Festividade das senhoras na AD Novo Mundo é marcada com mover do Espírito Santo e vidas para Cristo

No último domingo, 22 de setembro, a Assembleia de Deus em Novo Mundo comemorou o 38º aniversário do Círculo de Oração e do departamento de senhoras Cânticos dos Fiéis. O culto festivo foi marcado por momentos de louvor e adoração, com a...

Cuba passa por pior crise desde 1990

De acordo com a organização El Clarín, Cuba enfrenta a pior crise no país desde 1990. Faltam alimentos, remédios, combustíveis e os cortes de energia têm sido frequentes. Tudo isso somado a crescente inflação e queda na produção agrícola...

Jogral: Peregrinos em uma Terra Estranha – A Jornada do Cristão Rumo à Pátria Celestia

Nesta terra somos apenas peregrinos. Andamos por caminhos de provação, mas o nosso destino é o céu. Aqui não é o nosso lar, pois buscamos a pátria celestial que nos espera além deste mundo passageiro...

Jogral: "Do Getsêmani à Ressurreição – O Propósito da Cruz"

Tema central: A trajetória de Jesus do Jardim do Getsêmani até a ressurreição, com ênfase no propósito da crucificação e da ressurreição – a salvação da humanidade...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

(Todos entram e formam um semicírculo. Silêncio e expectativa no ar. O ambiente está tenso, refletindo os tempos de tribulação.) 1º Participante: (Solene e reflexivo) "Os dias estão mais escuros... O que estamos...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

Maior é Jesus! Maior que a vida, maior que a dor, maior que qualquer poder! Nada nem ninguém pode se comparar a Ele! [Pessoa 1 – Firme e impactante] Maior que a vida que passa, Ele é o Eterno! A vida...

sábado, 23 de junho de 2018

Confira todos os textos na seção Artigos


Introdução.

 “E, saindo eles ao Senhor e jejuando, disse o Espírito Santo: Separai-me, agora, Barnabé e Saulo para a obra a que os tenho chamado”. (At.13.2).

 O Espírito Santo continua a chamar hoje, como nos dias primitivos. Ele chama crentes espirituais, sérios e determinados. Amém. Portanto, o que todos encarregados por missões deve saber – chama-se grupo, ministério, departamento, área ou comitê, cada igreja precisa de uma forte equipe de pessoas capacitadas para facilitar a visão e formação missionária, a mobilização de oração e recursos financeiros, incorporando e o envio de novos missionários. Este trabalho é uma contribuição para a iniciação e formação de uma estrutura dinâmica de missão dentro da congregação. Você também pode ajudar grupos que já existem, mas precisa de orientação para seguir em frente.

 I - Oração.

 Lutero disse que: A oração é o suor da alma, a mobilização missionária da congregação deve começar com uma oração especifica. Esse é o meio de preparar o caminho e isso só pode ser alcançado pelo Senhor, porque é Ele quem edifica (Sl.127.1). A oração deve levar em conta os seguintes pontos: discurso divino para saber falar com os líderes da congregação. Para que o senhor toque os corações da liderança de tal maneira que eles abram com dedicação a causa do trabalho missionário e reafirmem o compromisso de levar a congregação a esse objetivo. Para as pessoas que são necessárias para formar o grupo de missões ou um coração que as leva a se comprometer de uma maneira perseverante. Para os corações dos membros da congregação se abrirem e se renderem à obediência da Grande Comissão.

 Pelo discernimento de entender os meios pelos quais o inimigo procura parar, desviar e até impedir esse compromisso missionário. A oração deve ser o acompanhamento constante durante todo o processo de mobilização e trabalho missionário. Todos devem orar e de modo especial aqueles que realizam esta tarefa, é um ministério que pode ser especialmente adiado por aqueles que têm um chamado à intercessão.

 II - Uma Pessoa Plenamente Dedicada.

 Cada mobilizador missionário deve conhecer e prepara-se para ser um trabalhador aprovado e treinado sobre o tema das missões e sobre os princípios do movimento missionário. Precisamos ter um banco de dados Missio lógico atualizado por meio de estudos pessoais e cursos reconhecidos. Aquele que leva a tocha missionária deve estar em dia com os principais conceitos das missões. Ele deve conhecer e ser capaz de transmitir as bases bíblicas das missões, o modelo missionário de Jesus Cristo, a obra missionária do Espírito Santo. Precisa ser atualizado com dados e informações. É importante saber onde estão os recursos disponíveis e como usa-los na área. Conhecer e relacionar-se com outros mobilizadores missionários na área é muito importante para alimentar a visão e saber como os outros trabalham na questão resolveram os desafios que apresentam.

