Festividade das senhoras na AD Novo Mundo é marcada com mover do Espírito Santo e vidas para Cristo

No último domingo, 22 de setembro, a Assembleia de Deus em Novo Mundo comemorou o 38º aniversário do Círculo de Oração e do departamento de senhoras Cânticos dos Fiéis. O culto festivo foi marcado por momentos de louvor e adoração, com a...

Cuba passa por pior crise desde 1990

De acordo com a organização El Clarín, Cuba enfrenta a pior crise no país desde 1990. Faltam alimentos, remédios, combustíveis e os cortes de energia têm sido frequentes. Tudo isso somado a crescente inflação e queda na produção agrícola...

Jogral: Peregrinos em uma Terra Estranha – A Jornada do Cristão Rumo à Pátria Celestia

Nesta terra somos apenas peregrinos. Andamos por caminhos de provação, mas o nosso destino é o céu. Aqui não é o nosso lar, pois buscamos a pátria celestial que nos espera além deste mundo passageiro...

Jogral: "Do Getsêmani à Ressurreição – O Propósito da Cruz"

Tema central: A trajetória de Jesus do Jardim do Getsêmani até a ressurreição, com ênfase no propósito da crucificação e da ressurreição – a salvação da humanidade...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

(Todos entram e formam um semicírculo. Silêncio e expectativa no ar. O ambiente está tenso, refletindo os tempos de tribulação.) 1º Participante: (Solene e reflexivo) "Os dias estão mais escuros... O que estamos...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

Maior é Jesus! Maior que a vida, maior que a dor, maior que qualquer poder! Nada nem ninguém pode se comparar a Ele! [Pessoa 1 – Firme e impactante] Maior que a vida que passa, Ele é o Eterno! A vida...

domingo, 27 de junho de 2010

"Haiti é aqui", denuncia pastor batista do Pinheiro sobre as chuvas

Igreja se mobiliza para arrecadar donativos para desabrigados em Quebrangulo

Wellington Santos fez esta comparação com a cena de guerra que ficou os municípios devastados


A comparação da situação de diversos municípios de Alagoas com o país centro-americano foi feita por Wellington Santos, pastor da Igreja Batista do Pinheiro, em Maceió (AL). Desde a sexta-feira, 18, cidades dos Estados de Alagoas e de Pernambuco vivem uma tragédia, com o ambiente transformado num cenário de guerra e um rastro de destruição, causados pelas últimas chuvas.

Mesmo que os números ainda não sejam precisos, ficam os relatos da tragédia que levou dezenas de vidas, deixando cidades como Santana do Mundaú e Branquinha totalmente arrasadas e destruídas pelas correntezas. O mesmo aconteceu em Lourenço de Albuquerque, em Rio Largo, Utinga e Murici. “Quanta dor, destruição, tristeza e imensa necessidade!”, lamenta o religioso.

Santos tem claro, porém, de que “o cenário de miséria e pobreza com que nos deparamos não é fruto desta tragédia natural da última sexta-feira, mas resultado de anos de corrupção, desvio de verbas públicas, coronelismo, preguiça e irresponsabilidade eleitoral por parte do povo que escolhe muito mal seus representantes”.

Sem admitir que a culpa fique com a chuva ou a natureza, insiste na crítica aos “maus gestores públicos e, porque não dizer, livrando nossa parcela de culpa, quando fazemos negociatas e ou trocamos nosso precioso voto por ‘favores’ vergonhosos”.

Reginaldo Silva, pastor batista que atua na Organização Não-Governamental (ONG) alemã Kindernothilfe, nesta região do país, manifestou solidariedade aos alagoanos e protestou diante do fato de terem sido vítimas “da tragédia causada, não pelas chuvas, mas pela falta de políticas sociais que não resolve os problemas das ocupações desordenadas, da falta de moradia, de educação ambiental etc. Se observarmos bem, veremos que é a falta destas e de outras coisas que causam tragédias como a mais recente”.

Santos lembrou a música O Haiti é aqui, do compositor Gilberto Gil, destacando os indicadores econômicos do Estado de Alagoas: “42% de analfabetos, 92% da população ganhando até 2 salários mínimos, concentração de renda e de terra, monocultura da cana de açúcar que enriquece uma minoria e empobrece a grande maioria, violência galopante, índices sociais críticos e agora, some-se a tudo isto, 50 mil desabrigados e cidades inteiras destruídas”.

Ele pediu que a população participe na campanha para conseguir colchões, lençóis, toalhas, agasalhos, água potável, cestas básicas, móveis usados, entre bens não perecíveis.


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 27 de junho de 2010

sábado, 26 de junho de 2010

UM DIA SEM A GLOBO É POUCO!


Lançada campanha na internet contra uma das maiores propagadoras de idéias, de comportamentos, de princípios que fazem descaso com a Bíblia e que pervertem a sociedade brasileira.

O movimento teria sido desencadeado pelos últimos fatos envolvendo a Globo e o treinador da seleção brasileira.

