Festividade das senhoras na AD Novo Mundo é marcada com mover do Espírito Santo e vidas para Cristo

No último domingo, 22 de setembro, a Assembleia de Deus em Novo Mundo comemorou o 38º aniversário do Círculo de Oração e do departamento de senhoras Cânticos dos Fiéis. O culto festivo foi marcado por momentos de louvor e adoração, com a...

Cuba passa por pior crise desde 1990

De acordo com a organização El Clarín, Cuba enfrenta a pior crise no país desde 1990. Faltam alimentos, remédios, combustíveis e os cortes de energia têm sido frequentes. Tudo isso somado a crescente inflação e queda na produção agrícola...

Jogral: Peregrinos em uma Terra Estranha – A Jornada do Cristão Rumo à Pátria Celestia

Nesta terra somos apenas peregrinos. Andamos por caminhos de provação, mas o nosso destino é o céu. Aqui não é o nosso lar, pois buscamos a pátria celestial que nos espera além deste mundo passageiro...

Jogral: "Do Getsêmani à Ressurreição – O Propósito da Cruz"

Tema central: A trajetória de Jesus do Jardim do Getsêmani até a ressurreição, com ênfase no propósito da crucificação e da ressurreição – a salvação da humanidade...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

(Todos entram e formam um semicírculo. Silêncio e expectativa no ar. O ambiente está tenso, refletindo os tempos de tribulação.) 1º Participante: (Solene e reflexivo) "Os dias estão mais escuros... O que estamos...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

Maior é Jesus! Maior que a vida, maior que a dor, maior que qualquer poder! Nada nem ninguém pode se comparar a Ele! [Pessoa 1 – Firme e impactante] Maior que a vida que passa, Ele é o Eterno! A vida...

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Al-Qaeda anuncia fim de ultimato e considera cristãos "alvos legítimos"

Al-Qaeda


IRAQUE (17º) - A Al-Qaeda no Iraque anunciou nesta quarta-feira que os cristãos são "alvos legítimos", depois do fim do ultimato à igreja copta do Egito para libertar duas mulheres, informou o Centro Americano de Vigilância de Sites Islamitas (SITE).

Ao reivindicar o ataque contra uma igreja de Bagdá no domingo, o Estado Islâmico do Iraque (ISI) deu prazo de 48 horas à Igreja copta do Egito para libertar duas cristãs convertidas ao islã que segundo a organização estão "encarceradas em mosteiros" deste país.

"O ultimato expirou (...) Portanto, todos os centros, organizações, instituições, dirigentes e fiéis cristãos são alvos legítimos para os mujahedines, onde puderem ser alcançados", afirma um comunicado.

No ataque de domingo contra a catedral siríaca católica de Bagdá, 46 fiéis morreram e 60 foram feridos. Sete integrantes das forças de segurança também faleceram na invasão para acabar com a tomada de reféns.


Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 03 de novembro de 2010

Resgate em igreja acaba com 52 mortos em Bagdá

Familiares choram diante do caixão de um dos mortos pela ação dos terroristas na igreja Nossa Senhora da Salvação, em Bagdá

IRAQUE (17º) - A agonia dos cristãos do Iraque é interminável. Na igreja de Nossa Senhora da Salvação, no bairro central de Karrada, em Bagdá, 52 pessoas morreram – a maioria entre a centena de fieis reunidos para a missa dominical – quando a polícia invadiu o templo em uma arriscada operação de resgate para liberá-los de terroristas. Sete agentes, e cinco sequestradores estão entre os mortos – outros três seqüestradores foram presos. Os dados eram imprecisos ontem porque várias das 70 pessoas que ficaram feridas estavam em estado grave.

Esta igreja, que já foi atacada em 2004, é uma das mais populares de Bagdá. Tem um jardim descuidado com uma gruta da Virgem, um andar superior com o escritório do pároco e terraços que conduzem ao nível superior onde está o altar. Pertence à comunidade siríaca católica, a terceira mais importante do país.

Em um comunicado divulgado pela internet, o grupo denominado Estado Islâmico do Iraque, vinculado à Al Qaeda, assumiu a responsabilidade pelos cem reféns. Exigia a liberdade de todos os seus integrantes presos nas cadeias do Iraque e também do Egito, com ênfase no caso de duas mulheres muçulmanas retidas em um monastério copta do Egito. Afirmaram na mensagem que os cristãos iraquianos seriam "exterminados" se as mulheres não fossem libertadas.

