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domingo, 23 de abril de 2017

Duas pessoas aceitam a Cristo no Culto de Missões da AD Bebedouro

 
 O tema do culto foi: “Conquistando Bebedouro para Cristo”

 Bebedouro
No dia 09 de abril, mais um Domingo Missionário movimentou a congregação da Assembleia de Deus em Bebedouro, liderada pelo pastor Luciano de Aquino. O Departamento de Missões, liderado pelo diácono Mariano Siqueira, preparou uma programação especial para o dia e, ao final, duas pessoas aceitaram a Cristo como salvador.

 As ações iniciaram logo pela manhã com uma consagração, que teve a ministração da palavra pelo presbítero Fábio a cerca de Gideão, fundamentada capítulo 06 do livro de Juízes. À tarde, os irmãos saíram pelas ruas do bairro, evangelizando e convidando os moradores para participarem do culto à noite.

 Como é tradição nas reuniões da Assembleia de Deus, o culto iniciou com um momento de adoração a Deus que envolveu todos os presentes e teve a participação dos conjuntos locais e da banda visitante Kades. O tema escolhido foi: “Conquistando Bebedouro para Cristo”, incentivando os membros para o evangelismo local. Na ocasião, o diácono Mariano expôs o relatório contendo informações sobre o tema e fez uma oração pelo bairro do Bebedouro juntamente com toda a igreja.

 Os presentes também puderam conferir informações e estatísticas contidas em cartazes e fotos fixadas na lateral do templo.

 Votos de missões:

 “Tivemos vários votos para missões. O que mais nos chamou a atenção foi o agradecimento da nossa irmã Mariza Lucas, que agradeceu por dois votos feitos por ela, afirmando que sempre recebe a resposta de Deus. O testemunho inspirou todos os presentes”, comentou o coordenador.

 Mensagem:

 A mensagem da noite foi ministrada pelo dirigente da congregação, pastor Luciano de Aquino, baseada no livro de São Mateus 09.35-38, sobre a compaixão de Jesus Cristo. Ao final da pregação, foi feito o convite àqueles que estavam afastados dos caminhos do Senhor e, para a glória de Deus, duas jovens entregaram suas vidas para Cristo.






























Postado: 23 de abril de 2017

quinta-feira, 20 de abril de 2017

`Apesar das dificuldades, o cristianismo tem crescido na Venezuela´, diz missionária

 
 Aos 17 anos, Junia se converteu ao Evangelho de Jesus e no mesmo ano recebeu seu chamado missionário para a Venezuela


Venezuela

A situação dos cristãos na Venezuela não está fácil. Além de uma forte crise financeira, os crentes em Jesus lidam com o nível de insegurança que está aumentando. Eles clamam por misericórdia, implorando a Deus que intervenha na situação do país. Nessa jornada, uma missionária brasileira está há sete anos na nação latina.

 “São sete anos de trabalho. Sete anos que estamos juntos e eles são de diferentes congregações. Temos unido os nossos esforços e sonhos para estarmos juntos e adorar o nosso Deus”, diz a pastora Júnia Martins fazendo referência aos integrantes de seu grupo de louvor.

 Junia é responsável pelo ministério Gideões 24 Horas na Venezuela. Ela afirma que seu chamado ministerial se deu logo no início de sua conversão. “Viver na Venezuela nasceu quando eu tinha 17 anos. Quando eu entreguei a minha vida para Jesus”, conta.

 “E nesse mesmo ano em que entreguei minha vida para Jesus, escutei a voz de Deus no meu coração através de uma pregação de uma missionária que tinha vivido vários anos em diferentes lugares, em diferentes cidades”, compartilhou.

 Cristianismo

 “Eu senti como se meu coração estivesse queimando, ardendo. E a partir desse dia, Deus falou comigo: 'Eu te levarei a outras nações'. A Venezuela é minha segunda nação. Eu amo o Brasil, mas a Venezuela é minha segunda nação”, explica.

 “O cristianismo lá na Venezuela, graças a Deus, apesar das dificuldades e das crises que temos vivido, tem crescido. A Igreja está crescendo. A igreja está buscando, de uma maneira ou outra, a solução para os problemas e para essa crise que estamos enfrentando lá no país”, finalizou.