Leia em:

DUNGA DIVIDE E RACHA COM A GLOBO, QUE REAGE

DUNGA, A GLOBO, A IMPRENSA

Leia mais em:

DIA SEM GLOBO

INTERNAUTAS FAZEM CAMPANHA 'DIA SEM GLOBO' PELO TWITTER

UM DIA SEM GLOBO (TERRA)

Para mim, um dia sem a Globo é pouco!


Fonte:http://www.altairgermano.net/
Postado em 26 de junho de 2010

O anti-semitismo voltou a ser respeitável


A flotilha de Gaza foi uma peça de teatro islâmica perfeita, revelando um antigo ódio europeu
É um fenômeno fascinante: por que as pessoas e organizações que se apresentam como progressistas se unem a muçulmanos reacionários?

O grupo “Free Gaza” é uma dessas alianças esquerdista-islâmica. Bem, Gaza já está livre. Israel retirou-se da estreita faixa há cinco anos. E também não há necessidade de qualquer ajuda humanitária. Mais de um milhão de toneladas de suprimentos humanitários entrou em Gaza proveniente de Israel nos últimos 18 meses, o equivalente a quase uma tonelada de ajuda para cada homem, mulher e criança na região.

Mas a população de Gaza votou em eleições democráticas para ser governada por um partido cujo ódio aos judeus é a pedra fundamental da sua existência. Qualquer um que duvide disso deve ler o Estatuto do Hamas na Internet. O fato de que Gaza está completamente “judenrein” (“livre de judeus”) não é suficiente para o Hamas. Eles querem que Israel também seja "livre de judeus". O bloqueio de “produtos estratégicos” por parte de Israel não foi concebido para punir o povo palestino, mas para impedir que o Hamas obtenha armas pesadas e possa construir abrigos subterrâneos. Uma idéia tão simples de entender.

Por exemplo, ao contrário de Gaza, a Chechênia não é livre. Os russos esmagaram a luta pela independência dos chechenos com o bombardeio intensivo de sua capital. E o que dizer de um Estado curdo? Os turcos e iraquianos infligiram horrores inimagináveis aos curdos. Apesar disso, não há a “Flotilha do Curdistão Livre” indo em direção à Turquia, e as autoridades russas não têm medo de serem presas em capitais européias por crimes de guerra.

Aqui estão mais alguns fatos – fatos incômodos e inflexíveis. Vamos observar a taxa de mortalidade infantil em Gaza. Este é um número chave, que diz muito sobre as condições de higiene, nutrição e cuidados com a saúde. Em Israel, a taxa de mortalidade infantil é de 4,17 por 1.000 nascimentos, aproximadamente a mesma dos países ocidentais. No Sudão a taxa é de 78,1, ou seja, uma em cada 13 crianças morrem ao nascer. Em Gaza, a mortalidade infantil, por 1.000 nascimentos, é de 17,71. Sim, este número é maior do que em Israel, mas muito menor do que no Sudão. E a taxa de mortalidade infantil da Turquia? Bem, ela é de 24,84. Sim, mais crianças morrem ao nascer na Turquia do que em Gaza.

Aqui está outro fato. A expectativa de vida em Gaza é de 73,68 anos. E na Turquia, a nova protetora de Gaza, a expectativa de vida é de apenas 72,23 anos. Se os israelenses realmente queriam tornar a vida dos palestinos curta e desagradável, então eles estão, obviamente, fazendo algo errado.

Os progressistas não ligam para qualquer outro grupo de muçulmanos pobres ou oprimidos. Eles só clamam pelas “vítimas” dos judeus. Por que isso acontece?

Uma das razões é Yasser Arafat, cuja genialidade foi redefinir a causa palestina na retórica neo-marxista e antiimperialista. Ele criou um novo contexto para o seu povo: a luta contra o colonialismo e o racismo. Arafat era um clássico caudilho corrupto com um talento incrível para jogar com a mídia e os políticos ocidentais. Os progressistas adotaram os palestinos como seus favoritos, [apresentando-os como] a quintessência das vítimas do imperialismo e do colonialismo, simbolizados pelo Estado sionista.

Mas há outra razão pela qual os progressistas ocidentais odeiam Israel, mas são indiferentes às violações dos direitos humanos na Turquia, no Irã ou na Rússia. É por causa do Holocausto.

Os europeus, que representam muito do que se diz ser a opinião pública mundial, cansaram-se de carregar a culpa pela destruição dos judeus do continente. Eles começaram a sonhar com alguma forma de libertação histórica. Ela está vindo na forma das respostas militares de Israel aos ataques islâmicos e terroristas. Os europeus não poderiam perder a oportunidade de difamar os judeus e de redefinir as medidas de defesa de Israel como “desproporcionais” ou como agressões totais – em outras palavras, como crimes de guerra.

Na visão dos progressistas europeus, o conflito Israel-Palestina tornou-se um conflito sem comparação, um fenômeno único de vítimas européias gerando vítimas palestinas, que parecia diminuir o peso do massacre do povo judeu pelos europeus.

