sábado, 15 de outubro de 2016

AS IGREJAS PRECISAM DE REPRESENTANTES POLÍTICOS?

 
  AS IGREJAS PRECISAM DE REPRESENTANTES POLÍTICOS?


Postado por Mariano Siqueira 


“POLÍTICOS” DENOMINACIONAIS RELIGIOSOS

 Nos dias atuais, temos visto muitos pseudo-políticos, denominando-se ou pleiteando ser o candidato de denominação religiosa A ou B.
 Muitos deles prometendo ser a pessoa ideal para representar essa ou aquela igreja.
 Muitos fiéis tem acreditado nisso e muitos homens tem sido eleitos com esse discurso.
 Dizem eles, que a “igreja” precisa ter alguém por ela, para defender interesses de tal agremiação junto ao poder público.
 Alguém, que possibilite e facilite os trabalhos daquela denominação junto à sociedade.
 Sejamos sinceros: será que realmente precisamos em nosso país, de políticos corporativistas?
 Será que o Brasil precisa de representantes que se limitem a olhar unicamente para o seu curral eleitoral?
 E, no tocante ao tema em apreço, será que a igreja precisa mesmo de homens para defendê-la?
 Definitivamente NÃO!
 Entendemos que cada denominação religiosa, independente de seu credo, possui algo peculiar a cada uma delas: a sua fé.
 E essa fé, move seus fiéis e seus líderes a conduzir-se independente de decisões políticas, quer sejam favoráveis ou não.
 Logo, sabe-se que qualquer tentativa de alguém lançar-se com esse propósito de ser o “representante” de tal denominação religiosa, como agente público, denota-se interesse obstinado de se obter “privilégios”, regalias, representações e facilitações através da ocupação de uma cadeira no poder parlamentar ou executivo.
 Isso não é política, isso é “politicagem”.
 O propósito da real da política, é o bem comum.
 Ou Seja, a coletividade como um todo.
 Um vereador ao ser eleito, ele não é um representante de grupo A ou B, ele deve ser o representante da cidade como um todo, um legislador, que tem compromisso com todas as necessidades da cidade a qual o elegeu.
 Fiscalizando, cuidando, zelando, implementando medidas de melhorias na cidade.
 A mesma coisa serve para o deputado estadual ou federal, senadores, prefeitos, governadores e presidentes.
 O propósito, deve ser cuidar de pessoas, independente de sua cor, de seu credo religioso, e de sua condição social.
 Tal político, não pode, nem deve apenas se limitar a passar quatro anos cuidando do seu curral eleitoral visando à próxima eleição.
 Olhar para todos os cantos da cidade, do Estado e do País, e ter em mente que sua visão deve está voltada para os mais diversos ângulos e necessidades gritantes que se apresentam em nossa nação.
 NÃO.
 As denominações não precisam de representantes como agentes públicos “particular”.
 Tal afirmação pode até parecer um paradoxo, mas me parece que é isso, estão sugerindo, e de fato já estamos presenciando agentes públicos que representam interesses de grupos Isolados.

Texto de Pb. Oliveira

  Postado: 15 de outubro de 2016

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