 III - A Visão Deve ser Apresentada.

 Não é suficiente para o mobilizador ter visão missionária e se preparar. Sua função é contribuir para o desenvolvimento missionário de toda a congregação. É por isso que a visão deve ser direcionada para um projeto sério, ponderado e progressivo, para compartilhar este projeto requer uma preparação bem pensada, dada no momento certo e de maneira apropriada. Será impecável ter uma entrevista com o pastor da igreja. Ao solicitar a entrevista deve ser expresso de forma breve e concisa. Abaixo estão alguns tópicos a considerar para a entrevista, a saber:

 · Prepare um esboço com a apresentação. Você deve ter preparado bem o que vai comunicar. Uma apresentação vaga e imprecisa não terá uma boa recepção. Busque sempre que a apresentação do projeto missionário seja do interesse da igreja e de sua realidade imediata. Para isso deve conhecer a congregação, seus pontos fortes e fracos. A apresentação deve ser acompanhada do material escrito onde é baseada e detalhada.

 · Solicitar permissão e apoio pastoral para formar um grupo de missões na congregação. Deve ser assegurado que o pastor a integre. Caso contrário, deve ser um dos líderes da congregação para ser o elo entre o grupo de missões e a liderança. Pesquise a integração para a equipe de outras pessoas reconhecidas. Mas você não precisa se preocupar se apenas algumas pessoas se aproximarem de quem está disposto.

 · Coordenar uma reunião regular com pastor para relatar as notícias e o andamento da tarefa. Será um momento para informa-los dos progressos e dificuldades e compartilhar sobre os projetos e ideias. Sempre mantenha uma atitude de serviço e esteja preparado para fornecer um relatório ou apresentação quando necessário.

 IV - Uma Excelente Equipe.

 É hora de procurar o equipamento. As partes interessadas podem ser convocadas com base na sugestão dos líderes ou na evidência de interesse missionário que tenham mostrado ou em sua oferta voluntaria em resposta a um anuncio. Você deve solicitar um momento em uma reunião para dar anuncio. Se possível, peça ao pastor que faça isso antes da congregação. Então, você tem que encontrar com aqueles que respondem e estão interessados, ou seja, um tempo e um lugar definidos com antecedência. Para antecipar o assunto, é possível fornecer material de orientação que servirá para saber sobre o que é tarefa e preparar seu compromisso de participação. É aconselhável ter a agenda preparada para a reunião, que é fundamental para o início e desenvolvimento da vida do grupo de missões. Pode haver um tempo para se apresentar (se não todos se conhecerem). Dê oportunidades para eles compartilharem o motivo de sua participação e o que esperam. O mobilizador terá a responsabilidade de compartilhar o projeto, que foi aprovado pela liderança, e dar tempo para ouvir perguntas e sugestões. De acordo com a estrutura que toma: grupo de missões, conselho, comissão, etc. Você pode designar algumas responsabilidades. É importante não cair na armadilha de se dedicar à organização e não avançar na tarefa. Este grupo deve ser algo dinâmico, com uma forte ênfase nas relações interpessoais e com uma visão compartilhada e compromisso missionário não é fazer a tarefa sozinho, e se tornar o clube daqueles que tem visão. É exatamente o contrário, deve ser visto e agir como aquele que é parte integrante do corpo e têm a função de despertar, estimular e levar a visão e a ação missionária a toda congregação, de tal forma que todos possam participar. Uma boa equipe não acontece por acaso; você tem que procurá-lo e formá-lo; leva tempo e esforço, mas é um investimento de vida que resultará em frutos abundantes.

 V - Todos Devem Ser Bem Treinados.