Assistindo a demonização de Israel, o ataque ao seu direito de defesa, como disse o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, torna-se claro que existe entre os europeus uma necessidade profunda de chamar os judeus de assassinos. É por isso que os palestinos, como “vítimas” dos judeus, são mais importantes que as numerosas vítimas muçulmanas dos extremistas muçulmanos. É por isso que milhões de outros muçulmanos, que vivem em piores condições do que os palestinos, dificilmente recebem alguma menção na mídia. É por isso que Gaza é comparada com o Gueto de Varsóvia e com Auschwitz. Ao chamar os israelenses de nazistas, os verdadeiros nazistas foram legitimados. É como se os europeus, liderados pelos progressistas, desejassem que os árabes terminem o trabalho. Chega de judeus. É o que é: estamos vendo a libertação da Europa do legado do Holocausto.

Por décadas, os nossos progressistas, ativistas ocidentais pacifistas, foram enganados e manipulados por tiranos árabes e agora por turcos e iranianos islamitas. Eles estão ajudando nos esforços para destruir um dos maiores sucessos dos tempos modernos: a criação do Estado de Israel.

O que temos assistido com a flotilha de Gaza é a execução perfeita de uma obra magistral de teatro islâmico. A indignação selvagem da mídia, um orgasmo de hipocrisia, marca o próximo capítulo da longa história do ódio dos europeus contra os judeus. Ser anti-semita voltou a ser respeitável.(Leon de Winter – WSJ – http://www.beth-shalom.com.br)

Fonte:http://www.beth-shalom.com.br
Postado em 26 de junho de 2010

Uma charge vale mais que mil palavras?

Como levantar uma boa oferta...

Concorda-se, geralmente, que uma imagem vale mais que mil palavras.
E uma charge?
Muitas vezes, é difícil explicar uma situação em um artigo - enquanto um chargista consegue sintetizá-la num simples desenho e em algumas frases.

Postado em 26 de junho de 2010

Filho do Hamas: Os islâmicos precisam ser libertos de seu deus

Capa do livro "Filho do Hamas".

O autor do livro Filho do Hamas fala sobre sua conversão ao cristianismo, de ser espião de Israel e de ter envergonhado sua família.

“Estou totalmente consciente de que para quase todos eu sou um traidor”, diz Mosab Hassan Yousef. “Para minha família, para minha nação, para meu deus [Alá], eu cruzei todas as linhas vermelhas, infringi todas as leis em minha sociedade. Não restou nenhuma que eu não tivesse cruzado”.

Mosab, que tem 32 anos, é filho do sheik Hassan Yousef, um dos fundadores e líder do grupo terrorista palestino Hamas. Durante toda a década passada, desde a segunda intifada (rebelião dos palestinos) até a atual paralisação [das negociações de paz], ele trabalhou juntamente com seu pai na Margem Ocidental. Durante aquele tempo, o jovem Yousef também abraçou secretamente o cristianismo. E, como ele revela em seu livro Son of Hamas [Filho do Hamas], lançado nos EUA no início de março, tornou-se um dos principais espiões do Shin Bet, o serviço de segurança interna de Israel.

A notícia dessa conversão dupla reverberou em todo o Oriente Médio. Um dos contatos de Yousef no Shin Bet confirmou o relato dele ao diário israelense Haaretz. O Hamas – já abalado devido ao assassinato de um chefe militar importante em Dubai no mês de janeiro – chamou essas afirmações de propaganda sionista. Da prisão israelense em que se encontra desde 2005, o sheik Yousef divulgou uma declaração na qual ele e sua família afirmam: “Repudiamos completamente o homem que era nosso filho mais velho e que se chamava Mosab”.

Nos últimos dois anos, Mosab Yousef viveu em San Diego (Califórnia/EUA), onde evitou chamar a atenção sobre si por motivos de segurança. Os EUA estão analisando o pedido de asilo político feito por Mosab e, até sua confissão de espionagem e da repentina onda de publicidade que acompanhou essa confissão, só o conheciam como sendo o filho de um terrorista que às vezes freqüenta igrejas evangélicas na Califórnia. Com o livro, ele pretende iniciar uma nova etapa de vida na América.

Yousef, cujos olhos grandes e simpáticos se destacam em sua face oval, diz que ele mesmo ficou confuso durante muitos anos, e entende que muitas pessoas também ficarão. Sua família foi envergonhada e seus velhos amigos se recusam a acreditar nele. O livro, um thriller ao estilo de Le Carré, envolto em uma história espiritual que está amadurecendo, é uma tentativa de responder ao que ele diz ser “impossível de imaginar” – “como eu acabei trabalhando para os meus inimigos, que me machucaram, que machucaram meu pai, que machucaram meu povo”.

“Existe uma explicação lógica”, continua ele em um inglês bastante fluente. “Simplesmente meus inimigos de ontem se tornaram meus amigos. E meus amigos de ontem se tornaram realmente meus inimigos”.

A primeira metade de suas memórias descreve a infância em Ramallah, marcada por laços familiares estreitos e pela ocupação israelense. Ele descreve um pai muçulmano bondoso e incomum, que faz o jantar, que trata bem sua mãe, e que se preocupa com seus vizinhos. Um imã (autoridade religiosa muçulmana) que fora treinado na Jordânia, o sheik Yousef chega à notoriedade em sua cidade natal e, em 1986 – juntamente com outros seis homens, inclusive um clérigo de Gaza preso a uma cadeira de rodas, o sheik Ahmed Yassin – forma o Hamas em um encontro secreto em Hebron. A primeira intifada palestina – ou seja, o primeiro levante palestino – estoura no ano seguinte. Mosab fez sua parte, atirando pedras nos colonos israelenses e nos veículos do exército.