O ministro da Defesa, que faz parte do governo que está deixando o poder, já que ainda não se conseguiu formar um novo gabinete no país, decidiu tomar a igreja depois de horas de inúteis contatos com os terroristas. "Era impossível esperar mais tempo porque os terroristas queriam assassinar a muitos de nossos irmãos sequestrados", disse o general Abdu Qadr al Obeidi.

Os agentes, que haviam cercado o templo, conduziram a invasão, convertida numa carnificina. Os terroristas e os policiais se enredaram em disparos em meio aos fieis sequestrados. Desta vez, o exército dos Estados Unidos, que fez sua retirada formal no verão passado, não foi visto nas redondezas da igreja.

Segundo o ministro, a interceptação de chamadas dos celulares dos terroristas dá a entender que não havia iraquianos entre os sequestradores. Muitos deploraram a forma como se consumou este resgate tão sangrento.

A igreja era notoriamente mal vigiada. Quando a visitei, recentemente, pude estacionar com facilidade junto ao portão, onde havia apenas um policial. O padre, assassinado assim que os terroristas entraram no templo, foi prudente na ocasião ao responder minhas perguntas sobre a situação de angústia em que viviam os cristãos desde a queda de Sadam Husein. Não quis fazer nenhuma acusação.

Em 2008, os ataques contra cristãos de diversos ritos custaram a vida de 40 pessoas e provocaram um novo êxodo na cidade de Mosul. A nova Constituição reconhece os direitos de culto e ensino, mas estabelece também que "nenhuma lei poderá ir contra as regras do Islã". Ainda que a presença dos cristão seja muito anterior a dos muçulmanos, eles ficaram expostos aos defensores da jihad, que os consideram simpatizantes do Ocidente.

Essa comunidade, vinculada por suas crenças ao Ocidente cristão e por sua comunhão cultural com o Oriente muçulmano, sofre há décadas com as guinadas da história contemporânea. Depois deste atentado, o êxodo deve aumentar ainda mais. Há duas décadas havia 1 milhão de cristãos no Iraque. Hoje, eles estão reduzidos à metade disso.


Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 03 de novembro de 2010

Radicais hindus atacaram cristã grávida no funeral de sua filha

Culto em uma igreja na Índia


ÍNDIA (26º) - Radicais hindus agrediram severamente uma cristã grávida no funeral de sua filha em Orissa, Índia. Os radicais, que recusam que cristãos sejam enterrados na vila, atacaram no funeral com facões e bastões.

Até a publicação desta reportagem, Sonadei, a mulher grávida atacada, estava sangrando seriamente sem recebido ajuda médica já que não há nenhum hospital em Bendaguda, a vila onde o ataque ocorreu.

O pastor Vijay Kumar, que também foi atacado no funeral, disse a ICC que as vítimas estavam aterrorizadas e se esconderam em uma casa com o corpo em decomposição do bebê, temendo o que poderia acontecer a eles naquela noite. Ele pede por oração.

O coordenador regional da ICC para o sul da Ásia, Jonathan Racho, declarou: “Nossos corações estão partidos por ouvir a necessidade de Sonadei e dos outros cristãos atacados. É muito triste que ela tenha sofrido este ataque no dia que estava enlutada pela morte de sua filha bebê. Este ataque horrível e desumano realizado pelos radicais hindus não pode ficar impune. Pressionamos a polícia indiana para que fosse imediatamente ao local proteger os cristãos e prender os criminosos.”

A ICC tem auxiliado assistência financeira para ajudar Sonadei com suas despesas médicas.

Pedidos de oração:

• Ore para que Sonadei e sua criança que ainda não nasceu sobrevivam e tenham o atendimento médico de que precisam.
• Ore pelos outros cristãos que agora estão escondidos.
• Ore pelas autoridades, para que haja justiça.
• Ore pelos agressores, para que conheçam e reconheçam a Cristo como Senhor e Salvador.


Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 03 de novembro de 2010

Pr. Orisvaldo alerta sobre prejuízos de quem falta os cultos

Santa Ceia do Senhor no templo-sede


O pastor José Orisvaldo Nunes de Lima, vice-presidente da Convenção dos Ministros da Assembleia de Deus em Alagoas (Comadal), preferiu alertar a igreja, na noite desta terça-feira (2), acerca de um mal que está, aos poucos, se infiltrando. Antes da celebração da Santa Ceia, no templo-sede, ele comentou sobre a atitude de alguns crentes em deixar de participar dos cultos.

Os prejuízos para quem se ausenta da igreja por muito tempo foi a temática da mensagem. Para isso, o ministro citou personagens bíblicos que perderam o desejo de estar na congregação.

Um deles foi o apóstolo Tomé que pareceu não ter compreendido a morte de Jesus Cristo, embora tivesse sido catequizado sobre os eventos futuros. Na explicação do pastor Orisvaldo, assim que Cristo morreu Tomé deixou de lado os ensinamentos aprendidos para seguir os preceitos dos judeus, que ainda aguardavam a vinda do messias prometido.

Para facilitar o entendimento, o ministro explicou que a visão de um crente que deixa a congregação fica limitada ao ponto de não mais compreender as obras espirituais.

O pastor Orisvaldo também relatou os motivos que os crentes alegam para deixar de ir à igreja. Um deles, bastante comentado durante a pregação desta terça-feira foi a briga entre os irmãos.

“Muitos deixam de vir para a igreja porque não querem ver esse ou aquele irmão. Quem está perdendo é quem não vem e não quem está na igreja”, compreende o pastor.

Após a mensagem, a Santa Ceia foi celebrada pelo pastor José Antonio dos Santos, presidente da Assembleia de Deus em Alagoas. Ele estava ladeado dos ministros alagoanos e de convidados de outros Estados.

No louvor, cantaram o Coral Celeste, a União das Esposas de Ministros da Assembleia de Deus em Alagoas (Uemadal) e a banda Louvores de Sião. A cantora Mayara, de Pernambuco, também teve oportunidade para adorar ao Senhor.


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 03 de novembro de 2010

Após Culto de Missões, irmãos entregam sopa na Vila Brejal

Evangelismo e ação social na Vila Brejal


Cinco aceitaram a Jesus Cristo na ação social e evangelística

O departamento de missões na Vila Brejal, após o culto de sábado à noite, no dia 30 de outubro, decidiu fazer algo diferente. Vendo a necessidade das pessoas que vivem na rua e as condições em que muitas delas vidas se encontram, prepararam sopa e distribuíram em alguns pontos próximos ao terminal do mercado.

Ao chegar ao local, o grupo entoou hinos a Deus, leu a Palavra e entregou a sopa. "Nesse trabalho, para a glória do Deus altíssimo, cinco pessoas aceitaram a Jesus Cristo", disse um dos coordenadores.


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Postado em 03 de novembro de 2010

HISTÓRIA| 82 anos antes de Dilma, Alzira abriu espaço feminino no Executivo

Alzira Soriano em seu gabinete no governo de Lajes-RN


Em 1928, viúva foi eleita prefeita no RN, a primeira do Brasil e da América Latina

Mais de 80 anos antes de Dilma Rousseff ser eleita a primeira mulher presidente do Brasil, Alzira Soriano foi a primeira escolhida pelo povo para um cargo executivo no País – quando mulheres nem sequer tinham o direito de votar. Em 1928, Alzira, viúva e mãe de três filhas, conquistou 60% dos votos e em 1º de janeiro do ano seguinte foi empossada prefeita de Lajes, no Rio de Grande do Norte. Foi a primeira mulher da América Latina a assumir o governo de uma cidade, segundo notícia publicada na época pelo jornal norte-americano The New York Times.

A distância no tempo não é apenas grande entre Alzira e Dilma, mas entre ela e todas as outras mulheres que assumiram cargos executivos no País. A primeira prefeita de uma capital, Maria Luiza Fontenele, de Fortaleza, tomou posse 57 anos depois de Alzira, em 1986. A primeira governadora, Iolanda Fleming, do Acre, em maio do mesmo ano. A primeira prefeita da maior cidade do País, Luiza Erundina, em 1989.

