Festividade das senhoras na AD Novo Mundo é marcada com mover do Espírito Santo e vidas para Cristo

No último domingo, 22 de setembro, a Assembleia de Deus em Novo Mundo comemorou o 38º aniversário do Círculo de Oração e do departamento de senhoras Cânticos dos Fiéis. O culto festivo foi marcado por momentos de louvor e adoração, com a...

Cuba passa por pior crise desde 1990

De acordo com a organização El Clarín, Cuba enfrenta a pior crise no país desde 1990. Faltam alimentos, remédios, combustíveis e os cortes de energia têm sido frequentes. Tudo isso somado a crescente inflação e queda na produção agrícola...

Jogral: Peregrinos em uma Terra Estranha – A Jornada do Cristão Rumo à Pátria Celestia

Nesta terra somos apenas peregrinos. Andamos por caminhos de provação, mas o nosso destino é o céu. Aqui não é o nosso lar, pois buscamos a pátria celestial que nos espera além deste mundo passageiro...

Jogral: "Do Getsêmani à Ressurreição – O Propósito da Cruz"

Tema central: A trajetória de Jesus do Jardim do Getsêmani até a ressurreição, com ênfase no propósito da crucificação e da ressurreição – a salvação da humanidade...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

(Todos entram e formam um semicírculo. Silêncio e expectativa no ar. O ambiente está tenso, refletindo os tempos de tribulação.) 1º Participante: (Solene e reflexivo) "Os dias estão mais escuros... O que estamos...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

Maior é Jesus! Maior que a vida, maior que a dor, maior que qualquer poder! Nada nem ninguém pode se comparar a Ele! [Pessoa 1 – Firme e impactante] Maior que a vida que passa, Ele é o Eterno! A vida...

terça-feira, 21 de abril de 2009

Cristãos indianos treinados e lutando por seus direitos


ÍNDIA (22º) - Esta é a terceira parte do artigo intitulado A realidade sobre a Índia. Leia a primeira e a segunda parte.


Na Índia, país predominantemente hinduísta, os cristãos são de longe uma minoria. Eles têm sido perseguidos durante anos, e no estado de Orissa, local mais tenso do país, cerca de 50 pessoas perderam suas vidas em uma onda de violência que ocorreu em 2008. Como ocorre a perseguição dos cristãos indianos? Qual é a história desses cristãos e como eles se preparam para enfrentar tamanha opressão?

Nova Déli – Lemos na Bíblia, em 2 Timóteo 3.12, que os seguidores de Jesus serão perseguidos. Alguns cristãos perguntam a Deus se ele colocará um fim a opressão, mas isso não acontecerá. A oração certa é a que pede a Deus a força para permanecer firme. A perseguição na Índia é a prova de que a igreja está cumprindo a vontade de Jesus: a ordem de seguí-lo. As palavras duras de Abhishek Singh, diretor da Portas Abertas Índia, no início do seminário, tiveram um efeito rápido. Era como se os pregadores e pastores presentes fossem rudemente acordados com uma sacudida.

“Incendiaram minha igreja, mas eu não estava preparado para enfrentar isso, de maneira alguma, e não conseguia entender por que tinha que acontecer com minha comunidade. Nunca pensei que a perseguição é parte vida diária de um cristão”, disse um pastor de Orissa.

O objetivo primordial do seminário, que recebeu o nome em inglês de Standing Strong Through the Storm (SSTS) [Permanecendo Firmes através da Tempestade – PFAT], é equipar os cristãos a resistir à perseguição. Os pastores têm se disposto a enfrentar viagens de trem de até quatro dias para se encontrarem com os irmãos e irmãs. A maioria deles não teve qualquer tipo de educação formal, por isso, prestam muita atenção nas aulas, ouvem as histórias uns dos outros, encorajam-se entre si com palavras e canções que alegram o coração. A felicidade desses cristãos, apesar do sofrimento, das prisões, ofensas e perda de pessoas amadas, ilumina e impressiona os poucos ocidentais que participam do curso. Conhecer as histórias da Igreja Perseguida ao redor do mundo, contadas aos presentes por um membro da equipe da Portas Abertas Internacional, também traz encorajamento.

“Vocês não estão sozinhos. Por todo o mundo, centenas de milhões de cristãos estão sofrendo perseguição”, disse o membro da Portas Abertas.