“A maioria das pessoas ouviu falar sobre o Hamas depois que o grupo passou a realizar ataques terroristas”, diz ele, falando de perto da casa de seu agente em Nashville. “O Hamas começou como uma idéia. Digamos, uma idéia nobre – resistir à ocupação”. Aqueles primeiros choques com os israelenses geraram uma violência pior, e o cemitério perto da casa dele começou a ficar cheio de cadáveres. Os palestinos também se voltaram uns contra os outros. A Organização Pela Libertação da Palestina (OLP), corrupta e autoritária, vivia em confronto com o Hamas e com outros grupos que surgiam. Todos eles usavam acusações de “colaboração” como uma desculpa para torturar e matar seus rivais ou os mais fracos.

Yousef afirma ter despertado quando acompanhou pela primeira vez a crueldade do Hamas. Em 1996, foi preso pelos israelenses por comprar armamentos. Yousef diz que apanhou muito e foi torturado na prisão. Foi então que o Shin Bet se aproximou dele. Ele diz que pensou em tornar-se um agente duplo. “Eu queria me vingar de Israel”, escreve ele. Mas quando foi enviado para cumprir sua pena na prisão em Megido, no norte de Israel, diz que ficou mais chocado pela maneira como o maj’d, o braço de segurança do Hamas, tratava seus prisioneiros.

“Todos os dias, havia gritos; todas as noites, torturas. O Hamas estava torturando seu próprio povo!”, escreve ele. Os muçulmanos que encontrou na prisão “não tinham nenhuma semelhança com meu pai” e “eram perversos e mesquinhos... intolerantes e hipócritas”.


Mosab Hassan Yousef (no alto), filho do sheik Hassan Yousef, um dos fundadores e líder do grupo terrorista palestino Hamas.

Por concordar em trabalhar com o Shin Bet, logo saiu da prisão. Ele diz que estava curioso acerca dos israelenses e rapidamente abandonou sua idéia de se tornar um agente duplo. Embora recebesse dinheiro do Shin Bet e permanecesse na folha de pagamento da agência durante uma década, seus treinadores naqueles primeiros anos não requisitaram muito dele. Eles o encorajaram a estudar e a ser um modelo de filho. Seu nome em código era Príncipe Verde: verde como a cor da bandeira islâmica do Hamas, e príncipe como o descendente da “nobreza” do Hamas.

Durante aqueles anos calmos ele conheceu um taxista britânico em Jerusalém que lhe deu uma cópia do Novo Testamento em inglês e em árabe, e o convidou para participar de um encontro de estudos da Bíblia que era realizado em um hotel. “Percebi que fui realmente atraído pela graça, pelo amor e pela humildade de que Jesus falava”, escreve no livro Filho do Hamas.

Como espião, Yousef não foi totalmente ativado até estourar a segunda intifada, em setembro de 2000. Alguns meses antes, em Camp David, Yasser Arafat, o então chefe da OLP, havia rejeitado a oferta israelense de um Estado palestino em 90% da Margem Ocidental tendo Jerusalém Oriental como capital. De acordo com o Yousef, Arafat decidiu que precisava de uma outra insurreição para ganhar de volta a atenção internacional. Então, buscou o apoio do Hamas através do sheik Yousef, escreve o filho, que o acompanhou ao complexo de Arafat. Aqueles encontros aconteceram antes que as autoridades palestinas encontrassem um pretexto para a segunda intifada. Esta ocorreu quando Ariel Sharon, o então primeiro-ministro de Israel, visitou o Monte do Templo em Jerusalém, local onde está a mesquita Al-Aqsa e o Domo da Rocha. O relato de Yousef ajuda a esclarecer o registro histórico de que o levante fora premeditado por Arafat.

Yousef me disse que ficou horrorizado com a violência sem motivo desatada por políticos que queriam subir “nos ombros dos pobres e das pessoas religiosas”. Ele disse que os palestinos que atenderam ao apelo “iam como um boi vai para o matadouro, e achavam que estavam indo para o céu”. Portanto, como escreve em seu livro, “com a idade de vinte e dois anos, eu me tornei a única pessoa do Shin Bet infiltrada no Hamas que poderia penetrar as alas militar e política do Hamas, bem como de outras facções palestinas”.

Yousef reivindica para si mesmo alguns golpes significativos de inteligência, e diz que ainda não está contando tudo para o mundo. Logo no início, ele foi o primeiro a descobrir que as Brigadas dos Mártires de Al-Aqsa, um grupo terrorista nascido durante a segunda intifada, eram compostas pelos guardas de Arafat, sustentados diretamente por doadores internacionais. Ele diz que descobriu o fabricante de bombas palestino mais letal e frustrou as conspirações de assassinato contra o presidente Shimon Peres, então ministro do Exterior, assim como de um rabino muito conhecido. Mosab diz que desbaratou celas de homens-suicidas prontos para atacar Israel. E que ajudou a convencer seu pai a ser o primeiro líder importante do Hamas a oferecer uma trégua a Israel.

