Festividade das senhoras na AD Novo Mundo é marcada com mover do Espírito Santo e vidas para Cristo

No último domingo, 22 de setembro, a Assembleia de Deus em Novo Mundo comemorou o 38º aniversário do Círculo de Oração e do departamento de senhoras Cânticos dos Fiéis. O culto festivo foi marcado por momentos de louvor e adoração, com a...

Cuba passa por pior crise desde 1990

De acordo com a organização El Clarín, Cuba enfrenta a pior crise no país desde 1990. Faltam alimentos, remédios, combustíveis e os cortes de energia têm sido frequentes. Tudo isso somado a crescente inflação e queda na produção agrícola...

Jogral: Peregrinos em uma Terra Estranha – A Jornada do Cristão Rumo à Pátria Celestia

Nesta terra somos apenas peregrinos. Andamos por caminhos de provação, mas o nosso destino é o céu. Aqui não é o nosso lar, pois buscamos a pátria celestial que nos espera além deste mundo passageiro...

Jogral: "Do Getsêmani à Ressurreição – O Propósito da Cruz"

Tema central: A trajetória de Jesus do Jardim do Getsêmani até a ressurreição, com ênfase no propósito da crucificação e da ressurreição – a salvação da humanidade...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

(Todos entram e formam um semicírculo. Silêncio e expectativa no ar. O ambiente está tenso, refletindo os tempos de tribulação.) 1º Participante: (Solene e reflexivo) "Os dias estão mais escuros... O que estamos...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

Maior é Jesus! Maior que a vida, maior que a dor, maior que qualquer poder! Nada nem ninguém pode se comparar a Ele! [Pessoa 1 – Firme e impactante] Maior que a vida que passa, Ele é o Eterno! A vida...

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Onda de deserções afeta ainda mais a vida de cristãos

 
 Para o governo, as deserções são altamente constrangedoras e fazem aumentar a rigidez dos militares em relação aos cidadãos, em especial sobre aqueles que já são considerados criminosos, como os cristãos

 Coreia do Norte
Neste ano, uma onda de deserções por norte-coreanos influentes pode intensificar ainda mais o controle do governo sobre os cidadãos e aumentar a paranoia ditatorial de Kim Jong Un. O ditador que recebeu o novo título de presidente do Partido dos Trabalhadores da Coreia, no dia 9 de maio, é herdeiro de uma dinastia que governa o país desde sua criação, em 1948. Sabe-se que o novo cargo vai reforçar ainda mais sua autoridade.

 Com isso, um importante membro das Forças Armadas, um grupo de trabalhadores e um participante da Olimpíada Internacional de Matemática, fugiram do país. O vice embaixador da Coreia do Norte em Londres, Thae Yong Ho, também fugiu para a Coreia do Sul junto de sua família e agora estão sob proteção do governo. Thae era responsável por promover uma imagem positiva da Coreia do Norte no Reino Unido, mas decidiu desertar alegando estar descontente com Kim Jong Un e afirmando desejar a democracia, pois se preocupa com o futuro dos filhos.

 Para o governo, as deserções são altamente constrangedoras e fazem aumentar ainda mais a rigidez dos militares em relação aos cidadãos, em especial sobre aqueles que já são considerados criminosos, como os cristãos. A Coreia do Norte é o primeiro país na atual Classificação da Perseguição Religiosa, sendo a nação mais fechada do mundo e um dos piores lugares para quem decide seguir o cristianismo.

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Postado: 30 de agosto de 2016

Cristãos somalis enfrentam mais violência

 
 Os cristãos somalis enfrentam vários desafios para manter a igreja viva e perseverante, mas não tem sido fácil para eles

 Somália
Dois carros-bomba explodiram perto do prédio do governo somali, em Gaalkacyo, capital de Mudug, matando pelo menos 23 pessoas, entre elas estudantes e comerciantes locais. O grupo extremista islâmico Al-Shabaab assumiu a responsabilidade do ataque e a missão da ONU no país alertou que é muito provável que a violência continue durante esse período de processo eleitoral.

 Essa é uma tendência muito preocupante, já que o grupo extremista está lutando de forma violenta para combater o governo da Somália. Por conta dos ataques, o cronograma para as eleições parlamentares e presidenciais foi adiado. Os militantes têm feito vários ataques suicidas que se estenderam também para outros países, como Quênia e Uganda.