Outro objetivo do seminário é gerar unidade entre os cristãos. Assim como em outros países, na Índia, os cristãos frequentam igrejas diferentes. Existem 38 denominações, desde a Igreja Católica Romana até a Igreja Luterana e Metodista. Os grupos evangélicos e pentecostais têm crescido rapidamente, principalmente em áreas rurais. O surto repentino de violência no país tem quebrado as barreiras denominacionais.

“A unidade em Jesus é mais importante do que o fato de alguém ser católico ou batista”, disse Singh.

O caminho da cruz

A Portas Abertas Internacional ministra esse curso em muitos países onde os cristãos são perseguidos. Singh e a equipe realizam cerca de 70 seminários por ano, em todas as partes da gigantesca Índia.

“Por causa do que houve em Orissa, os cristãos estão preocupados com a situação perigosa em que vivem. Mas eles estão preparados? Não, nem todos estão preparados. Não se esqueça de que a Índia é um país muito grande. Temos anos de trabalho a realizar”, disse Singh.

Santosh Munna, teólogo formado, tenta dar luz à Bíblia no que diz respeito ao fenômeno da perseguição: “Jesus tomou o caminho até a cruz, nós devemos estar preparados para fazer o mesmo. Não há outro caminho. Se você diz na Índia que Jesus é um caminho, nem os extremistas se incomodam com isso. Mas se você diz que Jesus é o Caminho, aí então você cria problemas. Nós temos que nos apegar ao que a Bíblia diz a respeito de Jesus. Não há nada que diga que nosso caminhar ao longo da vida será um mar de rosas”.

Ele ainda cita diversas afirmações de Jesus que demonstram que o sofrimento faz parte da vida cristã. Jesus disse em João 15.20: “Se me perseguiram, também perseguirão vocês”. Em Lucas 6.22, Jesus disse: “Bem-aventurados serão vocês quando os odiarem, expulsarem e insultarem, e eliminarem o nome de vocês, como sendo mau, por causa do Filho do homem”.

Baseando-se na primeira carta de Pedro, ele declara que Deus permite o sofrimento e tem um propósito para ele. “Deus tem um plano para Orissa. Não conseguimos entendê-lo ainda, mas um dia o entenderemos.”

Ele diz também que há uma benção no sofrimento em prol de Jesus, e no final de tudo, haverá vitória. “Nós, como pessoas, podemos ser impedidos de continuar, mas nada e ninguém pode conter Cristo e sua Igreja. A Igreja continuará a existir, não importa o que aconteça. Os cristãos podem proclamar essa vitória.”

Mas como responder às ameaças de violência? É possível ter armas para se defender e sua família? Não há nenhuma dúvida de que o comportamento bíblico para essas circunstâncias é de que os cristãos nunca devem revidar, mas sim “dar a outra face”. Essa afirmação causa comentários e discussões no ambiente.

“Sim, mas e se alguém está tentando cortar minha cabeça com uma espada? Eu realmente não tenho permissão de fugir?” Questionou um pastor.

Outro pastor disse que os cristãos não devem em hipótese alguma ser violentos, nem mesmo quando tiverem que se defender. Certa vez, sua igreja foi cercada por um grupo de hinduístas radicais com pedaços de madeira e armas. Ele disse: “Começamos a ler a Bíblia e orar em voz alta. Quando os hinduístas ouviram, eles pensaram que estávamos em um grande grupo dentro da igreja, por isso, se amedrontaram e fugiram”.

Imediatamente, um colega começa a contar uma história contrastante. Em sua comunidade, todos os membros da igreja, adultos ou jovens, receberam armas para defenderem a igreja. Quando os grupos extremistas ficam de frente com os cristãos armados, eles fogem. Quando falou isso, o teólogo disse: “Mas aí eles vão a outra igreja e incendeiam ela”.

Tentando encontrar um meio-termo na discussão, ele disse ainda: “Se você vai se defender ou não, isso dependerá das circunstâncias. Mas uma coisa nunca deve acontecer. Você jamais deve se defender usando armas, nem mesmo se alguém for assassinado, porque nossa esperança está na ressurreição em Cristo”.