O treinador de Mosab, chamado “Capitão Loai”, agora aposentado do Shin Bet, confirmou muitas dessas histórias ao Haaretz. O jornal disse que o Shin Bet considera Yousef “um agente da maior confiança e profissionalismo”.

Mosab esforça-se por se justificar, mas finalmente “a questão é se eu sou um traidor ou um herói aos meus próprios olhos”.

Portanto, estamos de volta ao por quê?

A motivação, diz ele, foi salvar vidas.

“Eu já tinha visto mortes demais. Fui testemunha de muitas mortes. (...) Salvar uma vida humana é muito, muito lindo, não importa quem seja. Não são apenas os israelenses que me devem suas vidas. Eu garanto que muitos terroristas, muitos líderes palestinos também me devem suas vidas – ou, em outras palavras, eles devem suas vidas ao meu Senhor”.

Ele diz que usou de sua influência no Shin Bet para conseguir que os israelenses tentassem prender integrantes do Hamas e de outros grupos palestinos em vez de explodi-los com mísseis. Mosab afirma que salvou seu pai do destino do sheik Yassin e de outros líderes do Hamas, a quem os israelenses mataram. Para evitar que o mesmo acontecesse a seu pai, fez um arranjo secreto com o Shin Bet para que o mesmo fosse preso. “Eu sei com certeza que meu pai está vivo hoje, que ele ainda respira, porque eu estava envolvido nisso tudo”.

Yousef tem algo de evangelista em si, mesmo quando insiste que não é um cristão devotado e que ainda está aprendendo sobre sua nova religião. Ele quer que os israelenses e palestinos saibam o que fez por causa do Deus cristão.

“Converti-me ao cristianismo porque fui convencido por Jesus Cristo como um personagem, como uma personalidade. Eu o amei, amei sua sabedoria, seu amor, seu amor incondicional. Não deixei a religião [islâmica] para me colocar de volta em uma outra rígida estrutura religiosa. Ao mesmo tempo, é bonito ver que o meu Deus existe em minha vida e vê a mudança em mim. Percebo que, quando ele existir em outras pessoas do Oriente Médio, haverá mudanças.

“Não estou tentando converter toda a nação de Israel e toda a nação da Palestina ao cristianismo. Mas, pelo menos, a gente pode ensinar-lhes sobre a ideologia do amor, a ideologia do perdão, a ideologia da graça. Esses princípios são grandiosos independentemente de onde venham, mas não podemos negar que vieram do cristianismo”.

“O problema não está nos muçulmanos”, afirma Yousef. “O problema está no deus deles. Eles precisam se libertar de seu deus. Alá é o maior inimigo que eles têm. Há 1.400 anos eles têm sido enganados”.

Yousef diz que sentiu-se sem ânimo e decidiu parar de trabalhar para o Shin Bet em 2006, mesmo contra a vontade deles. Quem abriu os caminhos para ele foram amigos no sul da Califórnia, que conheceu através dos estudos bíblicos.

Como filho de um clérigo muçulmano, diz que chegou à conclusão que o terrorismo não pode ser derrotado sem uma nova compreensão do islamismo. Assim, reafirma o que foi dito por outros que deixaram o islamismo, tais como a ex-parlamentar e escritora holandesa Ayaan Hirsi Ali.

Perguntei-lhe se considera seu pai um fanático. “Ele não é um fanático. Ele é muito moderado, uma pessoa lógica. O que importa não é se meu pai é fanático ou não, mas que está fazendo a vontade de um deus fanático. Não importa se é um terrorista ou um muçulmano tradicional. No final das contas, um muçulmano tradicional está fazendo a vontade de um deus fanático, fundamentalista e terrorista. Sei que isso é duro de dizer. A maior parte dos governos evita esse tipo de assunto. Eles não querem admitir que essa é uma guerra ideológica.

“O problema não está nos muçulmanos”, continua ele. “O problema está no deus deles. Eles precisam se libertar de seu deus. Alá é o maior inimigo que eles têm. Há 1.400 anos eles têm sido enganados”.

Estas são palavras perigosas. A respeito das ameaças feitas contra a sua vida por islâmicos, ele diz: “Essa não é a pior coisa que pode acontecer. Eu posso conviver com isso, não estou com medo. (...) Os palestinos têm razão para me matar. Alguns israelenses podem querer me matar. Meu alvo não é derrotar meu inimigo. É conquistar a confiança do meu inimigo”.



Fonte:http://www.beth-shalom.com.br
Postado em 26 de junho de 2010

IRAQUE: MUÇULMANOS PEDEM A CABEÇA DE CRISTÃOS

IRAQUE


A situação dos cristãos no Iraque está muito complicada. Extremistas muçulmanos enviaram um alerta aos cristãos do país para que deixem o país imediatamente, ou correrão o risco de ter uma morte violenta. As ameaças mencionam, especialmente, os cristãos de Bagdá e Mosul, áreas em extremo conflito.

