Festividade das senhoras na AD Novo Mundo é marcada com mover do Espírito Santo e vidas para Cristo

No último domingo, 22 de setembro, a Assembleia de Deus em Novo Mundo comemorou o 38º aniversário do Círculo de Oração e do departamento de senhoras Cânticos dos Fiéis. O culto festivo foi marcado por momentos de louvor e adoração, com a...

Cuba passa por pior crise desde 1990

De acordo com a organização El Clarín, Cuba enfrenta a pior crise no país desde 1990. Faltam alimentos, remédios, combustíveis e os cortes de energia têm sido frequentes. Tudo isso somado a crescente inflação e queda na produção agrícola...

Jogral: Peregrinos em uma Terra Estranha – A Jornada do Cristão Rumo à Pátria Celestia

Nesta terra somos apenas peregrinos. Andamos por caminhos de provação, mas o nosso destino é o céu. Aqui não é o nosso lar, pois buscamos a pátria celestial que nos espera além deste mundo passageiro...

Jogral: "Do Getsêmani à Ressurreição – O Propósito da Cruz"

Tema central: A trajetória de Jesus do Jardim do Getsêmani até a ressurreição, com ênfase no propósito da crucificação e da ressurreição – a salvação da humanidade...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

(Todos entram e formam um semicírculo. Silêncio e expectativa no ar. O ambiente está tenso, refletindo os tempos de tribulação.) 1º Participante: (Solene e reflexivo) "Os dias estão mais escuros... O que estamos...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

Maior é Jesus! Maior que a vida, maior que a dor, maior que qualquer poder! Nada nem ninguém pode se comparar a Ele! [Pessoa 1 – Firme e impactante] Maior que a vida que passa, Ele é o Eterno! A vida...

terça-feira, 1 de março de 2016

Líderes políticos se unem para derrotar o Al-Shabbab

 
 O enfraquecimento do grupo extremista nas áreas rurais vai aliviar a situação de cristãos que estão sofrendo com o alto nível de perseguição religiosa


 Somália
O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, pediu uma revisão do mandato da Missão da União Africana para a Somália (Amisom), no qual foi enfatizado que o grupo Al-Shabaab deve ser derrotado, através das regras de engajamento das forças da Missão. Kenyatta recomendou ao Conselho de Segurança da Amisom que peça à ONU e parceiros internacionais que mandem reforço para melhorar a capacidade operacional.

 "A ilegalidade, corrupção, violência, extremismo religioso e guerras entre as milícias, estão sendo utilizadas para caracterizar um governo falho, típico dos tempos atuais. Os cristãos estão vivendo, praticamente, sob o domínio desses guerrilheiros e militantes do Al-Shabaab, que atuam como líderes tribais. O pedido do presidente do Quênia é pertinente e visa enfraquecer a posição desse grupo terrorista, reforçando o governo somali", comenta um dos analistas de perseguição.

 Em nota, o secretário geral Ban Ki-moon afirma que "o ato não vai reduzir a decisão da ONU de trabalhar lado a lado com a União Africana" e das suas forças na Somália com o objetivo de apoiar o povo e o governo somalis. "Enfraquecer o Al-Shabaab vai reduzir a enorme pressão que os cristãos estão sofrendo, sendo até caçados pelos militantes e arrancados de dentro de suas próprias casas, muitas vezes, até mortos de forma violenta. O governo precisa retomar as áreas rurais para que isto aconteça", observa o analista. A Somália ocupa 7º lugar na Classificação da Perseguição Religiosa de 2016 e vive o pior momento da guerra civil que se instalou no país, permanecendo entre os dez principais países onde é mais difícil ser cristão.

 Ainda assim, a igreja somali persevera. Entre os momentos mais difíceis de perseguição e execuções, os cristãos têm-se mantido firmes, se apegando à sua fé secreta. A Portas Abertas apoia os cristãos do Chifre da África com treinamentos bíblicos, discipulados e ajuda no desenvolvimento socioeconômico de cristãos que perderam tudo por causa da sua fé. Pode parecer impossível para alguém se converter na Somália, mas nada é impossível para Deus. Lembre-se deles em suas orações!

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Postado 01 de março de 2016

Budistas tentam agitar uma guerra civil no país

 
 Mesmo não fazendo parte da Classificação da Perseguição Religiosa em 2016, o Sri Lanka continua perseguindo cristãos através do budismo extremista

 Sri Lanka
O líder do grupo budista extremista Bodu Bala Sena participou de um processo judicial, acusando o tribunal e o governo de perseguir os "heróis de guerra". As informações sobre o processo foram noticiadas pela Comissão Asiática de Direitos Humanos, no mês de janeiro e o monge budista, Gnanasara Thera, foi detido. "Durante as eleições do ano passado, os grupos budistas radicais permaneceram em silêncio, mas agora eles estão fazendo barulho e tentando agitar uma guerra civil no país", comenta um dos analistas de perseguição.