 O grupo de missões precisa de treinamento para desempenhar bem sua função. Mais ainda, para serem eles mesmos moldados pela visão e pelo chamado de Deus. Aquilo que não pode ser dado o que alguém não tem também se aplica neste contexto. Boa parte do primeiro ano do projeto (ano de lançamento) deve ser gasto na formação missionária da mesma equipe. Não é uma questão simples de se reunir para preparar uma atividade ou preencher um calendário para que haja alguma missão. A tarefa que foi realizada é de longo prazo. Os passos necessários para esse proposito são sugeridos abaixo:

 · Incentive os membros a fazer um curso ou workshop sobre como mobilizar a visão missionária na igreja.

 · Aprofunda-se no conceito e papel de uma igreja que envia.

 · Incentivar os membros do grupo a realizar algumas experiências missionárias, se possível de forma transcultural. Por exemplo, uma vizinhança marginalizada ou imigrante, uma igreja étnica etc.

 · Reserve tempo para orar pela equipe, pela liderança e pelo trabalho missionário.

 VI - O Que Não é Aprimorado se Torna Estagnado.

 Uma vez que a preparação da equipe missionária esteja em andamento, a tarefa de mobilizar a congregação deve ser realizada. A mobilização, ou colocar uma igreja no movimento missionário, não é alcançada de uma semana para outra. Envolve um processo baseado no compromisso perseverante daqueles que o levam adiante. Isso implica:

 · Pesquisar os materiais e elementos necessários para cultivar a visão missionária

 Entre crianças, jovens e adultos. O resultado inicial desta tarefa é despertar e formar a visão missionária em cada grupo. Um dos objetivos é ter uma reunião mensal focada em missões. Muitos mobilizadores concordam que é difícil levar a congregação a uma reunião: domingo missionário, por exemplo.

 · Iniciar a formação de uma publicação (boletim etc.) para a visão e ação missionária da congregação.

 · Planejar viagens de curto prazo para oferecer oportunidades de missão para adolescentes, jovens e adultos. Para que a experiência seja significativa, orientação prévia e acompanhamento devem ser dados.

 O ministerio de Jesus foi compartilhado com pregação, ensino e cura para os aflitos. Do Senhor, aprendemos que temos que ser um ministro do púlpito, ministros de livros e ministros interativos.

 “Percorria Jesus toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando o evangelho do reino e curando toda sorte de doenças e enfermidades entre o povo”. (Mt.4.23).

 Missionário Aldo Ferreira de Souza.



Postado: 23 de junho de 2018


Culto de Missões na AD Bebedouro celebra o Dia do Pastor

A igreja tem a direção do pastor Luciano de Aquino, que tem sido uma coluna para a igreja no ensinamento a palavra de Deus


No segundo domingo de junho, a Assembleia de Deus em Bebedouro, com a direção do pastor Luciano de Aquino, realizou um Culto de Missões especial dedicado ao Dia do Pastor, com o tema: “PASTOR E SUA MISSÃO”. A programação foi uma celebração de louvor e gratidão a Deus pela vida de todos os pastores e extensiva àqueles que estão no campo missionário.

 Todos os departamentos de louvor participaram desse momento glorioso de celebração: Coral Boas Novas, Novas de Sião, Levitas, Novas de Alegria, União da Mocidade e Banda Fruto da Fé e a cantora Meire Rejane (Meirinha).

 Em todo o culto foi ressaltando o importante papel dos pastores para conduzir a igreja em um tempo de iniquidade. O pastor Luciano destacou o chamado de um homem de Deus, a certeza do chamado, a consciência de que a glória da Igreja pertence ao Senhor e a importância de que Ele cresça e o ministro diminua. “Ele nos chamou para liderar a visão dEle aqui na Terra”, afirmou.

 O culto também foi marcado por um momento especial de oração pela vida dos pastores em Missões e pela saúde e cooperação de irmãos na obra missionária. No decorrer do culto, as crianças executaram uma peça e uma declamação com o irmão Abaão Ferreira.

 O presbitero Ademário Souza foi o preletor da noite e fundamentou a mensagem no evangelho de São Mateus 28.5-6, abordando o tema: “A verdade que não pode calar”. O presbítero levou a igreja a se colocar em lugares de homens e mulheres que não deixaram de anunciar a mensagem e afirmou que a igreja não pode se calar diante dos desânimos do mundo, pois Jesus é a força do crente.











































Postado: 23 de junho de 2018

domingo, 3 de junho de 2018

Coreia do Norte mantém cerca de 120 mil prisioneiros; maioria por causa da fé cristã

O Departamento de Estado dos EUA relatou que os prisioneiros são mantidos em campos de trabalhos forçados, nos quais os direitos humanos são violados


Cerca de 80 mil e 120 mil pessoas estão presas em gulags norte-coreanos - campos de trabalho forçado - sendo que a maioria deles foi presos por sua fé, disse o Departamento de Estado dos EUA.