A ameaça chegou nas mãos de muitos cristãos através de uma carta enviada pela Secretaria Geral de Apoiadores do Islamismo. “A carta não era só ameaçadora, mas até indicava a forma que deveríamos abandonar nosso país: retirada em massa”, contou um bispo, que pede para ficar no anonimato. Ele continua: “eles também disseram na carta que não há mais lugar no país para infiéis como nós, cristãos e que as espadas deles seriam colocadas em nosso pescoço caso desobedecêssemos a ordem de retirada”.

Mesmo antes dessa carta assustadora, os cristãos n Iraque veem sofrendo constantes ataques de muçulmanos sunitas. O governo atual do Iraque é xiita. Como resultado, os cristãos perceberam que estão no fogo cruzado.

Mas isso não significa o fim dos cristãos no Iraque. Apesar de muitos terem fugido para países vizinhos, outros permanecem firmes e constantes na sua fé, decididos a não abandonar Jesus. Os cultos estão sendo feitos em lugares secretos e apenas pessoas de confiança dos líderes cristãos estão sendo convidados a participarem das reuniões e a ouvir sobre a salvação em Cristo Jesus. Deus continua salvando almas no Iraque.

A Missão A Voz dos Mártires oferece um DVD que traz a realidade em que muitos irmãos vivem, a sede que a população sente por salvação. Para adquirir, entre em contato.

Coloque em suas orações os crentes do Iraque. Eles carecem urgentemente de nossas intercessões.


Fonte:http://www.vozdosmartires.com.br
Postado em 26 de junho de 2010

CHINA: ESPOSA DE PASTOR

China

O dia-a-dia de mulheres esposas de pastores em todo mundo ganha diversos significados. Para algumas, a profissão do marido é um meio de sustento. Para outras um ministério de muita luta espiritual, mas para as esposas de pastores das igrejas não registradas em países de perseguição religiosa, o trabalho de seus maridos significa muito mais e podem levar à dor e ao sofrimento físico.

Chen Hailan, esposa do pastor Guo Quanyou, experimentou algo assim. Ela ficou com uma vértebra quebrada, uma contusão e fortes dores.

No dia 19 de outubro de 2009, 60 cristãos estavam reunidos num culto na casa do pastor Guo Quanyou, em Neixiang. Por volta das dez horas da noite, 18 policiais armados cercaram a casa, prenderam e interrogaram os cristãos. A polícia os acusou de “perturbar a ordem pública em nome da religião” e prendeu cinco cristãos.

No dia 30 de outubro, a delegacia de Neixiang aumentou a pena do líder Guo Quanyou para um ano de reeducação por trabalho forçado e uma alta multa. Quando a polícia chegou na casa do irmão Guo para prendê-lo, eles jogaram Chen Hainlan no chão. O impacto provocou uma concussão e quebrou sua 12º vértebra. Chen Hailan tem sofrido de enxaqueca e mal pode se mover por causa da dor.

A Missão A Voz dos Mártires convida você a orar por esses cristãos que padecem por causa do amor à Cristo Jesus. Ore para que Deus lhes fortaleça e console seus corações. Ore também para que as autoridades libertem líder Guo Quanyou e sare as feridas de sua esposa.


Fonte:http://www.vozdosmartires.com.br
Postado em 26 de junho de 2010

Coreia do Norte ameaça punição mais severa para cristão americano

Coreia do Norte

COREIA DO NORTE (1º) - A Coreia do Norte ameaçou nesta quinta-feira aumentar as punições a um cidadão americano -- que foi sentenciado a trabalhos forçados por entrar ilegalmente no país no começo do ano -- se os Estados Unidos não suspenderem as hostilidades contra o país.

Aijalon Mahli Gomes, que morava na cidade de Boston, foi sentenciado em abril a oito anos de prisão e multa de US$ 700 mil. Pyongyang já libertou três americanos que tinham sido condenados por entrada ilegal no país, mas se negou a liberar Gomes por causa das tensões causadas pelo afundamento de um navio da Marinha da Coreia do Sul. EUA e Seul acusam a Coreia do Norte.

Segundo a agência oficial de notícias da Coreia do Norte (KCNA), Pyongyang está examinado medidas mais duras contra Gomes em condições da "lei da guerra" e considera a aplicação da lei se os EUA persistirem com sua "aproximação hostil". Os americanos não mantêm relações diplomáticas com o regime do ditador norte-coreano, Kim Jong-il.

"O governo dos EUA este pedindo a libertação com status humanitário, mas isso nunca acontecerá na atual situação e o único assunto que resta é qual punição mais dura pode ser aplicada contra ele", disse a KCNA.

O americano foi detido em 25 de janeiro por entrada ilegal na Coreia do Norte pela fronteira com a China. Segundo a KCNA, Aijalon, um antigo professor de inglês, assumiu todas as acusações.

Em dezembro em 2009, o missionário americano Robert Park, de 28 anos, tentou cruzar ilegalmente a fronteira na véspera de Natal e também foi detido, sendo libertado em fevereiro de 2010 após, segundo o regime comunista, "mostrar arrependimento".

Duas jornalistas americanas foram detidas em 2009 na fronteira com a China enquanto gravavam um documentário. Ambas foram condenadas a 12 anos de prisão e trabalhos forçados, mas foram libertadas graças à intervenção e medicação do ex-presidente Bill Clinton.

