HONDURAS| Pr. Aldo Ferreira inaugura Assembleia de Deus de Quebacho

O pastor Aldo Ferreira enviou esta semana um relatório sobre mais uma conquista da obra missionária em Honduras. No documento, o ministro fala com muita alegria sobre a inauguração do novo templo da...

Achado arqueológico prova existência de personagem bíblico

Um achado arqueológico pode confirmar a existência de um personagem descrito na Bíblia. Um profeta teria previsto a vinda do Messias. No entanto, não há registro da existência dele, a não ser em textos bíblicos ou religiosos. Agora, pesquisadores da Universidade Hebraica em...

AD Bebedouro| Ecos do CONJOAAD reúne mais de 300 jovens

Quatro dias após o CONJOAAD 2018, a 5ª Região Administrativa da Capital retomou as atividades com os jovens neste sábado (17) em um culto em ações de graça denominado “Ecos do CONJOAAD”, realizado na...

SOBREVIVENTE DE ATAQUE NO EGITO VIU O FILHO MORRER

No dia 26 de maio de 2017, o ataque a um ônibus que levava cristãos a um local de adoração em Minia, no Egito, se tornou de conhecimento mundial. Foram mortas 28 pessoas, incluindo duas crianças. Hanan é um dos sobreviventes, mas perdeu o filho e outros membros da família no ataque. Ela mora na cidade rural egípcia de...

SEM PALAVRAS, FÉ É PASSADA DE GERAÇÃO A GERAÇÃO

A mãe de Hannah* era uma verdadeira guerreira de oração da Coreia do Norte. Apesar do marido não cristão e todo perigo ao seu redor, ela orava intensamente e, muitas vezes, em voz alta e até mesmo na neve. Hannah sempre ficava observando sua mãe orar. Como ela falava muito rápido, a única coisa que entendia era “Hanonim, Hanonim”, que significa...

AL-SHABAAB MATA 3 CRISTÃOS, ENTRE ELES 2 PROFESSORES

Dois professores cristãos mais a esposa de um deles foram mortos semana passada por militantes do Al-Shabaab em Wajir, no Quênia. O grupo atacou a escola primária Qarsa, onde os professores Seth Odada e Kevin Shari, vindos de outra região do...

domingo, 3 de junho de 2018

Coreia do Norte mantém cerca de 120 mil prisioneiros; maioria por causa da fé cristã

O Departamento de Estado dos EUA relatou que os prisioneiros são mantidos em campos de trabalhos forçados, nos quais os direitos humanos são violados


Cerca de 80 mil e 120 mil pessoas estão presas em gulags norte-coreanos - campos de trabalho forçado - sendo que a maioria deles foi presos por sua fé, disse o Departamento de Estado dos EUA.

 Na terça-feira, a agência divulgou o relatório sobre Liberdade Religiosa Internacional referente a 2017, que é um mandato do Congresso, um documento anual que descreve o status da liberdade religiosa em todos os países.

 O relatório deste ano classifica a crise dos refugiados de Rohingya, na Birmânia como "limpeza étnica". Também faz uma estimativa do número de pessoas submetidas ao notório sistema de campos de prisioneiros da Coreia do Norte.

 Os fugitivos ao longo dos anos compartilharam os horrores da tortura, do trabalho forçado e do abuso que sofreram nos campos de prisioneiros da Coreia do Norte. As pessoas são presas no que o regime de Kim gosta de chamar de "campos de reeducação" para “crimes” como a adoração em uma igreja que não seja reconhecida pelo Estado ou por desertar do país.

 "O governo continuou a lidar duramente com aqueles que se envolveram em quase todas as práticas religiosas através de execuções, tortura, espancamentos e prisões", afirma o relatório. "Estima-se que 80.000 a 120.000 presos políticos, alguns presos por razões religiosas, seriam mantidos no sistema de acampamentos políticos em áreas remotas sob condições horríveis".

 O Departamento de Estado contou com a expertise de ONGs como a ‘Christian Solidarity Worldwide’ para afirmar que "uma política de culpa por associação era frequentemente aplicada em casos de detenção de cristãos, o que significa que os parentes dos cristãos também foram detidos independentemente de suas crenças".

 "Grupos religiosos e de direitos humanos fora do país continuaram a fornecer inúmeros relatos de que membros de igrejas clandestinas foram presos, espancados, torturados e mortos por causa de suas crenças religiosas", afirma o relatório.

 "De acordo com o [Centro de Base de Dados para os Direitos Humanos da Coreia do Norte], houve um relatório em 2016 de desaparecimentos de pessoas que foram encontradas praticando religião dentro de centros de detenção. ONGs internacionais e desertores norte-coreanos relataram quaisquer atividades religiosas conduzidas fora daquelas que foram sancionados pelo estado, incluindo orações, cantos de hinos e leitura da Bíblia, podem levar a punições severas, incluindo prisão em campos de prisão política", acrescentou.

 Segundo o relatório, uma cristã que desertou depois de passar oito anos na prisão por frequentar a igreja na China por quatro meses, disse a uma ONG norte-americana que ela foi acusada de "praticar o cristianismo" e saber de sua "natureza vergonhosa".

