecerão as eleições. 

Na oportunidade, os eleitores irão escolher prefeitos e vereadores para um mandato de quatro anos.
 Se os felizardos nas urnas irão trabalhar pela população, aí é que persiste uma grande dúvida!
 Assim falamos, pois a frustração apenas é reprisada após cada eleição.
 Aliás, pouquíssimas coisas são realizadas, de concreto, em favor daqueles que entregam uma procuração em branco, esperando dias melhores.
 Nas democracias, quem vota pode também ser votado.
 Independente de religião, cor ou posição social, todos estão livres.
 Sendo assim, os evangélicos não devem ficar de fora!
 No entanto, nos perdoem a fraqueza, respeitamos mas discordamos dos obreiros, sejam diáconos, presbíteros, evangelistas, ou de outra nomenclatura ministerial, que se candidatam a qualquer cargo eletivo.
 Não que se comete algum pecado tal atitude.
 Mas, com todo o respeito, deixam-nos dúvidas a chamada ministerial de quem assim procede, quando analisamos 1 Timóteo 3.1; 2 Timóteo 2.3-5.
 Se é que não estamos interpretando errado as citações mencionadas!
 O que os leva a almejarem à política partidária?
 Frustração com a igreja, a fama, busca pelo dinheiro, afinal, o que será?
 Não há entre os congregados e membros pessoas capazes que possam candidatasse, sem haver necessidade da indicação de irmãos do já tão escasso grupo de obreiros?
 Portanto, trocar o púlpito pelo parlamento não é descer a uma posição inferior?
 Além do mais, quantos que cederam e já não mais se encontram pelejando pela fé?

 Pensem nisso!!!

Texto de Tadeu de Araújo

 Postado: 19 de setembro de 2016

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