Fonte:http://www.portasabertas.org.br
Postado em 26 de junho de 2010

Cristão pode ser condenado à morte

PAQUISTÃO


PAQUISTÃO (14º)
- A agência International Christian Concern (ICC) foi informada que um cristão paquistanês foi preso no dia 19 de junho e foi condenado à pena de morte depois que um muçulmano o acusou de blasfêmia em Faisalabad, Paquistão.
Sajid Hameed Bajwa acusaram Rehmat Masih de blasfemar contra o profeta Maomé. De acordo com o artigo 295C do código penal do Paquistão, blasfemar contra o profeta Maomé é passível de morte.

O filho de Rehamt, Boota Masih, disse para a ICC que a família teme ataques de grupos de muçulmanos. As mulheres da família e seus filhos já deixaram suas casas e se mudaram para outras áreas por questões de segurança.

Ele também disse que a verdadeira razão para as acusações vêm de uma disputa de terras entre seu pai e os muçulmanos. O caso já está em julgamento há algum tempo.

Rehmat está preso em Faisalabad. Felizmente, ele não foi torturado ou maltratado pela polícia.


Boota disse: “Queremos ficar em paz. Não queremos abandonar nossa casa, já moramos lá há muito tempo. Queremos paz e justiça, para que meu pai seja liberado da prisão”.


Fonte:http://www.portasabertas.org.br
Postado em 26 de junho de 2010

Mantendo a fé sem se importar com as circunstâncias

FILIPINAS

FILIPINAS (*) - A ex-muçulmana Noor (nome alterado por questões de segurança), conversou com representantes da Portas Abertas. Enquanto ela tomava coragem para contar como estava, sua voz falhou. “Se eu estou andando no caminho certo, por que tenho esses problemas?”, questionou.

Noor é uma Tausug, que quer dizer “pessoa do mar”. A tribo dela foi a primeira se converter ao islamismo e liderou por muito tempo o sultanato de Jolo. Eles são muito dedicados à proteger o modo de vida islâmico, e lutarão por isso, sem hesitar.

Os cristãos entre eles enfrentam a rejeição por parte da família e dos amigos. Nos locais de trabalho, eles são discriminados e insultados. Agressões físicas, ameaças, e às vezes morte, são muito reais pra eles. Reunir-se para cultuar, orar e estudar a Bíblia – tudo deve ser feito em segredo.

Após seu batismo em 2007, Noor era fiel na leitura da Bíblia, oração, e no compartilhar de seu testemunho com os amigos. No entanto, sua alegria veio com um alto preço; seu marido, normalmente amável e carinhoso, ficou muito frio com ela. Ao invés de ter boas conversas nas tardes em casa, Noor se deparava com discussões e insultos. Às vezes, as crianças presenciavam essas brigas.

Os olhos de Noor se encheram de lágrimas enquanto ela recordava as diversas vezes que tentou acalmar seu marido, para que a paz voltasse para sua casa. “Dói muito ver como meu marido mudou. Estou usando meu véu novamente, para ver se recebo de novo o respeito e amor dele”. O marido de Noor a alertou a chegar mais cedo do trabalho e não entrar mais em contato com seus amigos cristãos.

As coisas ficaram piores para Noor. Sua filha, que havia acabado a faculdade, fugiu com o amante. Noor mal tinha se recuperado do choque, quando outra notícia chegou; sua filha havia sido maltratada pelo marido e parentes, e seu filho recém-nascido havia morrido.

“Eu não sei o que fazer... meu mundo pareceu desabar quando soube o que aconteceu com minha filha e meu neto. Queria me vingar, mas filha tinha sua parcela de culpa no acontecido. E também, o Espírito Santo me fez lembrar de seu amor e perdão”, conta Noor.

Mas, para alívio de Noor, sua filha voltou para casa e pediu perdão. Noor ficou feliz, mas percebeu que sua filha não era a mais a mesma. Durante esse período, Noor orava e questionava sua fé, que seu irmão acusava ser responsável por tudo.

Outro irmão de Noor pegou sua Bíblia, e disse que ela estava proibida de ler qualquer material cristão. Com a ajuda de um amigo cristão, Noor conseguiu uma cópia do Novo Testamento, e escondeu em outro lugar. Quando arranjava uma oportunidade, ela corria para ler a Palavra de Deus.

“Você irá para o inferno se seguir Isa (Jesus)”, disse o chefe de Noor. Suas colegas de trabalho a isolaram.

Noor se lembra das suas exatas palavras para Deus naqueles momentos: “Senhor, eu estou no caminho certo?” e foi nesse momento que ela lembrou o que leu na Bíblia, que fosse forte e nunca desistisse.


Tradução: Missão Portas Abertas

* Este país não se enquadra entre os 50 mais intolerantes ao cristianismo.