“Amem seus inimigos e orem pelos que os perseguem,” ele falou citando Jesus em Mateus 5.44.

Direitos

Através do seminário, a Portas Abertas Internacional espera fazer com que os líderes pratiquem em casa o que aprenderam, de tal maneira que haja um efeito multiplicador. É por isso que o programa apresenta primeiramente e de forma resumida os assuntos dogmáticos, como por exemplo, a trindade, e só depois passa para o treinamento de liderança e para os elementos essenciais de ajuda a vítimas. Em Orissa, em 2008, a organização também realizou sessões de aconselhamento pós-trauma com os cristãos afetados. A maioria dos pastores tem somente a Bíblia, portanto, no final do curso, eles recebem trinta livros, desde comentários bíblicos até alguns livros teológicos básicos. Paralelamente a esse seminário, outro encontro também foi realizado em uma localidade diferente, sobre os direitos dos cristãos na Índia. Um dos preletores foi o advogado Ram Singh, de Orissa, sendo um dos poucos com formação legal na região. Ele admitiu que estava exausto por causa da quantidade de trabalho. O telefone toca sem parar. É verdade que os cristãos são minoria, mas sob a lei, eles têm tantos direitos quanto os hinduístas.

“Mas na prática, eles fazem pouco uso disso, simplesmente porque não conhecem seus direitos”, disse Singh.

Apoiado pela Portas Abertas Internacional, ele ensina aos cristãos que devem defender seus direitos. Os primeiros frutos são visíveis. Até agora, milhares de queixas oficiais foram apresentadas às delegacias de polícia.

“De acordo com a lei, a polícia deve levar cada queixa a sério. Dessa maneira, nós os forçamos a fazer algo”.

Para começar a pressionar as autoridades de Orissa a abrir os processos contra os criminosos e prover ajuda às vítimas, Singh e sua equipe submeteram um processo na corte mais alta do estado. Essa autoridade legal de alto escalão de Orissa pode forçar o governo a tomar alguma atitude. Por causa disso, mais policiais e militares foram solicitados, o que fez com que um segundo surto de violência, depois do assassinato de outro líder hindu, fosse impedido. No momento, centenas de extremistas hindus foram presos, segundo Singh.

“Acho que quando tudo se resolver, cerca de 5.000 devem ser presos, ele afirma de forma otimista.”

Apesar de todos esses sinais promissores, ninguém quer ou é capaz de dar uma declaração de como as coisas andarão em Orissa. Existem muitos problemas. Milhares de cristãos ainda estão vivendo em campos de refugiados. Somente um pequeno número de organizações, operando sob a direção da Cruz Vermelha, tem permissão de prover ajuda. Elas suprem as necessidades básicas, mas o inverno chegou e a situação tem se agravado.

É muito difícil para muitos retornarem aos lares, porque os documentos de proprietários foram perdidos com suas casas. Singh diz que é uma tarefa difícil em termos legais. Os hindus extremistas fizeram seu trajeto de destruição em três semanas, mas a reconstrução demorará muito tempo. O diretor da Portas Abertas Índia disse: “Se não houver outro surto de violência contra os cristãos, a reconstrução pode demorar dez anos”.

* Para evitar o reconhecimento das pessoas envolvidas, os nomes foram alterados no presente artigo.



Acesso em 21 de abril de 2009.

Eleições na Índia afetarão economia, educação e religião

ÍNDIA (22º) - O modelo de governo da Índia precisa passar por reformas para se tornar menos lento e mais eficiente, garantindo, com isso, que o país continue crescendo economicamente no ritmo atual.

Essa é a opinião de analistas ouvidos pela BBC Brasil. Para eles, no entanto, promover reformas dentro do complexo sistema político indiano pode ser um desafio difícil de ser vencido.

A democracia indiana é motivo de orgulho para a maioria da população. Há anos o país conviveu com o estigma de que uma democracia tão grande e diversa nunca funcionaria em uma região marcada pela presença regimes totalitários.

Entretanto, ao longo dos 62 anos que se passaram desde sua independência, a Índia passou por um período de apenas 21 meses de exceção democrática - nos anos 1970.

Para o economista-chefe do banco de investimentos Goldman Sachs, Jim O"Neill, criador do termo BRIC a comparação do desenvolvimento da Índia com a China, por exemplo, mostra as limitações do sistema indiano no que se refere à capacidade de adotar mudanças de política econômica.