Além de uma bisneta de Alzira, Maria Luiza Fontenele, Iolanda Fleming, Luiza Erundina e duas cientistas políticas conversaram com a reportagem e deram suas avaliações sobre o papel das mulheres brasileiras no Executivo. “Alzira foi uma mulher à frente de seu tempo, que empurrou a história do país para frente”, diz Erundina, que atualmente é deputada federal. “Toda a evolução da participação da mulher na política brasileira nasce com a ousadia dela”, afirma.

A bisneta da primeira prefeita, a médica Lana Patrícia, de 40 anos, não chegou a conhecê-la pessoalmente, mas sabe bem as histórias sobre a personalidade da primeira prefeita. “Ela não levava desaforo para casa. Era uma mulher muito rígida, muito séria, que comandava com respeito”, conta. “Depois de prefeita, ela ainda foi eleita vereadora. Não era o comum da época, mas ela não se importava com nada disso”, diz Lana. A família guarda as históricas fotos de Alzira Soriano. Em uma delas, a prefeita aparece em meio ao seu gabinete formado exclusivamente de homens.

Alzira ficou apenas um ano no cargo, pelo então Partido Republicano. Em 1930, descontente com a eleição de Getúlio Vargas, ela deixou a função. Apenas dois anos depois disso, em 1932, mulheres conquistariam o direito de votar. “O voto feminino no Brasil foi conseguido muito tardiamente”, avalia a cientista política Jussara Prá, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “Mesmo depois dessa conquista, a restrição ao voto dos analfabetos limitou muito o voto das mulheres – que, em sua maioria, não estudavam. A participação das mulheres cresceu depois dos anos 70”, explica.

E mesmo após os anos 1970, segundo ela, o voto da mulher era marcado pelo conservadorismo e pela resistência a apostar em algo novo. “Ainda hoje há essa cultura de que mulher não vota em mulher e que política é assunto de homem. Temos muitos casos de representantes ligadas a características masculinas – com o traço da cultura política, que é masculina”, afirma Jussara Prá.

Para Maria Luiza Fontenele, primeira prefeita de uma capital, pelo PT, a experiência rendeu apenas desilusão. Oriunda do movimento estudantil e de organizações feministas, ela conta que mudou sua visão da política após a passagem pela prefeitura de Fortaleza, marcada por intensas greves e protestos violentos. “Descobri que não adiantava apenas ser honesta e querer o melhor para o povo, porque a lógica do sistema é contrária a isso”, afirma. “A experiência da prefeitura me ajudou a perceber que as coisas não mudavam não porque nós, mulheres, não tínhamos poder. Não era questão de ter poder”, afirma.

Para a primeira mulher a tomar posse de um governo estadual, no entanto, a avaliação é diferente. Iolanda Fleming, do PTB, foi eleita vice-governadora do Acre em 1983. Quando o governador Nabor Júnior deixou o cargo em 1986 para disputar o Senado, ela se tornou a primeira mulher a governar um estado brasileiro – mais tarde, em 1995, Roseana Sarney, do Maranhão, se tornou a primeira governadora eleita do país. “Enfrentei dificuldades e, não vou mentir, preconceito”, conta. “Mas tive o apoio bem próximo do movimento feminista e conseguimos superar o atraso na mentalidade de alguns para fazer um bom governo”, afirma.

A ex-prefeita Luiza Erundina também revela preconceito – um “preconceito triplo”. “Somam-se em mim várias características: eu sou mulher, nordestina e de esquerda”, conta. “Tudo isso dificultava as pessoas a enxergarem o momento histórico que era ter uma mulher na prefeitura de São Paulo”, conta a deputada reeleita em 2010, agora no PSB. Erundina afirma que sofreu com o machismo até mesmo dentro de seu então partido, o PT. “Os dirigentes do partido não esperavam que eu vencesse a prévia. Depois, que eu vencesse a eleição. Foi um momento complicado”, afirma.

Para ela, o PT e a sociedade brasileira evoluíram muito até a eleição de Dilma Rousseff. “Vão aí 20 anos e 20 anos de muitas mudanças. Mas ainda assim é um processo lento. Se você vir a eleição da Alzira até hoje, são 82 anos”, conta.