Postado: 20 de abril de 2017

Por que Jesus morreu? Conheça quatro teorias sobre a Expiação

 
 "E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou." 2 Coríntios 5:15


Uma das crenças mais fundamentais da fé cristã é que Jesus Cristo, o Filho de Deus, morreu na cruz pelos pecados do mundo. Mas por que ele precisou morrer? Não haveria outra maneira desse pagamento ser feito em favor dos pecadores?

 Ao longo da história do cristianismo, muitas teorias sobre a doutrina da expiação foram propostas para se explicar o porquê da morte de Jesus.

 Essas teorias de expiação, também chamadas de “modelos” ou “perspectivas”, podem se sobrepor e por vezes, difíceis de se distinguir.

 Adonis Vidu, professor de Teologia do Seminário Teológico Gordon-Conwell, em Massachusetts, explica que essas ideias não devem ser consideradas de maneira isoladas. “Cada teoria tenta preservar importantes motivos bíblicos. A discussão contemporânea não é tanto sobre qual teoria é a correta, mas sobre como os vários modelos da expiação devem estar logicamente relacionados uns com os outros”, explica Vidu.

 “Não é necessário restringirmos o pensamento a apenas uma delas. Cada uma afirma verdades importantes, a questão é como todas essas verdades oferecem uma visão coerente e biblicamente fiel da obra de Cristo”.

 Os quatro principais de modelos de expiação defendidos pela maioria dos teólogos são:

 1 – Teoria do Resgate

 Baseia-se na imagem de Jesus sendo oferecido como “resgate de muitos”. Ela defende que o resgate que Cristo pagou para nos redimir foi dado a Satanás, em cujo reino se encontravam todas as pessoas devido ao pecado.

 Essa visão foi sustentada por Orígenes, teólogo de Alexandria que viveu no século II, e depois dele por alguns outros na história antiga da igreja. De acordo com esse ponto de vista, Jesus pagou o preço devido a Satanás pela humanidade, que antes da crucificação do Filho era mantida em escravidão do Diabo.

 Uma variação da teoria do resgate é chamada de “Christus Victor” [Cristo Vitorioso], que apareceu na década de 1930s e salienta a cruz como a vitória de Deus sobre o pecado e a morte.

 Glenn R. Kreider, professor Seminário Teológico de Dallas, acredita “Das teorias substituitivas, a do resgate possui benefício de apoio explícito bíblico. Afinal, Mateus 20:28 e Marcos 10:45 afirmam que Jesus deu a sua vida como um resgate “.

 Contudo, ele faz ressalvas, lembrando que estudiosos têm um problema em achar que Deus “devia” algo a Satanás, o que daria ao anjo caído um poder maior do que é atribuído a ele pelas Escrituras.

 “Ao longo da história da igreja, houve várias tentativas de responder à pergunta: a quem foi pago o resgate? A Bíblia não trata disso, concentrando-se apenas no alto preço de nossa redenção, a vida do Filho de Deus”, ressalta Kreider.

 2 – Teoria da Substituição

 Também chamada de Substituição Penal, essa explicação e suas variações enfatizam o sofrimento de Cristo na cruz como um substituto para a humanidade pecadora.

 Esta teoria considera a expiação de Cristo como um sacrifício vicário e substitutivo, que satisfaz as exigências da justiça de Deus sobre o pecado. Através do seu sacrifício, Cristo pagou a penalidade do pecado do homem, trazendo perdão, imputando justiça e reconciliando o homem com Deus.

 Essa é uma teoria muito popular entre os que seguem a linha do reformador João Calvino, que abordava essa perspectiva em seus escritos.

 O professor Kreider afirma se identificar com ela, pois seria a única “distintamente cristã”. Ele lembra que, desde o início da história da redenção, a substituição é enfatizada nas Escrituras.

 Em Gênesis, “quando Adão e Eva pecaram, Deus matou um animal para oferecer a eles roupas de pele animal”. Além disso, Jesus é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (cf João 1:29), “portanto ele cumpre a tipologia do sistema sacrificial da Antiga Aliança “, sublinha Kreider.

 3 – Teoria do Exemplo

 Ela possui pequenas variações nos teorias do Exemplo Moral e da Influência Moral. Esse modelo se concentra mais na vida de Jesus do que na crucificação ou na ressurreição.