"A Índia precisa manter sua democracia, mas também precisa encontrar uma maneira para fazer com que ela funcione de forma mais eficiente. É quase como se em determinados momentos a democracia indiana sufocasse a Índia", disse ele em entrevista à BBC Brasil.

Polarização

A política indiana foi historicamente dominada pelo Partido do Congresso Indiano, de figuras como Indira Gandhi e Jawaharlal Nehru. Entre 1998 e 2004, o nacionalista Bharatiya Janata Party (BJP), de oposição ao Partido do Congresso, governou o país. No nível federal, o Partido do Congresso e o BJP são as principais forças que polarizam a política da Índia.

No nível local, o sistema político indiano é muito mais complexo e reflete a diversidade étnica, cultural e religiosa do país. Os hindus formam 85% da população indiana, mas o país é uma miríade de culturas e religiões: sikhs, católicos, parsis, jainistas, budistas, entre outros. Além disso, a sociedade indiana é dividida em castas - que não se limitam mais apenas à religião hindu.

Desde os anos 80, partidos regionais que se apoiam em interesses de castas, religiões e línguas diferentes estão conquistando prefeituras e governos estaduais, diminuindo a influência do Partido do Congresso e do BJP. Cada Estado tem partidos diferentes e, para governar, os dois principais partidos nacionais precisam formar a maior coligação possível.

Pesquisas mostram que o Partido do Congresso e o BJP devem conquistar menos de 150 das 544 vagas no Parlamento nas próximas eleições gerais da Índia, em abril e maio - número muito inferior ao de 273 vagas necessárias para governar o país como maioria.

"O Partido do Congresso e o BJP estão perdendo a sua importância. O que estamos vendo são coalizões multipartidárias no nível nacional", afirma o historiador e escritor Ramachandra Guha, autor do livro "A Índia após Gandhi: a história da maior democracia do mundo".

"Esse fenômeno, por um lado, é um aprofundamento da democracia indiana. O fato é que os dois partidos nacionais não conseguem representar as aspirações diversas, e grupos e regiões inteiras que eram excluídas antes estão achando sua voz no processo político. Mas se você olha isso no nível nacional isso fica irracional, porque com 25 partidos diferentes formando um governo fica impossível ter qualquer política coerente de longo prazo em infra-estrutura, educação e saúde", afirma Guha

O especialista ressalta que algumas das características da democracia - como liberdade de expressão e eleições livres e justas - são fortes na Índia. Ele lembra, entretanto, que o funcionamento geral do Estado nas áreas de saúde, educação e infra-estrutura ainda é muito deficiente.

Educação

Por isso, reformas são vistas como chave para a Índia, sobretudo em áreas como educação - o acesso dos mais pobres a ela é considerado essencial para que um número cada vez maior de indianos seja incluído no crescimento econômico do país.

"A Índia precisa de reformas para continuar crescendo, sobretudo reformas que diminuam a disparidade de renda entre os diferentes setores da sociedade e regiões do país", afirma Evan Feigenbaum, analista do Council on Foreign Relations, instituto de pesquisas baseado em Nova York.

O perigo, segundo ele, é que o ritmo lento de algumas destas reformas ponha em xeque o desenvolvimento da Índia como potência.

O modelo de desenvolvimento escolhido pela Índia se baseia na aposta na expansão da economia e no fato de o país ter uma população de 1,3 bilhão. Combinados, esses dois fatores formariam um dos maiores mercados consumidores do mundo, consolidando a posição do país como potência num futuro próximo.

No entanto, não há garantias de que a Índia conseguirá manter até 2020 seu elevado índice de crescimento - 8% em média - sobretudo com o país dando sinais de que está sendo afetado pela crise econômica mundial. Para muitos analistas, o sucesso da Índia como potência dependerá de reformas de inclusão promovidas pelo governo e da velocidade com que a democracia conseguirá entregar essas reformas.

Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Acesso em 21 de abril de 2009.