 "Durante seu aprisionamento, as autoridades lhe disseram até uma dúzia de vezes por dia para se arrepender de seu passado e tentar 'lavar' sua mente", diz o relatório. "Ela relatou que outras seis mulheres que estavam presas por frequentar a igreja foram espancadas até a morte ou morreram doentes, porque não tiveram acesso a remédios".

 O relatório também afirma que os cristãos estão "restritos aos degraus mais baixos da classe do sistema songun", pois são vistos como um "meio de invasão ocidental e estrangeira". O sistema songun classifica indivíduos com base na classe social, presumindo apoio do regime de Kim, visões religiosas, antecedentes familiares e outros identificadores.

 Embora a Coréia do Norte tenha se classificado nos últimos 16 anos como o pior perseguidor de cristãos do mundo, o regime também tem como alvo os budistas e suas redes de culto.

 Durante uma coletiva de imprensa na terça-feira, o Embaixador para a Liberdade Religiosa Internacional Sam Brownback apresentou mais detalhes sobre o sistema político penitenciário da Coreia do Norte.

 "O que sabemos é que há um sistema de gulags operando na Coreia do Norte, e tem sido uma situação terrível por muitos anos", disse Brownback. "Você pode ver via satélite, satélite de código aberto, e ver alguns desses acampamentos e a situação. Você tem pessoas que saíram e escreveram sobre a situação na Coreia do Norte".

 A divulgação do relatório acontece no momento em que autoridades dos EUA e da Coreia do Norte tentam ressuscitar uma potencial reunião entre o presidente Donald Trump e o ditador Kim Jong Un. Brownback foi questionado sobre a probabilidade de que as condições de liberdade religiosa fossem levantadas em qualquer reunião entre as autoridades norte-americanas e norte-coreanas.

 "Bem, em certo sentido, já tem com as três pessoas que foram libertadas [que o secretário de Estado Mike Pompeo] trouxe de volta, e eu espero que o presidente esteja certo sobre a Coreia do Norte", disse Brownback, mencionando a libertação dos dos três prisioneiros americanos na Coreia do Norte.

 "Ele está muito envolvido com isso, como você sabe. A secretária está muito envolvida com isso. E eu acho que eles estão levantando todas essas questões. Mas as três primeiras pessoas que eles trouxeram foram pessoas que tinham sido presas na Coréia do Norte, e então isso é uma questão de discussão ", acrescentou.


Postado: 03 de junho de 2018

Pastor é morto por extremistas, mas ressuscita e continua evangelizando aldeia

O pastor foi espancado até a morte, mas seus perseguidores testemunharam o poder de Deus ao vê-lo ressuscitar


Um pastor da Índia foi espancado a mando de extremistas hindus até a morte. Mas enquanto os cristãos de sua comunidade choravam por sua morte, ele ressuscitou e seus perseguidores foram tomados pelo temor a Deus. As informações são da organização Portas Abertas.

 Quando os nacionalistas hindus souberam que o ministério do pastor Tilak havia levado 40 famílias a Cristo, eles chamaram os naxalitas — um grupo de militantes comunistas na Índia — para silenciá-lo.

 O pastor foi raptado pelo grupo, mas se recusou a abandonar sua fé. Por isso, teve as mãos e pernas amarradas e foi espancado com uma vara grossa, enquanto era forçado a subir uma montanha. Sem forças, Tilak desmaiou e os naxalitas não conseguiram mais encontrar sinais vitais.

 Tranquilizados por terem feito seu trabalho, após um médico do grupo confirmar a morte do pastor, os homens jogaram seu corpo em uma vala. Depois do assassinato, eles foram até a comunidade dos cristãos para debochar: “Assim como o seu Jesus foi espancado e morto, matamos o pastor de vocês. O corpo está em uma vala na floresta. Encontrem e enterrem”.

 Muitas famílias cristãs foram em busca do corpo do pastor e, quando encontraram, voltaram para a casa o carregando em lágrimas. Enquanto os cristãos da região se reuniam em torno do pastor para lamentar sua morte, algo inexplicável aconteceu.

 Aos poucos, o corpo de Tilak começou a se mover e seus olhos passaram a se abrir. Quando seus perseguidores ouviram a notícia, correram para ver o pastor vivo e ficaram em estado de choque.

 Missão

 Depois de tudo o que vivenciou, nada mais calou o pastor Tilak. Por isso, os aldeões hindus voltaram a criticá-lo, mas desta vez os naxalitas tiveram medo de voltar a torturá-lo. Então, eles o levaram para a floresta secretamente e o disseram para fugir, ameaçando matar toda a sua família se não seguisse as ordens.

 “Saí da aldeia com a minha família de uma vez, pois eu sofri uma tortura extrema há um ano. Eu não queria o mesmo para minha família”, contou Tilak a um parceiro do ministério Portas Abertas.

 Cerca de seis horas depois, Tilak chegou com sua família a uma aldeia em outro estado e recebeu a ajuda de um homem, que vivia em uma cabana.