 A teoria do exemplo, à semelhança da teoria da influência moral, nega que a justiça de Deus exija castigo pelo pecado. Ela defende que a morte de Cristo simplesmente nos provê um “exemplo” de como devemos confiar em Deus e obedecer-lhe de modo perfeito, mesmo que essa confiança e obediência nos levem a uma morte horrível.

 A teoria do mero “exemplo moral” é muito criticada por diminuir a importância da divindade de Jesus, bem como a necessidade de que os pecados sejam perdoados.

 O doutor Robbie Crouse, professor do Seminário Knox, aponta que este modelo tem “insuficiências notáveis”. “Vejo que o modelo exemplar está na Escritura, pois devemos seguir o exemplo de Cristo, que se ofereceu na cruz por amor. Mas da perspectiva de Deus redimindo a humanidade pecadora, ela é muito limitada”, argumenta.

 4 – Teoria da Satisfação

 Vista como a precursora da Teoria da Substituição Penal, a Teoria da Satisfação foi desenvolvida por Anselmo, Arcebispo de Canterbury, que viveu entre 1033 e 1109.

 Anselmo argumentava que o pecado do homem, por falhar em render a Deus aquela conformidade a Sua vontade, que as criaturas racionais Lhe devem, insulta a honra de Deus e faz o ofensor responsável por uma satisfação.

 Visto que desonrar o infinito Deus é pior do que destruir incontáveis mundos, até mesmo o menor pecado tem um desvalor infinito, o qual nenhum bem criado pode compensar por meio de uma satisfação.

 Embora a natureza de Deus impeça que Seus propósitos sejam ou possam ser frustrados pela resistência da criatura, Sua justiça requer que Ele não faça vistas grossas para uma ofensa tão grande contra Ele.

 O teólogo R.C. Sproul explica que “Esse ponto de vista tornou-se a peça central da ortodoxia cristã clássica na Idade Média, no tocante à compreensão da igreja sobre a obra de Cristo em Sua expiação”.

 Apesar de ser anglicano, a explicação de Anselmo permanece forte em segmentos dentro da Igreja Católica Romana. Traduzido e adaptado de Christian Post



Postado: 20 de abril de 2017

Muçulmanos estão entregando a Cristo através da fé de crianças, no Iraque

 
 Famílias muçulmanas estão se voltando para Jesus, influenciadas pelo testemunho de crianças que abraçaram o cristianismo através de programas missionários.

Iraque
Famílias muçulmanas que foram deslocadas de suas casas por causa das ações terroristas do Estado Islâmico (EI) estão se voltando para Jesus Cristo, influenciadas pelo testemunho de crianças que abraçaram o cristianismo através de programas educacionais.

 Segundo um representante da organização missionária Christian Aid Mission no Iraque, cerca de 600 crianças participaram dos programas, onde receberam Bíblias e aprenderam mais sobre o Evangelho.

 “Certa noite, pedimos às crianças para contarem a seus pais sobre o que tinham ouvido e compartilhar a história de Jesus com eles”, contou o diretor, que não teve sua identidade revelada por razões de segurança.

 Ele contou a história de Mahmood, um pai que procurou a equipe missionária no dia seguinte para se queixar sobre sua influência por seu filho de 10 anos ter aceitado Jesus.

 “Aquele pai nunca tinha ouvido uma palavra sobre Jesus e nos deu a oportunidade de ensiná-lo sobre a salvação”, continuou o diretor. “Não muito tempo depois, ele aceitou Jesus e levou Bíblias para sua esposa e as duas filhas”.

 O pai do menino ficou tão deslumbrado com sua nova fé que iniciou um estudo bíblico em sua casa todas as sextas-feiras, às 10 horas — no momento em que se inicia as orações muçulmanas.

 Segundo a Christian Aid Mission, muitos outros pais também decidiram aceitar a Cristo depois de serem ensinados por seus próprios filhos, mesmo tendo que enfrentar a resistência da comunidade muçulmana.

 A organização intensificou a ajuda no Iraque para famílias que fogem do terrorismo, fornecendo suprimentos e apresentando a Palavra de Deus.

 “Embora isso seja perigoso, devido às condições de vida nos campos de refugiados, nós estamos oferecendo apoio humanitário aos deslocados — mas a necessidade é muito maior que os nossos recursos”, ele acrescenta.