 Depois de interromper o processo judicial, o monge recebeu uma advertência e, como não parou com suas acusações, foi acusado de desacatar as autoridades no tribunal. Depois que o mandado de prisão foi emitido, ele mesmo se entregou às autoridades no dia seguinte. De acordo com a imprensa local, existe o risco de que ele tente se posicionar como um mártir entre os budistas. "É possível até que os seus apoiadores intensifiquem os esforços para atacar as minorias religiosas, como cristãos e muçulmanos. Isso é previsível, principalmente para os seguidores do cristianismo", diz o analista.

 Embora o Sri Lanka não esteja na Classificação da Perseguição Religiosa em 2016 e no ano de 2014 ele tenha ocupado a 29ª posição, caindo em 2015 para 44º. Isso não deve ser visto como uma grande melhoria da situação da minoria cristã. É, antes, devido ao fato de que, em vários países, em especial na região africana, a situação piorou e alterou a posição do Sri Lanka no ranking. Mesmo assim, o número de cristãos continua crescendo e, inclusive, o ministério infantil tem tido ênfase, através de irmãos que são chamados para servir no Reino de Deus, evangelizando os pequenos cingaleses. Ore por essa nação!

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Postado 01 de março de 2016

O que os 5 anos desde a Primavera Árabe representam

 
 O acontecimento, que se transformou em inverno, agravou ainda mais a situação dos cristãos em vários países, provocando uma forte crise econômica e a falta de democracia

 Egito
Cinco anos se passaram desde o início da Primavera Árabe, que rapidamente se transformou em inverno, quando a violência em larga escala e a instabilidade evoluiu, como forma de protesto contra o movimento que deu início às revoluções populares contra o governo do mundo árabe. A raiz dos protestos iniciais agravou ainda mais a situação dos países, provocando uma forte crise econômica e a falta de democracia. Morsi, o líder da Irmandade Muçulmana, foi derrubado no Golpe de Estado egípcio, em 2013. Ele foi o primeiro presidente eleito democraticamente no país, mas já havia sido condenado à prisão perpétua por espionagem e por ter sido a favor do movimento palestino "Hamas", do Hezbollah libanês e do Irã.

 Atualmente, os cristãos olham para trás e vêm como a revolução mudou a igreja. "Agora, o Egito tem um memorando de Constituição aprovado e um parlamento eleito que se reuniu pela primeira vez em 10 de janeiro de 2016. São marcos importantes no Egito e, o movimento da Primavera Árabe, que se iniciou em 2011 foi muito significante. Podemos dizer que, foi uma tentativa desesperada de passar uma mensagem de insatisfação do povo em relação ao governo. As principais reivindicações foram as mais básicas, pão, liberdade e dignidade humana", comenta um dos analistas de perseguição.

 No Egito, que viveu durante décadas sob o regime de Mubarak, foi o que permitiu a união do poder e da riqueza para um pequeno círculo da elite política, econômica e de pessoas influentes. "Nós, os outros 85 milhões de pessoas, fomos politicamente marginalizados sob o regime de partido único. Éramos uma nação sem voz e a maioria sofria por não obter serviços de saúde decentes, educação de qualidade e oportunidades justas de trabalho, além de presenciar um sério preconceito de religião, sexo e status social", observou o analista.

 O sonho de qualquer mudança política, econômica ou social parecia longe de alcance. "Mas nós oramos, nos mobilizamos e o povo foi para as ruas, decidido a obter qualquer tipo de mudança, por menor que fosse. As mudanças positivas vieram e nós sabíamos que Deus iria intervir. As praças e as ruas ficaram iluminadas com fogos de artifício, e os nossos rostos iluminados pelo Espírito Santo de Deus. Cultos foram organizados nas igrejas para comemorar a queda de um passado doloroso. Nesses primeiros dias da Primavera, vimos um povo realmente desabrochando, florindo e exalando o perfume da alegria. Muçulmanos e cristãos se abraçavam. Nossa equipe de louvor recebeu autorização para agradecer a Deus em público. Levamos nosso teclado e nosso violão e cantamos alegres para Jesus. Pusemos ler a Bíblia no microfone, passando a mensagem da paz de Cristo. Eu ainda me emociono ao lembrar daqueles momentos", relata um cristão que participou de todo o movimento.

 Mas, segundo ele, aquela "linda revolução" foi sequestrada. "A Irmandade Muçulmana nos enganou e manipulou a todos. Por qual objetivo? Transformar o Egito num Estado Islâmico, aplicando a sharia. O resultado? Instabilidade política, insuficiência econômica e muitas noites de insônia para os egípcios. "Nunca sabemos o que vai nos acontecer no dia seguinte, vivemos inseguros e sempre preocupados. Eu já chorei muitas vezes, junto da minha família e com a igreja egípcia. Já vimos centenas de carros de som passar em frente à nossa casa, com seus cartazes que proclamam ‘Nós declaramos que o Egito é um Estado Islâmico’. Minha esposa questionou se um dia nossa filha terá que usar um véu e cobrir seu sorriso. Seu olhar era triste e desanimado. E eu mesmo questionei em meu íntimo ‘será que teremos que contrabandear Bíblia?’. Nossa terra, que já foi visitada pelo Senhor Jesus, voltará a ser uma terra seca e sem vida?’", lamenta um outro cristão que não pode ser identificado, por motivos de segurança.