 Na terça-feira, a agência divulgou o relatório sobre Liberdade Religiosa Internacional referente a 2017, que é um mandato do Congresso, um documento anual que descreve o status da liberdade religiosa em todos os países.

 O relatório deste ano classifica a crise dos refugiados de Rohingya, na Birmânia como "limpeza étnica". Também faz uma estimativa do número de pessoas submetidas ao notório sistema de campos de prisioneiros da Coreia do Norte.

 Os fugitivos ao longo dos anos compartilharam os horrores da tortura, do trabalho forçado e do abuso que sofreram nos campos de prisioneiros da Coreia do Norte. As pessoas são presas no que o regime de Kim gosta de chamar de "campos de reeducação" para “crimes” como a adoração em uma igreja que não seja reconhecida pelo Estado ou por desertar do país.

 "O governo continuou a lidar duramente com aqueles que se envolveram em quase todas as práticas religiosas através de execuções, tortura, espancamentos e prisões", afirma o relatório. "Estima-se que 80.000 a 120.000 presos políticos, alguns presos por razões religiosas, seriam mantidos no sistema de acampamentos políticos em áreas remotas sob condições horríveis".

 O Departamento de Estado contou com a expertise de ONGs como a ‘Christian Solidarity Worldwide’ para afirmar que "uma política de culpa por associação era frequentemente aplicada em casos de detenção de cristãos, o que significa que os parentes dos cristãos também foram detidos independentemente de suas crenças".

 "Grupos religiosos e de direitos humanos fora do país continuaram a fornecer inúmeros relatos de que membros de igrejas clandestinas foram presos, espancados, torturados e mortos por causa de suas crenças religiosas", afirma o relatório.

 "De acordo com o [Centro de Base de Dados para os Direitos Humanos da Coreia do Norte], houve um relatório em 2016 de desaparecimentos de pessoas que foram encontradas praticando religião dentro de centros de detenção. ONGs internacionais e desertores norte-coreanos relataram quaisquer atividades religiosas conduzidas fora daquelas que foram sancionados pelo estado, incluindo orações, cantos de hinos e leitura da Bíblia, podem levar a punições severas, incluindo prisão em campos de prisão política", acrescentou.

 Segundo o relatório, uma cristã que desertou depois de passar oito anos na prisão por frequentar a igreja na China por quatro meses, disse a uma ONG norte-americana que ela foi acusada de "praticar o cristianismo" e saber de sua "natureza vergonhosa".

 "Durante seu aprisionamento, as autoridades lhe disseram até uma dúzia de vezes por dia para se arrepender de seu passado e tentar 'lavar' sua mente", diz o relatório. "Ela relatou que outras seis mulheres que estavam presas por frequentar a igreja foram espancadas até a morte ou morreram doentes, porque não tiveram acesso a remédios".

 O relatório também afirma que os cristãos estão "restritos aos degraus mais baixos da classe do sistema songun", pois são vistos como um "meio de invasão ocidental e estrangeira". O sistema songun classifica indivíduos com base na classe social, presumindo apoio do regime de Kim, visões religiosas, antecedentes familiares e outros identificadores.

 Embora a Coréia do Norte tenha se classificado nos últimos 16 anos como o pior perseguidor de cristãos do mundo, o regime também tem como alvo os budistas e suas redes de culto.

 Durante uma coletiva de imprensa na terça-feira, o Embaixador para a Liberdade Religiosa Internacional Sam Brownback apresentou mais detalhes sobre o sistema político penitenciário da Coreia do Norte.

 "O que sabemos é que há um sistema de gulags operando na Coreia do Norte, e tem sido uma situação terrível por muitos anos", disse Brownback. "Você pode ver via satélite, satélite de código aberto, e ver alguns desses acampamentos e a situação. Você tem pessoas que saíram e escreveram sobre a situação na Coreia do Norte".