 “Ele tinha me visto quando eu ministrava em torno da minha aldeia”, conta Tilak. “Ele ouviu minha pregação e desenvolveu a fé em seu coração. Ele trabalhava como pedreiro. Ele era um homem muito pobre, mas com um grande coração”.

 Hoje, depois de mais de um ano, Tilak e sua família moram na mesma cabana e dividem espaço com a família do homem. O pastor tem receio de pregar o Evangelho como antes para manter a sobrevivência da família, mas tem sido encorajado por missionários.

 “Sempre que passamos por sofrimento e dor, é para a glória do Senhor. Quando deixarmos o mundo e formos para o céu, não haverá mais dor e tristeza. É por isso que precisamos nos concentrar no Senhor agora”, observa.

 * Os nomes apresentados são fictícios, por razões de segurança.


Postado: 03 de junho de 2018

Conheça o testemunho de jovem cristão ex-muçulmano

O etíope Ibrahim é perseguido pela própria família, que deseja matá-lo por causa da fé em Cristo


Hoje, você vai conhecer a história do cristão ex-muçulmano Ibrahim*, um etíope de 20 anos. Ele cresceu em uma família que o ensinou que matar cristãos era bom. “Eles me ensinaram que isso era uma ‘passagem direto para o céu’”, afirma. Mas a cruz sempre fascinou Ibrahim e, secretamente, ele começou a frequentar uma igreja evangélica. “Finalmente entendi que a cruz não era apenas um símbolo cristão, mas minha salvação, minha ‘passagem gratuita’ para o céu”, testemunha o cristão.

 Quando entregou a vida a Jesus, Ibrahim sabia que sua conversão traria vergonha para a família e que seus pais não teriam outra resposta senão buscar matá-lo. Por isso, manteve a fé em segredo. “Quando ia à igreja, dizia para os meus pais que estava indo para o futebol”, diz. Até que um dia seu pai descobriu que não houve partida de futebol e disse que outros contaram para ele que Ibrahim estava indo à igreja. “Então eu fugi somente com a roupa do corpo. Fiquei na rua por um tempo, depois um evangelista disse que eu podia ficar com ele. Fiquei na casa dele sete meses, até que um parente me descobriu. Ele sabia exatamente onde eu morava, onde trabalhava e a igreja onde ia, e contou para o meu pai onde me encontrar”, relata.

 O pai de Ibrahim foi até o seu local de trabalho e, gritando, o ameaçou em público. Ele fugiu novamente só com a roupa do corpo. Foi então que conheceu uma pessoa da Portas Abertas que arranjou um lugar para ele ficar. “Até agora vivo me escondendo, porque meus irmãos estão me procurando para matar a mim e ao evangelista que me protegeu. Mas não vou voltar atrás. Antes de conhecer Jesus, eu odiava as pessoas. Quando entreguei minha vida a ele, tive que deixar minha casa e tudo o que amava. Então comecei a amar as pessoas e minha vida se encheu de paz”, conclui.

 Ibrahim participou de uma recente viagem do ministério de jovens da Portas Abertas na Etiópia, onde conheceu outros jovens cristãos perseguidos e pôde trocar experiência com eles. Ore por esse jovem cristão perseguido, para que fique firme e cresça a cada dia na graça e no conhecimento de Cristo Jesus.

 *Nome alterado por segurança.


REPÚBLICA DEMOCRÁTICA FEDERAL DA ETIÓPIA


  •  Fonte de Perseguição: Opressão islâmica
  •  Capital Adis Abeba 
  • Região África Subsaariana
  •  Lider Hailemariam Desalegn
  •  Governo República parlamentarista
  •  Religião Cristianismo Ortodoxo
  •  Pontuação 62
 POPULAÇÃO
 104.3 MILHÕES

 POPULAÇÃO
 CRISTÃ 61.9 MILHÕES

Postado: 03 de junho de 2018

5ª Região| Seminário para líderes de EBD reúne cerca de 600 pessoas

O evento teve o apoio da Faculdade de Filosofia e Teologia de Alagoas – FAFITEAL


A 5ª Região Administrativa da Capital, coordenada pelo pastor Luciano de Aquino, realizou o 1º Seminário de Lideres de EBD com o apoio da Faculdade de Filosofia e Teologia de Alagoas (FAFITEAL). O evento aconteceu nos dias 19 a 20 de maio e teve a presença de 600 participantes inscritos nos dois polos.

 Segundo o pastor Luciano de Aquino, o seminário buscou despertar a igreja para investir no ensino da Palavra de Deus. Os pastores Tony Duarte, Adilson Junior, Elizeu Gomes, Jaison Nicácio, e as professoras Tia Elielza, Cláudia Tenório, Jozenita Marinho. Josineide Marinho e Tia Elúzia foram os palestrantes.

 “O texto de Cl 1.9 norteou a programação das palestras. A igreja do Senhor foi muito edificada nestes dois dias de evento, o Espírito Santo se fez presente em meio ao povo e a glória de Deus marcou muitas vidas”, informou um participante.































































Postado: 03 de junho de 2018

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