Missão Portas Abertas participa de palestra na OAB SP


BRASIL (*) - A Missão Portas Abertas, representada por quatro integrantes, participou na quarta-feira, dia 18 de março, da palestra sobre a Universalidade dos Direitos Humanos e Liberdade Religiosa, no Salão Nobre da OAB SP. O evento contou com a exposição do Desembargador do TJ SP, Antonio Carlos Malheiros e do Dr. e Vice-Presidente da Associação Brasileira de Liberdade Religiosa e Cidadania (ABLIRC), Aldir Guedes Soriano, além do debatedor, Dr. e Conselheiro Seccional da OAB SP, Marcelo Ferrari Tacca.

Cerca de 100 pessoas, a maioria advogados e estudantes de Direito, participaram da ministração desses renomados profissionais, sobre um assunto que ainda não é muito divulgado no Brasil. O motivo é simples: como o país não enfrenta intolerância religiosa, nem as pessoas e nem os próprios advogados têm muito interesse em algo que acontece longe da realidade brasileira. Ainda que existam algumas indiferenças religiosas na sociedade, o Brasil é um dos países com maior liberdade de religião e crença.

Os três palestrantes mencionaram a dificuldade de expor a questão e a importância de se salvar vidas, servindo as pessoas, ainda que essas estejam em outros países.

Segundo Malheiros, pior que o desconhecimento é o desinteresse. “Jesus Cristo foi corajoso, tolerante e defensor dos Direitos Humanos”, afirma. Para o Desembargador, a solidariedade caminha junto com tais direitos e ensina aos seus alunos que devem sentir o “gosto da lágrima das pessoas”.

De acordo com o Dr. Aldir Soriano, a liberdade religiosa envolve vários direitos, já que esses não existem isoladamente, mas são relacionados. Ele menciona que o Estado deve proteger as pessoas porque elas têm direito de escolha e a religião pode ser um bem a quem a pratica, mas também pode ser um mal quando está associada a interesses estatais.

Para Soriano, “qualquer pessoa tem direito à liberdade religiosa e todo ser humano deve respeitar esse direito“. E alerta, ainda: “os direitos fundamentais não são dados pelos governantes. São direitos natos de todo ser humano. O Estado não deu e não pode tirar ou restringir sem uma razão plausível.”

Segundo o advogado, a perseguição religiosa alcança todas as religiões, mas pelo fato de o cristianismo ser a maior religião no mundo, o risco para os cristãos também é maior. Para ilustrar sua fala, em sua exposição apresentou o mapa da Classificação de países por perseguição e fotos cedidas pela Missão Portas Abertas.

A preservação da vida e da liberdade são valores importantes, por isso, é necessário solicitar que o governo brasileiro tenha uma posição mais incisiva pelos direitos fundamentais de qualquer ser humano, aonde quer que esteja.

Já para o Dr. Marcelo Ferrari Tacca, é preciso praticar o exercício da tolerância, pois sem ela, é impossível ter liberdade religiosa. Ele acredita que não basta a norma estar escrita, ela precisa ser respeitada.

Ele afirma que o povo brasileiro é privilegiado e tem de fazer algo por aqueles que não têm voz. “Temos de ser a massa crítica, temos de falar para fora, pois nossos problemas de religião são de fácil resolução, mas o que está acontecendo no mundo é diferente. Isso não serve para a solução doméstica, mas para a externa”. E acrescenta: “pode ser pouco, mas a omissão é pior. Temos a obrigação moral de fazer alguma coisa”.

Para o secretário geral da Missão Portas Abertas, Douglas Monaco, a participação da equipe foi muito proveitosa. Segundo ele, “a religião é um dos caminhos pelos quais o homem busca o sentido da vida e a liberdade com que faz isso é um direito que deve ser inalienável. Foi dignificante a adesão de protagonistas do meio jurídico paulista à causa da liberdade religiosa”.


Acesso em 21 de abril de 2009.

Igreja pede oração pelo país, que enfrenta uma guerra civil

SRI LANKA (36º) - Os rebeldes separatistas dos Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE) afirmaram nesta terça-feira, em comunicado, que aceitam a proposta do governo do Sri Lanka por um cessar-fogo de 48 horas, vigente durante as celebrações de Ano-Novo no país.

Entretanto com o fim do cessar-fogo na quarta-feira, 15 de abril, o Exército voltou a atacar LTTE, de acordo com os rebeldes. Eles acrescentaram que civis na região nordeste do país foram feridos e mortos.