 De acordo com a organização Voice of the Martyrs, milhares de muçulmanos se converteram à fé cristã no Oriente Médio. “Há milhares vindo para Cristo. Os líderes da igreja acreditam que milhões de pessoas possam ser acrescentadas à Igreja de Cristo nos próximos anos — tal é a fome espiritual e a desilusão com o regime islâmico que existe”.



Postado: 20 de abril de 2017

Cristãos oram durante ataque e leões os livram de terroristas, na Ásia

 
 Os cristãos estavam reunidos na casa de um pastor, na floresta, quando o local foi invadido por terroristas. Os leões surgiram após os crentes clamarem a Deus.


Como se não tivesse testemunhos suficientes de livramentos para compartilhar, o pastor Paul - diretor da organização missionária Bíblias para o Oriente Médio - tem visto e sentindo a mão de Deus o proteger constantemente, de forma sobrenatural e inexplicável.

 Paul já havia sobrevivido a um apedrejamento, liderado por extremistas, após ele realizar uma cerimônia com diversos batismos em uma igreja do sul da Ásia. Enquanto se recuperava de uma cirurgia de emergência, hospedado na casa de seu amigo, Pastor Ayoob, terroristas que já o perseguiam há tempos descobriram seu "esconderijo" e acabaram ameaçando a todos os que participavam da reunião.

 "Meu Senhor ressurreto Jesus Cristo salvou minha vida mais uma vez, e eu louvo e agradeço a Deus por Sua graça indescritível! Certamente não sou digno disso", afimou pastor Paul em um testemunho enviado para o site oficial de seu ministério.

 Mesmo a casa sendo escondida na floresta, os terroristas conseguiram chegar ao pastor ferido, devido às visitas que ele recebia de outros cristãos para orar com eles.

 "Os crentes me visitavam secretamente nesta casa da floresta e realizávamos reuniões de oração juntos. Fiquei lá por cerca de três semanas", explicou.

 "No domingo passado [16 de abril, domingo de Páscoa], estávamos no meio de nossa reunião de oração com o Pastor Ayyoob liderando. De repente, um grupo de terroristas chegou à casa. Eles estavam armados com barras de aço e outros objetos para nos machucar. Não tínhamos ideia do que fazer naquele momento", contou.

 Paul contou que o pastor Ayyoob morava naquela casa, com a esposa, duas crianças pequenas e sua mãe, de 80 anos. Naquela reunião de oração, também havia outros dois cristãos que apareceram para participar daquele culto de oração.

 Paul confessou que naquele momento, o medo e a tensão se abateu sobre todos na casa. Porém decidiram não se intimidar começaram a orar e cantar a Deus naquele momento.

 "Perdendo toda a esperança, pensamos que aquele certamente era o nosso último dia. As crianças que estavam conosco começaram a chorar", relatou. "Todos nos unimos de mãos dadas e repetidamente louvávamos e agradecíamos ao nosso Senhor Jesus Cristo. Nós também continuamente clamamos pelo sangue de Jesus Cristo como nossa vitória. A mulher grávida sofria com dores, mas juntou-se a nós em nossos louvores ao Senhor".

 O que aconteceu em seguida foi algo surpreendente para todos os que estavam naquela casa. Leões saíram do floresta e atacaram os terroristas

 "Ó Senhor Jesus! Louvado seja o Seu Santo Nome. De forma completamente inesperada, um leão correu de dentro da floresta, saltou sobre os militantes e agarrou um deles pelo pescoço. Quando outros combatentes tentaram atacar o leão, mais dois leões correram em direção a eles", relatou.

 "Os militantes aterrorizados fugiram do local e os leões também saíram dali, sem fazer nada contra nós", acrescentou.

 Pastor Paul também lembrou que, "o mais surpreendente é que, segundo registros, leões nunca haviam circulado por aquela floresta".

 Devido à pressão das autoridades, Pastor Paul e a família de Ayyoob tiveram que deixar a casa da floresta, após a tentativa de ataque dos terroristas.

 *Os locais específicos das ocorrências não foram informados pela organização missionária, devido aos riscos de morte que os pastores e suas famílias continuam enfrentando.



Postado: 20 de abril de 2017

DINAMI: Dia Nacional de Missões

DINAMI: Dia Nacional de Missões

Janela 10/40 O Maior Desafio Missionário da Atualidade.

Janela 10/40 O Maior Desafio Missionário da Atualidade.

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