 Ore pelo Egito e por todos os países e cristãos que sofrem com o "inverno árabe".

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Postado 01 de março de 2016

Violência contra cristãos aumenta na Nigéria

 
 Região central e sul da Nigéria têm sido os principais focos de militantes islâmicos

 Nigéria
A violência contra os cristãos está se alastrando pela Nigéria. Só no mês de janeiro, dois líderes de igreja foram sequestrados e outro foi baleado, conforme notícias do Morning Star News. O sequestro de um deles aconteceu no estado de Kogi, região central da Nigéria, quando o líder saiu de um grupo de estudo bíblico, no caminho de volta para sua casa. Os sequestradores exigiram um regate de 249 mil dólares. O outro foi sequestrado enquanto estava ministrando um culto e o valor exigido foi o mesmo.

 Em Bayelsa, que fica na região sul do país, homens armados atiraram e feriram um líder cristão, na frente dos membros da igreja. "Estes incidentes mostram que o ressurgimento da criminalidade violenta, no sul da Nigéria, e a instabilidade associada, criaram um ambiente que é muito hostil à liberdade religiosa. Estas partes da Nigéria têm sido focos de militantes islâmicos. Existe um novo padrão para a ação deles e a criminalidade aumentou muito, principalmente por causa da presença do Boko Haram, que tem agido nas instituições públicas de ensino. A corrupção política faz com que as autoridades não se movam, gerando um ambiente de impunidade", comenta um dos analistas de perseguição.

 A Nigéria é o 12º país da Classificação da Perseguição Religiosa 2016 e as principais fontes de perseguição são o extremismo islâmico e numa extensão menor, a defesa tribal, corrupção organizada e a criminalidade. Apesar das dificuldades para seguir o evangelho e das grandes perdas dos cristãos, incluindo seus próprios familiares e irmãos na fé, eles estão reagindo e muitos estão se mobilizando no mundo espiritual. Entre os próprios cristãos há uma grande ajuda aos mais necessitados, além disso, há grandes testemunhos de cristãos nigerianos, mostrando que a fé entre eles aumenta a cada dia. "Eu sempre encorajei minha congregação dizendo que nada neste mundo acontece sem o consentimento de Deus. Nossos passos e nossos dias são contados por ele. Por isso, devemos ser pacientes na tribulação e ouvir a voz do Senhor a nos guiar, porque ele é o único que pode encontrar soluções para os nossos problemas", conclui um líder nigeriano.

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Postado 01 de março de 2016

Cristãos agora têm um representante no governo

 
 O que pode ser um primeiro passo para futuras mudanças no país

 Mianmar
De acordo com a UCA News, durante a primeira reunião dos parlamentares de Mianmar, nesse mês, um legislador cristão foi escolhido pela Liga Nacional da Democracia (LND), para ser o orador na Câmara dos representantes governamentais. Seu cargo de legislador é algo inédito entre os birmaneses. “É realmente incrível que um cargo significativo tenha sido dado a um membro de igreja e ainda representante das minorias religiosas do país.

 Mahn Win Khaing Than, é um cristão bem conceituado. Na prática, talvez a novidade seja apenas um gesto simbólico que o governo encontrou para dizer que não há conflitos religiosos em Mianmar, já que os problemas continuam os mesmos. Mas Deus o colocou lá dentro e tem os planos dele”, comenta um dos analistas de perseguição.

 Ele explica que para acabar com a guerra civil, o governo forja uma “paz” que não existe. “Eles definem qual o papel político do próprio exército, nomeiam e também elegem o presidente que eles querem. Mas, isso não importa, o que importa é ter um representante cristão no governo, que já é um primeiro passo e essa notícia encoraja todos os cristãos”, diz o analista.

 Mianmar ou Birmânia, como o país era chamado, é o 23º país na Classificação da Perseguição Religiosa 2016. A igreja lá é perseguida, principalmente, por extremistas budistas e militares. Em 2015, a nação se preparava para sediar as primeiras eleições livres em 25 anos, que aconteceram em novembro, com a vitória da oposição. Mas, durante as campanhas presidenciais, o exército continuou atacando as minorias étnicas. Porém o número de cristãos continua crescendo, mesmo com a violência, igrejas sendo lacradas e com toda a repressão e vigilância por parte das autoridades. “As igrejas domésticas são conduzidas por líderes cristãos comprometidos com o evangelho de Cristo e a Portas Abertas tem ajudado eles a realizarem seminários de preparação para a perseguição. Há muitas bênçãos entre os birmaneses, batismos de centenas de novos cristãos e uma fé fortalecida”, conclui o analista.



Postado 01 de março de 2016

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