As forças armadas, que foram pressionadas a não bombardear áreas onde civis estão aprisionados, negam o ataque.

Depois de meses de uma extensiva ofensiva do Exército cingalês, os rebeldes tâmeis foram encurralados em uma pequena faixa de cerca de 15 km² no país, onde vivem ainda cerca de 100 mil civis, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas).

Pedidos de oração

• Peça ao Senhor para proteger seus filhos, pegos em meio ao fogo-cruzado do conflito étnico no Sri Lanka.
• Ore a Deus para que Ele use sua Igreja como instrumento de paz e reconciliação nesse país devastado pela guerra.
• Clame por esperança para milhares de famílias que ficaram desabrigadas por causa da guerra civil.

Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Acesso em 21 de abril de 2009.

Cristãos norte-coreanos se preparam para mudanças

COREIA DO NORTE (1º) - Durante o ultimo mês, a Coreia do Norte atraiu a atenção de todo o mundo com suas ameaças que abriam o caminho para o lançamento de um míssil de longo-alcance, que pode acontecer nos próximos dias (leia mais). Os Estados Unidos e seus aliados, incluindo a Coreia do Sul, alertaram a Coreia do Norte de que o teste de lançamento pode trazer graves consequências.

De acordo com relatos de campo, o risco de guerra é um pesadelo para os norte-coreanos. Os oficiais pediram para que os cidadãos se preparassem com provisões para um estoque de 15 dias, caso houvesse guerras. Até os jovens estudantes são focados a transportar caixas de munição.

Enfatizando que era um favor do “grande líder”, os norte-coreanos receberam um porção especial de milho e arroz em homenagem ao aniversário de Kim Jong II, em 16 de fevereiro. Mas a vida desses moradores está piorando. A crise na economia mundial alcançou a Coreia do Norte. Os ricos estão ficando mais ricos e os pobres cada vez mais pobres. Um pequeno número da classe dominante está importando alimentos da China. Suas casas estão repletas de mercadorias raras e caras. Enquanto isso, pessoas morrem de fome.

Os líderes de igreja norte-coreanos começaram uma campanha de oração pelo evangelismo na Coreia do Norte a sociedade norte-coreana está extremamente instável. Os cristãos veem isso como uma oportunidade de desenvolver e reforçar a Igreja. Eles estão mais unidos, mesmo que a situação tenha piorado.

As autoridades norte-coreanas adiantaram-se nas medidas para expor todos os membros de igrejas clandestinas. Os cristãos na Coreia do Norte pedem atenção especial de seus irmãos ocidentais, e oração por causa da situação difícil. Eles também estão orando uns pelos outros, e se preparando para a mudança pela qual a igreja norte-coreana enfrentará em um futuro próximo.

A Coreia do Norte ocupa a primeira posição na Classificação de países por perseguição.

Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Acesso em 21 de abril de 2009.

Crise na Bolívia: ore pelos missionários desse país

BOLÍVIA (*) - A iminente crise político-econômica entre Brasil e Bolívia já afeta outros setores do relacionamento entre os dois países. Há rumores de que a aproximação do presidente boliviano aos ideais comunistas venha atingir em cheio a obra dos missionários. Correm boatos de que o presidente Evo Morales poderá se apropriar de propriedades de igrejas lideradas por pastores estrangeiros e poderá expulsar os missionários que não estejam em situação legal em La Paz e outras cidades. Também se diz que os vistos para alguns missionários já foram negados. A posição radical do governo, ao expulsar mil famílias brasileiras das terras próximas à fronteira com o Brasil, só reforça tais preocupações. Missionários que estão em processo de legalização na Bolívia temem que haja ações violentas por parte do governo. Eles também se preocupam com a possibilidade de não conseguirem regulamentar a sua situação de permanência no território boliviano. Pedimos que você ore para que Deus livre os missionários de possíveis ataques do governo. Que o Senhor também lhes dê oportunidade para continuarem a trabalhar pelo Reino naquela nação. Ore também para que a crise entre o governo do Brasil e da Bolívia se resolva. Que ela não chegue a prejudicar os menos favorecidos em todo este quadro: os cidadãos bolivianos e brasileiros. Ore ainda para que as portas para o evangelho se abram ainda mais, e que os cristãos na Bolívia sejam fortalecidos, bem como os missionários, pastores e outros que se dedicam à causa do evangelho. Se você pode, você deve orar. Não se esqueça: "A oração de um justo é poderosa e eficaz" (Tiago 5.16b).

Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Acesso em 21 de abril de 2009.

domingo, 19 de abril de 2009

Assista ao vídeo "O poder de Deus operando na Índia"



Fonte:http://www.portasabertas.org.br/

Acesso em 19 de abril de 2009.

"[...] como podemos saber o caminho? Respondeu Jesus: 'Eu sou o caminho, a verdade e a vida'." João 14:5b, 6a




Nesse início de ano, a Índia tem recebido muito destaque na mídia brasileira. Pode-se dizer que não só no Brasil. A grande surpresa do Oscar esse ano foi um filme indiano, que não apresenta o país como uma maravilha, mas, sem dúvida, traz sobre ele olhares do mundo inteiro. Além disso, o desempenho econômico tem dado destaque para a Índia nos principais jornais do mundo. Esse país tem influenciado as tendências da moda, de comportamento, de linguagem e relacionamento da população. No âmbito cristão, a Índia também gerou uma atenção especial, mas não para criar tendências, e sim para levar irmãos à oração.
A Índia sempre apresentou algumas limitações em relação à liberdade religiosa, mas depois de agosto de 2008, em que cristãos foram acusados de matar o líder hindu Saraswati, a violência aumentou gravemente.
De acordo com a Classificação de países por perseguição, publicada anualmente pela Portas Abertas, a Índia subiu de posição. De 30º lugar em 2008, foi para 22º, entrando no grupo de nações com “Limitações severas”, principalmente após a onda de acidentes no final do ano.
Fontes afirmam que inúmeros cristãos foram atacados e mortos, e muitas casas e igrejas destruídas. Para saber mais detalhes sobre os incidentes na Índia, assista aqui ao vídeo em que o irmão André fala sobre a situação no país.
Neste ano, temos recebido diversas notícias sobre os incidentes com cristãos que ocorrem no país. Essa é uma das realidades da Índia, um cenário de intolerância religiosa sem perspectiva de melhoras. Um país que necessita profundamente descobrir e conhecer o único CAMINHO, verdade e vida: Jesus Cristo. Ele é o Caminho para a Índia.
Durante o mês de março, a Missão Portas Abertas publicará em seu site uma série com três artigos especiais sobre a Índia. Acompanhe semanalmente as notícias em nosso site e fique informado sobre a perseguição de nossos irmãos indianos.
"A realidade sobre a Índia" é uma série de 3 artigos que contêm relatos de pastores que passaram pelos ataques dos últimos meses, entrevista com o diretor da Portas Abertas Índia


Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Acesso em 19 de abril de 2009.

Mulher é agredida e expulsa de casa por ser cristã

SUDÃO (30º) - Quando Halima Bubkier da cidade de Sinar se converteu do islamismo para o cristianismo no ano passado, seu marido aceitou sem nenhum problema.