 A divulgação do relatório acontece no momento em que autoridades dos EUA e da Coreia do Norte tentam ressuscitar uma potencial reunião entre o presidente Donald Trump e o ditador Kim Jong Un. Brownback foi questionado sobre a probabilidade de que as condições de liberdade religiosa fossem levantadas em qualquer reunião entre as autoridades norte-americanas e norte-coreanas.

 "Bem, em certo sentido, já tem com as três pessoas que foram libertadas [que o secretário de Estado Mike Pompeo] trouxe de volta, e eu espero que o presidente esteja certo sobre a Coreia do Norte", disse Brownback, mencionando a libertação dos dos três prisioneiros americanos na Coreia do Norte.

 "Ele está muito envolvido com isso, como você sabe. A secretária está muito envolvida com isso. E eu acho que eles estão levantando todas essas questões. Mas as três primeiras pessoas que eles trouxeram foram pessoas que tinham sido presas na Coréia do Norte, e então isso é uma questão de discussão ", acrescentou.


Postado: 03 de junho de 2018

Pastor é morto por extremistas, mas ressuscita e continua evangelizando aldeia

O pastor foi espancado até a morte, mas seus perseguidores testemunharam o poder de Deus ao vê-lo ressuscitar


Um pastor da Índia foi espancado a mando de extremistas hindus até a morte. Mas enquanto os cristãos de sua comunidade choravam por sua morte, ele ressuscitou e seus perseguidores foram tomados pelo temor a Deus. As informações são da organização Portas Abertas.

 Quando os nacionalistas hindus souberam que o ministério do pastor Tilak havia levado 40 famílias a Cristo, eles chamaram os naxalitas — um grupo de militantes comunistas na Índia — para silenciá-lo.

 O pastor foi raptado pelo grupo, mas se recusou a abandonar sua fé. Por isso, teve as mãos e pernas amarradas e foi espancado com uma vara grossa, enquanto era forçado a subir uma montanha. Sem forças, Tilak desmaiou e os naxalitas não conseguiram mais encontrar sinais vitais.

 Tranquilizados por terem feito seu trabalho, após um médico do grupo confirmar a morte do pastor, os homens jogaram seu corpo em uma vala. Depois do assassinato, eles foram até a comunidade dos cristãos para debochar: “Assim como o seu Jesus foi espancado e morto, matamos o pastor de vocês. O corpo está em uma vala na floresta. Encontrem e enterrem”.

 Muitas famílias cristãs foram em busca do corpo do pastor e, quando encontraram, voltaram para a casa o carregando em lágrimas. Enquanto os cristãos da região se reuniam em torno do pastor para lamentar sua morte, algo inexplicável aconteceu.

 Aos poucos, o corpo de Tilak começou a se mover e seus olhos passaram a se abrir. Quando seus perseguidores ouviram a notícia, correram para ver o pastor vivo e ficaram em estado de choque.

 Missão

 Depois de tudo o que vivenciou, nada mais calou o pastor Tilak. Por isso, os aldeões hindus voltaram a criticá-lo, mas desta vez os naxalitas tiveram medo de voltar a torturá-lo. Então, eles o levaram para a floresta secretamente e o disseram para fugir, ameaçando matar toda a sua família se não seguisse as ordens.

 “Saí da aldeia com a minha família de uma vez, pois eu sofri uma tortura extrema há um ano. Eu não queria o mesmo para minha família”, contou Tilak a um parceiro do ministério Portas Abertas.

 Cerca de seis horas depois, Tilak chegou com sua família a uma aldeia em outro estado e recebeu a ajuda de um homem, que vivia em uma cabana.

 “Ele tinha me visto quando eu ministrava em torno da minha aldeia”, conta Tilak. “Ele ouviu minha pregação e desenvolveu a fé em seu coração. Ele trabalhava como pedreiro. Ele era um homem muito pobre, mas com um grande coração”.

 Hoje, depois de mais de um ano, Tilak e sua família moram na mesma cabana e dividem espaço com a família do homem. O pastor tem receio de pregar o Evangelho como antes para manter a sobrevivência da família, mas tem sido encorajado por missionários.

 “Sempre que passamos por sofrimento e dor, é para a glória do Senhor. Quando deixarmos o mundo e formos para o céu, não haverá mais dor e tristeza. É por isso que precisamos nos concentrar no Senhor agora”, observa.

 * Os nomes apresentados são fictícios, por razões de segurança.


