quarta-feira, 28 de junho de 2017

Milhões de muçulmanos se entregam a Jesus todos os anos, segundo pesquisas

 
 Missionários de diversos países dominados pelo islamismo estão relatando o aumento das conversões de muçulmanos e seus impactantes testemunhos


Ninguém pode negar isso nos últimos anos: milhões de muçulmanos em todo o mundo têm se convertido ao cristianismo, todos os anos. Uma vez que provam do amor amor de Deus, logo percebem que a verdadeira liberdade só pode ser encontrada em Cristo.

 Muitas organizações missionárias, incluindo a 'Bíblias para o Oriente Médio', se envolvem em ações de evangelismo entre os muçulmanos. Por preocupação com a segurança dos missionários e também dos novos convertidos em algumas regiões, não é possível publicar todos os detalhes. Aqueles que se convertem nessas áreas de risco, muitas vezes precisam manter sua fé em segredo para sobreviver.

 Esta preocupação com a segurança prova a maior complicação na avaliação do número de muçulmanos que se convertem ao cristianismo nas nações de maioria islâmica, de acordo com Albert W. Hickman, do Centro para o Estudo do Cristianismo Global.

 "Muitos desses novos convertidos mantêm sua fé cristã em segredo. Alguns deles estão bastante isolados, sem conhecer outros cristãos", afirmou Hickman. "Outros fazem parte de igrejas domésticas que consistem exclusivamente em receber os convertidos que desejam manter sua fé em segredo. Essas igrejas domésticas individuais podem ser parte de redes bastante extensas, embora a maioria dos membros individuais desconheça exatamente o quão extensas elas são".

 A violência contra os convertidos ao cristianismo está ligada à crescente onda de intolerância aos cristãos no mundo islâmico, de acordo com o grupo de vigilância sobre perseguição religiosa 'Portas Abertas'.

 O site 'Muslim Statistics' informa que "uma importante distribuição cristã forneceu evidências em vídeo de seus dados de usuários em todo o mundo, o que prova que um enorme 350 milhões de muçulmanos vivem suas vidas externas como muçulmanos, na superfície, mas se converteram secretamente ao cristianismo".

 Em dezembro de 2001, Sheikh Ahmad al Qataani, principal clérigo saudita, apareceu em uma entrevista ao vivo na televisão por satélite Al-Jazeerah para confirmar que, com certeza, os muçulmanos estavam se voltando para Jesus em números alarmantes.

 "Em cada hora, 667 muçulmanos se convertem ao cristianismo", advertiu Al Qataani citando estatísticas de pesquisas da época. "Todos os dias, 16.000 muçulmanos se convertem ao cristianismo. Todos os anos, 6 milhões de muçulmanos se convertem ao cristianismo".

 Atordoado, o entrevistador interrompeu o clérigo: "Espere! Deixe-me ver se entendi direito. Temos seis milhões de conversões do Islã para o cristianismo?".

 Al Qataani repetiu sua afirmação e completou o entrevistador: "Todo os anos". A entrevista já foi removida do site da Al-Jazeerah, mas pode ser vista na íntegra em sites, como o próprio 'Muslim Statics'.

 Centenas de milhares de muçulmanos se voltaram para Cristo em Bangladesh, Índia, Indonésia, Tailândia, Malásia, Cingapura, Paquistão, Maldivas, Egito, Marrocos, Líbia, Tanzânia, Camboja, Somália e muitos outros países asiáticos e africanos. A organização Bíblias para o Oriente Médio tem cerca de 150 equipes de missionários evangelizando em diferentes nações asiáticas, africanas e do Oriente Médio. Dessas, 20 são lideradas por mulheres e muitas mulheres muçulmanas acabam se convertendo, também por isso.

 Outro grande número de muçulmanos que se voltaram para Cristo na Arábia Saudita, Kuwait, Omã, Catar, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Palestina agora congregam em igrejas subterrâneas. Muitos milagres de cura, libertação e até ressurreições dentre os mortos foram relatados aos missionários da 'Bíblias para o Oriente Médio'.

 Escolhendo seguir a Jesus

 No Sudão, apesar de um regime islâmico radical e um genocídio em curso que matou mais de 200 mil, mais de um milhão de islâmicos se converteram desde 2000 e cerca de cinco milhões se tornaram cristãos desde o início dos anos 90. Seminários estão tendo suas aulas ministradas dentro de cavernas para treinar pastores que liderem este grande número de pessoas que se têm se convertido. Mas por que tem ocorrido um despertar espiritual tão notável nesses países, nos últimos anos?

 Segundo um líder evangélico do Sudão, o que pode ajudar a explicar este fenômeno é que "as pessoas viram como o Islã é na realidade, e elas acabam optando por seguir a Jesus em vez do islamismo".

 Um dos acontecimentos mais notáveis é que muitos muçulmanos - incluindo xiitas no Irã e no Iraque - estão tendo sonhos e visões de Jesus e, assim, estão indo às igrejas, para explicar que já se entregaram a Jesus e agora precisam de uma Bíblia para saber mais sobre a vontade de Deus para suas vidas.

 Segundo a organização Bíblias para o Oriente Médio, "este é o cumprimento da profecia bíblica do livro de Joel, que diz: "E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e vossos filhos e vossas filhas profetizarão, os vossos velhos terão sonhos, os vossos jovens terão visões. E também sobre os servos e sobre as servas naqueles dias derramarei o meu Espírito. E mostrarei prodígios no céu, e na terra, sangue e fogo, e colunas de fumaça. O sol se converterá em trevas, e a lua em sangue, antes que venha o grande e terrível dia do Senhor. E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo; porque no monte Sião e em Jerusalém haverá livramento, assim como disse o Senhor, e entre os sobreviventes, aqueles que o Senhor chamar".

 Embora a perseguição contra os cristãos em Bangladesh esteja em ascensão, o mesmo acontece com o número de muçulmanos que se convertem para o cristianismo.

 "Quando eu comecei meu ministério em Kurigram, havia apenas uma família cristã de origem muçulmana", diz o pastor Faruk, de Bangladesh, que se converteu do islamismo ao cristianismo em 1995. "Agora, quase 1.500 cristãos de origens muçulmanas estão glorificando a Deus nessa Área". Até 100.000 muçulmanos em todo o país se converteram ao cristianismo nos últimos seis anos.

 "A perseguição virá mais, mas nós, cristãos, estamos prontos para enfrentá-la", acrescentou Pastor Faruk.



Postado: 28 de junho de 2017

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