“Depois de assistir o filme ‘Jesus’, senti que precisava de uma mudança em minha vida sem esperança e sem sentido”, disse a mãe de 35 anos. “Eu vivi uma vida de alcoolismo e falta de controle, então, tentei o cristianismo e ele funcionou para mim. Eu compartilhei essa visão com meu marido, e ele me apoiou e permitiu que frequentasse os cultos.” As notícias de sua conversão se espalharam rapidamente, e no dia 14 de setembro ela ficou frente a frente com extremistas que sentiram que sua conversão era um ato de traição. Algumas semanas depois, durante os banquetes do Ramadã, os islamistas proibiram que seu marido participasse das refeições por causa da fé dela. “Meu marido foi totalmente rejeitado pelos colegas. Eles se recusaram a comer a comida que eu havia feito para ele, dizendo que muçulmanos não podem comer alimentos feitos por infieis”, disse ela. Bubkier disse que nunca imaginava que sua mudança de fé iria provocar essa prova. “Ele estava tão bravo que jogou uma cadeira em mim, e feriu minhas costas. Como se isso não fosse o suficiente, ele retirou todos os pertences dele de dentro da casa e a incendiou. Depois de perder tudo o que eu tinha, ele me expulsou”, conta. Ela decidiu se refugiar com seu irmão mais velho, Nur Bubkier, que, quando soube da conversão de Halima a agrediu e tentou esfaqueá-la. Maria Mohamud e um diácono da Igreja de Cristo no Sudão conseguiram resgatá-la, mas Halima Bubkier ficou presa na delegacia por três dias, sob as acusações de “desrespeito ao islã”. Durante esse período, Mohamud cuidou de seu filho de 2 anos. Depois dos três dias, ela esperava ser julgada. “Antes de minha audiência, um pastor copta [identificado apenas como Sheed], soube do meu caso e conversou com um policial, afirmando que, de acordo com a lei, ninguém deve ser preso por causa da religião. Então, fui solta.” Bubkier deixou seus filhos de 6 e 8 anos com seu marido, que parece ter casado com outra mulher. Ela disse que apesar de estar muito preocupada com a segurança de seus filhos, ao menos está escondida e seu marido não sabe onde ela está. “Esperava que meu marido apreciasse minha mudança positiva, mas ao invés disso, ele respondeu negativamente. De fato há algo errado com o islã, em que o bem é recompensado com o mal”, diz Halima. “Mas eu me sinto normal. Agora eu tenho uma vida melhor para viver. Estava perdida na escuridão. Deixe que Deus perdoe todos aqueles que me prejudicaram. Eu sei que não posso voltar atrás.”

Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Acesso em 19 de abril de 2009.

Sai da prisão para continuar apanhando em casa

Parentes islâmicos surram a jovem; sua vida é ameaçada por muçulmanos extremistas.

Istambul, 23 de julho. A polícia egípcia da Alexandria que na semana passada prendeu a jovem recém convertida ao cristianismo. No dia 23 a entregou para sua família de fanáticos islâmicos, que a surraram antes mesmo de levá-la dali. Testemunhas oculares disseram que os membros da família de Shaymaa (Eman) Muhammad al-Sayed, de 26 anos, continham seus gritos desde a delegacia de Bab-Sharky onde ela havia sido detida. Depois de ter sido severamente surrada num cemitério que se localiza atrás da delegacia, ela foi forçada a entrar no microônibus da família e partiram dali. Na semana passada, no dia 16 de julho, os membros da família ameaçaram publicamente de morte Al-Sayed por abandonar o Islã e se tornar uma cristã, depois que a avistaram passeando numa feira na Alexandria. A polícia local imediatamente pediu sua prisão preventiva, mas em lugar da proteção da polícia local, oficiais da segurança do estado sujeitaram-na, por dias, à severas torturas físicas e emocionais, que incluíam choque-elétrico, surra e ser fotografada nua. Seus repetidos pedidos para pressionar a acusação contra a sua família pela tentativa de seqüestrá-la e matá-la, foram ignoradas.

Fonte: http://martirescristaos.blogspot.com
Acesso em 19 de abril de 2009.

A LUTA DE UM CRISTÃO

A conversão mais famosa ao cristianismo no Egito foi do ex-muçulmano Mohammed Ahmed Hegazy. Está escondido em para não ser linchado. Na cédula de identidade de qualquer egípcio consta a religião que qualquer pessoa tem, e ele é conhecido por ser o primeiro muçulmano egípcio que tenta mudar sua cédula de identidade para que conste cristão ao invés de muçulmano. A sua cara foi divulgada em todos os canais de notícias e jornais impressos do país. Onde quer que ele vá poderá ser reconhecido por radicais fanáticos que tem a intenção de matá-lo. Até membros da sua própria família estão tentando matá-lo. Já se passaram oito meses desde que a Corte Egípcia encerrou seu caso em uma decisão do dia 29 de janeiro que declarou que é contra a lei islâmica que um muçulmano abandone o Islã. Desde então Hegazy se viu obrigado a mudar por cinco vezes com sua esposa e filha. Hegazy diz que seu caso é de discriminação por parte do Juiz. Vamos orar para que Hegazy possa continuar firme e que seu testemunho faça que mais cristãos queiram fazer esta mudança na cédula de identidade.

Fonte: http://martirescristaos.blogspot.com
Acesso em 19 de abril de 2009.

sábado, 18 de abril de 2009

VÍDEOS CONQUISTANDO BEBEDOURO PARA CRISTO






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