A cientista política Maria do Socorro Souza Braga, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), concorda. “O Brasil demorou muito para levar uma mulher à presidência. Argentina, Chile, Nicarágua fizeram isso antes. Nesses 80 anos, o país se modernizou em muitas áreas, mas essa questão demorou”.

Erundina comemorou a eleição de Dilma. “É uma mulher presidente e não é qualquer mulher. É uma mulher que tem o histórico, a competência e a responsabilidade de Dilma Rousseff. É um momento muito importante para a história do Brasil e a para a história das mulheres do Brasil”, diz ela. “É para celebrar. No entanto, não podemos ter a ilusão de que, por isso, as mulheres conquistaram a igualdade. As mulheres ainda são menos de 9% da Câmara dos Deputados e a nossa representação caiu. Na Argentina, as mulheres são 40% da Câmara”, afirma.

Jussara Prá faz a mesma avaliação. “No Brasil, ainda há uma sub-representação da mulher nos cargos políticos”, afirma. “Em países nórdicos, por exemplo, há uma equiparação de homens e mulheres nos órgãos representativos. A Argentina, aqui do lado, é mais avançada com relação a isso. O Brasil é dos mais atrasados”, diz.

Maria do Socorro Braga diz que o governo Dilma será “muito simbólico”. “Por tudo isso, Dilma tem a responsabilidade de mostrar que é capaz. Aos homens, que pode governar como eles e às mulheres de que outras também podem. Será um exemplo para as próximas que virão”, afirma.





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Postado em 03 de novembro de 2010

Departamento jovem faz 4 anos em subcongregação de Bebedouro

Quatro anos do departamento jovem na subcongregação de Bebedouro


Uma pessoa se rendeu aos pés do Senhor

A subcongregação Tobias Barreto, da Assembleia de Deus em Bebedouro, conduzida pelo Pb. Edilson Eduardo, realizou nos dias 16 e 17 de outubro o aniversário do departamento jovem Jóias Preciosas.

O grupo que é liderado pelo auxiliar Jadson Giló, juntamente com o auxiliar Sandiego e a irmã Aracely, comemorou durante os dois dias o seu 4º aniversário usando como tema: “Jovens testemunhando com poder”, baseado no texto de At 1.8.

No sábado, abertura da festividade, estiveram louvando ao Senhor, além do grupo aniversariante, a juventude da igreja do bairro do Bom Parto e a cantora Dayana Katelly da igreja-sede em Bebedouro. Para a ministração, foi convidada a irmã Joseana, conhecida pela igreja como irmã Aninha.

Após a ministração da mensagem, no momento do convite a alegria tomou conta dos presentes quando uma vida se rendeu aos pés de Jesus. O motivo maior da alegria é que se tratava do filho do dirigente da congregação que há alguns anos havia se distanciado dos caminhos do Senhor.

No domingo, a festividade continuou durante o período da tarde com um estudo bíblico ministrado pelo diácono Thiago Ferreira. O culto contou com a participação do departamento de adolescentes Perfeito Louvor. Durante o estudo, o obreiro continuou um estudo aos jovens daquela congregação. O estudo se tratava dos relacionamentos.

No culto de encerramento estiveram louvando ao Senhor o departamento jovem da Chã de Bebedouro e a cantora Marta Freire. A mensagem da noite ficou por conta do presbítero Cleverton Vasconcelos que pregou baseado no texto em Joel 2.13,28 e em Atos 1.8, tema da festividade. O pregador falou sobre os três passos para a restauração. Segundo ele, os passos necessários para que isso aconteça devem ser atitude, quebrantamento e caminhar na direção certa.


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Postado em 03 de novembro de 2010

Nem Dilma, nem Serra citam Deus em pronunciamentos após resultado

Discussões acaloradas marcaram alguns debates entre Serra e Dilma


Para angariar votos, os candidatos usaram o nome de Deus durante campanha

Em seu primeiro discurso, na noite de ontem, 31, a candidata eleita para ocupar o cargo mais importante do país: a presidência da República, Dilma Vana Rousseff (PT) fez promessas e agradecimentos, mas em nenhum momento citou Deus em seu pronunciamento. Do mesmo jeito, José Serra não cita Deus em discurso. Confira vídeos abaixo

O tucano Serra tentou na reta final da campanha angariar os votos dos evangélicos e católicos, atacando Dilma. Em pronunciamento, Serra agradece os votos, chora, mas deixa também, como a vencedora Dilma, Deus de lado.