Fonte:http://www.portasabertas.org.br
Postado em 26 de junho de 2010

Assembleia de Deus avança na arrecadação de donativos: mais de 8 toneladas

Campanha de arrecadação da AD do Farol


Coordenadores da campanha avisam que ainda é pouco: a situação é grave


Sete dias se passaram da tragédia que dizimou os municípios alagoanos e desabrigaram várias famílias. Muitas consequências foram deixadas pelo rastro de destruição desta histórica enchente. Prefeituras, poder judiciário e cartórios já sabem que vão encontrar muito problema pela frente por conta da destruição de documentos públicos e de cunho privado. Mas em meio a essa situação, a Assembleia de Deus, liderada pelo pastor-presidente José Antônio dos Santos, em parceria com a Defesa Civil, tem desenvolvido um trabalho brilhante e humanitário. Já são mais de 8 toneladas arrecadadas. De forma sistemática, o pastor-presidente José Antonio dos Santos lidera uma equipe de distribuição e veículos que saem para quatro municípios por dia, pela manhã, num rodízio que só deve parar quando a situação estiver estabilizada. “A ideia é manter a campanha durante uns quatro meses”, disse o Pr. Ederaldo.

Cidades alagoanas como Murici, Branquinha, União dos Palmares, São José da Lage, Rocha Cavalcante, Quebrangulo, Paulo Jacinto, Jacuípe, Matriz do Camaragibe, Santana do Mundaú e até mesmo Barreiros em Pernambuco estão sendo socorridas através de um grande mutirão assembleiano. O quartel geral é a igreja-sede no bairro do Farol. “Percebo que a mobilização está realmente muito grande. O grupo voluntário está atuante, porém a demanda é muito grande, e em caráter emergencial, precisamos de mais pessoas. Para termos idéia da situação, o expediente que montamos, desde segunda passada, para socorrer os prejudicados pela chuva é das 8h à meia-noite. Quero aproveitar o espaço para convocar a todos aqueles que tiverem interesse em nos ajudar nesta grande ação social, deixando aqui meus telefones à disposição: 8855-7779 e 9982-1352", disse o pastor Ederaldo Domingos, coordenador do mutirão.

A ação social está envolvendo membros e obreiros de várias cidades, como Flexeiras, que não foi prejudicada pelas chuvas. O dirigente da AD desta cidade, Pb. Erivaldo Melquiades, veio pessoalmente com o presbítero Marcos e o auxiliar Everaldo trazendo arrecadações colhidas de seus 800 crentes para ajudar os que foram prejudicados. Três caminhões lotados de alimentos e roupas foram entregues à Defesa Civil de Murici. E como se não fosse o bastante, estes obreiros vieram ajudar na igreja central. “Eu me sinto feliz em contribuir, prestando minha solidariedade. É nessa hora, que nós, cristãos, precisamos demonstrar o amor ao próximo. Através do nosso pastor José Néco e seu filho, o deputado Jota Cavalcante, percebo uma grande preocupação e ação por nosso próximo. Esta é a atitude social que jamais será esquecida por todos nós. Seria muito bom que essa mesma conscientização fosse apreciada e copiada por toda a liderança política, social e religiosa”, completou.

Segundo Joab dos Santos, genro do pastor José Antônio dos Santos, o trabalho que a igreja está fazndo é muito compensador. “Eu percebo que estamos em velocidade total e 100% humanitária. Observo que toda a igreja da capital e do interior está envolvida para socorrer os prejudicados. A igreja está mostrando através desta ação que é 100% preocupada com a ação social, ao ajudar não apenas nossos irmãos evangélicos mas toda a população", disse Joab dos Santos, um dos coordenadores da ação.

Pr. Clóvis, um dos voluntários, também foi envolvido pelo mesmo sentimento de filantropia. “Graças a Deus. Ao meu ver, o que está acontecendo aqui vai além das expectativas. Muitas doações estão chegando. De todas as partes pessoas estão cooperando. Isto é algo contagiante. Desde que cheguei, estou aqui das 8h da manhã até as 22h30 e sinto-me feliz em fazer parte da equipe coordenada pelo pastor Ederaldo Domingos. A igreja é isso mesmo: amor, respeito ao próximo e principalmente solidariedade”, destacou.


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 26 de junho de 2010

Cruzada Novas de Esperança irá arrecadar donativos no Eustáquio Gomes

Alice Maciel e banda Pentecostal na Cruzada Novas de Esperança


Trabalho de evangelização será na segunda à noite, com cantora Alice Maciel

A equipe da Cruzada Novas de Esperança vai estar no bairro do Eustáquio Gomes na segunda-feira à noite. A igreja na região é conduzida pelo pastor Jadson Esdras. Com o preletor Daniel Silva e a cantora Alice Maciel, o evento promete reunir centenas de pessoas para ouvir o evangelho de salvação.

O portal irá fazer a transmissão ao vivo pela TV AD Alagoas. O local será o Colégio Estadual Alfredo Gaspar de Mendonça, cedido gentilmente pela diretora Profa. Maria Lucia Procópio da Silva.

Quem for à cruzada, terá a oportunidade de também ajudar às vítimas da enchente que abateu os alagoanos neste mês. No local, haverá uma central de arrecadação de donativos que serão direcionados para a igreja-sede, no bairro do Farol, onde todos os dias estão sendo enviados kits de cestas básicas e roupas para as cidades atingidas pela chuva.


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 26 de junho de 2010

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