Os cristãos do Níger enfrentam diariamente o desafio
de dar bom testemunho e de resistir às pressões em um país de maioria
muçulmana
Níger
A violência anticristã ficou ainda mais intensa no Níger, após a publicação do jornal satírico francês, Charlie Hebdo, que colocou em exposição a imagem do profeta Maomé chorando, em janeiro do ano passado, o que mundo islâmico considerou ser uma provocação. Os protestos começaram em Zinder, a segunda maior cidade do Níger, e rapidamente se espalharam para outras regiões, incluindo Niamey, capital do país.
Segundo um líder de uma igreja local, os políticos estão mais preocupados com os preparativos para as eleições de 2016 e com a luta que estão enfrentando com o Boko Haram, do que com as igrejas que estão sendo abandonadas. Além das necessidades materiais, os cristãos também precisam de apoio psicológico, porque estão sofrendo muito com todas as perdas.
A resposta da comunidade cristã, em meio aos ataques e perseguições que tem enfrentado é “perdoar e esquecer, amar os muçulmanos de todo o coração, manter a fé e amar a Cristo como nunca antes”.
Postado: 11 de agosto de 2016




















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