A mineira de 62 anos obteve mais de 54 milhões de votos e entra para a história do Brasil como a primeira mulher a presidir o país. Durante a campanha, por diversas vezes, citou Deus e declarou ser cristã, católica e seguidora da Virgem Maria.

A campanha de Dilma chegou a publicar uma carta aos religiosos para estancar queda de intenções de votos neste segmento no segundo turno, contudo sofreu ataques de religiosos católicos e evangélicos, por causa de declarações da então candidata a favor da descriminalização do aborto antes da campanha eleitoral.

Na coluna Radar desta segunda-feira, 01 de novembro, da Revista Veja online, o jornalista Lauro Jardim escreve: “Seria impensável deixar de fazê-lo em determinado instante da campanha, entre o final do primeiro turno e o meio do segundo turno pelo menos. Deixar de agradecer a vitória a Deus não se trata de algo bom nem ruim. Significa apenas que a campanha acabou”, alfineta.

Links Relacionados
Link Discurso de José Serra

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Postado em 03 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Subcongregação em Bebedouro faz cruzada evangelística

Bebedouro faz cruzada evangelística


Intuito era ganhar almas para Jesus

A subcongregação da Assembleia de Deus em Bebedouro localizada na Rua Tobias Barreto, que é conduzida pelo Pb. Edilson Eduardo realizou neste sábado (09) uma Cruzada Evangelística com o intuito de ganhar mais almas para o reino de Deus.

A organização do evento escolheu, para isso, o espaço do Parque da Lagoa que fica na mesma rua, um local amplo bastante conhecido pelos moradores da região onde geralmente são realizados eventos esportivos e onde, também, foi palco de diversos shows seculares, porém, desta feita, era utilizado para o engrandecimento do reino de Deus.

Estiveram presentes os cantores: Meire Rejane e Juciléia Gomes de Bebedouro, Marcos Feijó (Chã de Bebedouro), Felipe, Rafael (Paraíso do Horto). O trabalho também contou com a presença do grupo eletrônico Unidos em Cristo da igreja do Bom Parto. Além destes, louvaram ao Senhor, também, o Dep. Vasos de Bênçãos (local) e União de Jovens de Bebedouro.

Mensagem

O convidado para ministrar a mensagem da noite foi o Pb. Cícero Lourenço, que pautou a sua mensagem na passagem descrita no livro de Marcos capítulo primeiro e versículo 40. No início da ministração da palavra, enquanto o preletor ainda agradecia pelo convite, um jovem chegou à frente do púlpito levantou as mãos e disse que queria voltar para Jesus, o pregador juntamente com a igreja oraram apresentando aquela vida ao Senhor.

Ao começar a explanar a passagem lida, o convidado relatou que de tantos milagres que Jesus operou, este do leproso é o que mais lhe chama a atenção, é um dos mais especiais. Enquanto explicava o texto, o pregador falou que naquela época existiam dois tipos de leprosos. O primeiro leproso era aquele que podia ter contanto social com seus familiares e usou o exemplo de Naamã e Simão para sustentar sua tese. Já o segundo tipo era aquele que possuía uma lepra mais rigorosa, na qual a carne começava a apodrecer e muitas pessoas perdiam seus dedos e pés, mas devido à insensibilidade ocasionada pela lepra não sentiam dor alguma, além disso, este tipo de doença era contagiosa e era considerada uma maldição.

Falou que mesmo correndo o risco de ser apedrejado pela multidão, o homem não se manteve onde estava, mas, ao ouvir falar que Jesus estava passando por ali, ultrapassou os seus limites e foi correndo ao encontro dEle. E Jesus, quebrando regras, ultrapassou os limites para curar o homem. Bradou, também que, quando Jesus que tirar alguém do fundo do poço ele é capaz de “quebrar as regras”.

E, para concluir seu sermão, Lourenço aplicou a mensagem bíblica à realidade dos ouvintes não evangélicos. Ele disse que talvez naquele exato momentos muitos deveriam estar se arrumando para mais uma “noitada”, mas que soubessem que JESUS ainda cura lepra, e esta doença nos nossos dias é comparada ao pecado, e que naquela noite Ele iria arrancar as amarras que vinha aprisionando muitas vidas.