Postado: 03 de junho de 2018

Conheça o testemunho de jovem cristão ex-muçulmano

O etíope Ibrahim é perseguido pela própria família, que deseja matá-lo por causa da fé em Cristo


Hoje, você vai conhecer a história do cristão ex-muçulmano Ibrahim*, um etíope de 20 anos. Ele cresceu em uma família que o ensinou que matar cristãos era bom. “Eles me ensinaram que isso era uma ‘passagem direto para o céu’”, afirma. Mas a cruz sempre fascinou Ibrahim e, secretamente, ele começou a frequentar uma igreja evangélica. “Finalmente entendi que a cruz não era apenas um símbolo cristão, mas minha salvação, minha ‘passagem gratuita’ para o céu”, testemunha o cristão.

 Quando entregou a vida a Jesus, Ibrahim sabia que sua conversão traria vergonha para a família e que seus pais não teriam outra resposta senão buscar matá-lo. Por isso, manteve a fé em segredo. “Quando ia à igreja, dizia para os meus pais que estava indo para o futebol”, diz. Até que um dia seu pai descobriu que não houve partida de futebol e disse que outros contaram para ele que Ibrahim estava indo à igreja. “Então eu fugi somente com a roupa do corpo. Fiquei na rua por um tempo, depois um evangelista disse que eu podia ficar com ele. Fiquei na casa dele sete meses, até que um parente me descobriu. Ele sabia exatamente onde eu morava, onde trabalhava e a igreja onde ia, e contou para o meu pai onde me encontrar”, relata.

 O pai de Ibrahim foi até o seu local de trabalho e, gritando, o ameaçou em público. Ele fugiu novamente só com a roupa do corpo. Foi então que conheceu uma pessoa da Portas Abertas que arranjou um lugar para ele ficar. “Até agora vivo me escondendo, porque meus irmãos estão me procurando para matar a mim e ao evangelista que me protegeu. Mas não vou voltar atrás. Antes de conhecer Jesus, eu odiava as pessoas. Quando entreguei minha vida a ele, tive que deixar minha casa e tudo o que amava. Então comecei a amar as pessoas e minha vida se encheu de paz”, conclui.

 Ibrahim participou de uma recente viagem do ministério de jovens da Portas Abertas na Etiópia, onde conheceu outros jovens cristãos perseguidos e pôde trocar experiência com eles. Ore por esse jovem cristão perseguido, para que fique firme e cresça a cada dia na graça e no conhecimento de Cristo Jesus.

 *Nome alterado por segurança.


REPÚBLICA DEMOCRÁTICA FEDERAL DA ETIÓPIA


  •  Fonte de Perseguição: Opressão islâmica
  •  Capital Adis Abeba 
  • Região África Subsaariana
  •  Lider Hailemariam Desalegn
  •  Governo República parlamentarista
  •  Religião Cristianismo Ortodoxo
  •  Pontuação 62
 POPULAÇÃO
 104.3 MILHÕES

 POPULAÇÃO
 CRISTÃ 61.9 MILHÕES

Postado: 03 de junho de 2018

5ª Região| Seminário para líderes de EBD reúne cerca de 600 pessoas

O evento teve o apoio da Faculdade de Filosofia e Teologia de Alagoas – FAFITEAL


A 5ª Região Administrativa da Capital, coordenada pelo pastor Luciano de Aquino, realizou o 1º Seminário de Lideres de EBD com o apoio da Faculdade de Filosofia e Teologia de Alagoas (FAFITEAL). O evento aconteceu nos dias 19 a 20 de maio e teve a presença de 600 participantes inscritos nos dois polos.

 Segundo o pastor Luciano de Aquino, o seminário buscou despertar a igreja para investir no ensino da Palavra de Deus. Os pastores Tony Duarte, Adilson Junior, Elizeu Gomes, Jaison Nicácio, e as professoras Tia Elielza, Cláudia Tenório, Jozenita Marinho. Josineide Marinho e Tia Elúzia foram os palestrantes.

 “O texto de Cl 1.9 norteou a programação das palestras. A igreja do Senhor foi muito edificada nestes dois dias de evento, o Espírito Santo se fez presente em meio ao povo e a glória de Deus marcou muitas vidas”, informou um participante.































































Postado: 03 de junho de 2018

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