O poder do Espírito convencendo as vidas foi tão forte que, antes mesmo que o convite fosse feito, mais uma alma foi à frente querendo se entregar a Jesus.

Após o apelo mais algumas vidas decidiram aceitar a Jesus como salvador e a cruzada foi encerrada com um saldo total de sete vidas que se renderam aos pés do Senhor Jesus reconhecendo-o como Salvador de suas almas.


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Postado em 01 de novembro de 2010

Téo Vilela é reeleito para mais quatro anos de governo

Teotonio Vilela vai governar Alagoas por mais quatro anos


Apuradas mais de 99% das urnas, o tucano tinha 52,68%, contra 47,32% de Lessa

O governador Teotônio Vilela Filho (PSDB) foi reeleito para mais quatro anos à frente de Alagoas, com 712.789 (52,74% dos votos válidos), contra 638.762 (47,26%) de seu adversário, Ronaldo Lessa (PDT). De acordo com os números apurados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), dos 2.033.518 eleitores aptos a votar, 1.496.646 (73,60%) compareceram às 5.641 seções eleitorais espalhadas pelos 102 municípios alagoanos e decidiram que querem novamente a gestão do PSDB traçando os rumos para o futuro do Estado.

A abstenção foi alta: 532 mil (26,40%) não puderam ou não quiseram ajudar a escolher os novos chefes do Executivo de Alagoas e do Brasil. Votos brancos somaram 38.608 (2,58%) e nulos 106.487 (7,12%) do total de 1.351.551 (90,31%) válidos.

Agora em 2010, Vilela conquistou menos votos do que quando foi eleito governador pela primeira vez. Em 2006, ocasião em que disputou o governo com o candidato João Lyra (PTB), o tucano conquistou 733.405 eleitores, contra 400.687 do industrial.

No 1º turno, Vilela teve 534.962 votos, Lessa 394.155 e o senador Fernando Collor (PTB) terminou em terceiro lugar, com 389.337 votos. Dos 102 municípios alagoanos, Teotônio Vilela ganhou em 65 cidades. Lessa venceu em 37 localidades, inclusive, em Maceió. Na capital, o adversário do tucano conquistou 50,29% do eleitorado. Já em Arapiraca, segundo maior município do Estado, o peessedebista obteve 56,92% do total de votos válidos, contra 43,10% de Lessa.

VOTAÇÃO PRESIDENCIAL EM ALAGOAS

O resultado da eleição para o cargo de presidente do Brasil em Alagoas confirmou o favoritismo da candidata do PT, Dilma Roussef. A petista obteve uma vitória com mais de 53% dos votos válidos no Estado. O candidato do PSDB, José Serra, ficou com pouco mais de 46% em Alagoas, mas surpreendeu na capital.

Em Maceió, o tucano venceu a eleição com mais de 60% dos votos válidos. O detalhe da eleição foi o grande número de eleitores faltosos. Mais de meio milhão de alagoanos não compareceram às urnas no 2º turno, segundo dados do Tribunal Regional Eleitoral.

Fonte: Atualizado às 8h42 do dia 1º de novembro


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Postado em 01 de novembro de 2010

Leia íntegra do primeiro pronunciamento da presidente eleita Dilma Rousseff

Dilma Rousseff em seu pronunciamento

"Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto", disse no discurso

PRONUNCIAMENTO DE 31 DE OUTUBRO DE 2010

Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,

É imensa a minha alegria de estar aqui.

Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida.

Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.

A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um princípio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!

Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:

Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.

Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.

Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.

Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.

Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.

Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões.

O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família.

É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.

Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.

Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte.

A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.

O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro.

Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.

Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.

No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.

Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.

Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.

É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.

Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável.

Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos.

Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.

Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.

Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público.

Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo.

Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.

As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.

Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.

Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.

Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.

Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.

O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.

Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas.

Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde.

Me comprometi também com a melhoria da segurança pública.

Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.

Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos.

Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.

A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade.

É aquela que convive com o meio ambiente sem agredi-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.

Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa.

Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.

Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.

Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.

Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.

A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política.

Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.

Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.

Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.

Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.

Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho.

Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.

Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.

Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.

Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.

Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós.

Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta.

Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado.

Saberei consolidar e avançar sua obra.

Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo.

Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.

Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união.

União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.

Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.

Muito obrigada


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 01 de novembro de 2010

Dilma Rousseff é eleita primeira mulher presidente do Brasil

Dilma Rousseff será a primeira mulher a presidir o país

Ela será a 42ª pessoa a ocupar a Presidência da República

Pela primeira vez nos 121 anos de história republicana, o Brasil será governado por uma mulher. A mineira Dilma Vana Rousseff, 62 anos, foi eleita neste domingo (31). Com quase 100% dos votos apurados, Dilma, do PT, obteve 55.752.092 milhões de votos (56,05%), contra 43.710.422 milhões (43,95%) de José Serra (PSDB). Ela será a 42ª pessoa a ocupar a Presidência da República. Depois de quase cinco meses de uma campanha acirrada, a candidata petista parte agora para a dura tarefa de apaziguar os ânimos políticos e tentar manter os altos índices de aprovação ostentados pelo governo do presidente Lula.

Dilma será a 11ª mulher a ocupar o cargo de presidente na América Latina – a oitava eleita. Dos 33 países da região, a Argentina já teve duas mulheres no governo. Outros oito países latino-americanos tiveram uma mulher presidente: Bolívia, Haiti, Nicarágua, Equador, Guiana, Panamá, Chile e Costa Rica. Entre as dez mulheres que assumiram o cargo antes de Dilma, sete foram eleitas e três ocuparam a presidência interinamente (veja no quadro ao lado).

Filha do engenheiro búlgaro Pedro Rousseff e da professora Dilma Jane Silva, Dilma Rousseff nasceu em Belo Horizonte, onde iniciou a sua militância política aos 16 anos no movimento estudantil, às vésperas do Golpe Militar de 1964.

Com o endurecimento da ditadura, Dilma adotou o caminho da luta armada. Foi presa em 1970, permanecendo três anos na cadeia, onde foi submetida a torturas. Hoje, divorciada, foi casada com o advogado gaúcho Carlos Franklin Paixão de Araújo, com quem teve uma filha. Antes, esteve casada por dois anos com o jornalista Claudio Galeno.

Fora da prisão, Dilma Rousseff retomou os estudos, em 1973, tendo cursado economia, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Com a anistia e a volta do pluripartidarismo, filiou-se ao PDT, de Leonel Brizola, fazendo parte da gestão do governador Alceu Collares.

Escolhida candidata pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma fez parte do governo petista desde o primeiro momento, em 2003. Foi ministra das Minas e Energia e ministra-chefe da Casa Civil, cargo que assumiu no lugar de José Dirceu, demitido, em 2005, em meio às denúncias do esquema do mensalão.

Na Casa Civil, foi a coordenadora das ações do governo. Com a proximidade do calendário eleitoral, o governo procurou dar mais visibilidade à então ministra, associando o seu nome a programas como o Minha Casa, Minha Vida e o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Em abril de 2009, Dilma revelou que estava se tratando de um câncer linfático. Ela se disse curada depois de ter-se submetido a sessões de quimioterapia e radioterapia. Pouco conhecida do eleitorado e disputando contra um veterano em eleições, Dilma começou a campanha com pouco mais de 15%, enquanto José Serra, do PSDB, ostentava índices superiores a 30% das intenções de voto.

Com o decorrer da campanha e o empenho cada vez maior do presidente Lula, acusado pela oposição de usar a máquina pública em favor de sua candidata, Dilma abriu dianteira, dando a impressão de que venceria já no primeiro turno, mesmo com as denúncias envolvendo a substituta de Dilma na Casa Civil, Erenice Guerra. O crescimento da candidatura da senadora Marina Silva (PV), porém, provocou o segundo turno e renovou as esperanças tucanas.

Mas faltava uma parcela pequena do eleitorado a ser convencido pela campanha petista. E foi o que ocorreu neste dia 31 de outubro de 2010, com a consagração de Dilma Rousseff como a primeira mulher a governar o Brasil. Dilma chega à presidência tendo como vice o deputado paulista Michel Temer, que preside o PMDB.

Fonte: Atualizado às 8h30 do dia 1º de novembro


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 01 de novembro de 2010

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