 Os cristãos somalis enfrentam vários desafios para manter a igreja viva e perseverante, mas não tem sido fácil para eles. A guerra civil trouxe a desigualdade social e a falta de segurança. Ultimamente, com os ataques cada vez mais frequentes do Al-Shabaab, perseverar como um seguidor de Cristo, entre prisões e execuções, deve ser feito de forma totalmente secreta. “Só em Cristo tenho paz interior. Apesar de todas as lutas, de me sentir isolado e ser perseguido, estou em paz. É por isso que eu me apego a Cristo”, disse um cristão perseguido somali.

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Postado: 30 de agosto de 2016

Nova lei restringe ainda mais o cristianismo

 
 A nova lei de difamação propõe multas pesadas e até mesmo prisão por difamação; o governo continua defendendo o islã e sufocando a liberdade religiosa no país

 Maldivas
O Parlamento das Maldivas adotou recentemente a nova lei de difamação, o que despertou a atenção e gerou críticas por parte de vários outros países. Tendo em conta os estreitos laços entre Maldivas e Arábia Saudita, é possível que a nova lei venha prejudicar ainda mais a liberdade religiosa e deva ser usada para atingir os cristãos de forma mais certeira, ou seja, com o amparo da lei que propõe multas pesadas e até mesmo prisão por difamação.

 Para protestar a decisão do governo, cerca de 50 manifestantes se reuniram próximo ao escritório do presidente das Maldivas, Abdulla Yameen, ocasião em que vários jornalistas acusavam o governo de sufocar a liberdade de imprensa. Policiais maldívios interromperam o protesto usando spray de pimenta para dispersar os ativistas. No total, 19 pessoas foram presas durante a operação.

 O governo, que sempre protegeu o islã, já havia instituído um conjunto de leis para proibir a conversão de cidadãos maldívios para outra religião, pressionando-os com a ameaça de que poderiam perder até mesmo sua cidadania. É por isso que, oficialmente, os únicos que são reconhecidos como “praticantes do cristianismo” são os expatriados. A lei de difamação vem apenas para reforçar que ser cristão nas Maldivas é proibido, inconstitucional e também considerado um crime. Ore por essa nação.

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Postado: 30 de agosto de 2016

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Os protestantes estão entre os outros 15% da população

 

 Cuba
A história da Igreja Cristã em Cuba está intrinsecamente ligada à sua colonização pelos europeus. Missionários católicos da ordem dominicana chegaram a Cuba em 1512, pouco tempo depois da descoberta da América por Cristóvão Colombo, em 1492. Mas no final do século XIX a credibilidade da igreja diante da população cubana estava fragilizada, já que era vista como a principal aliada da coroa espanhola e, consequentemente, do jugo colonial. Os membros do clero tinham tratamento especial e recebiam favores da coroa que outros cidadãos não tinham, como imunidade em processos civis.

 A Igreja Católica Romana encontra-se firmemente estabelecida no país desde então, mas o número de católicos que efetivamente vão à igreja diminuiu drasticamente a partir de 1960, já que a revolução de 1959 restringiu a prática religiosa no país. O governo de Fidel Castro declarou Cuba um país praticante do ateísmo, vendo qualquer prática religiosa como reacionária e antigoverno. Embora 85% da população seja católica (por causa do ateísmo, são em sua maioria nominais), apenas uma pequena parcela da população vai à igreja com certa frequência. Os protestantes estão entre os outros 15% da população.

 Durante os anos 90, várias denominações cristãs cresceram rapidamente, a ponto de hoje ser muito difícil encontrar uma cidade cubana sem uma igreja protestante. Atualmente o número de cristãos protestantes no país gira em torno de 550 mil em crescimento.


 A perseguição

 A Constituição reconhece o direito dos cidadãos a professar e praticar qualquer crença religiosa, no entanto, na lei e na prática, o governo impõe restrições à liberdade de religião. O governo cubano permite o casamento religioso, mas somente após o casal ter completado um ano de casamento no civil. Bíblias e outras literaturas cristãs só podem ser importadas e distribuídas por grupos religiosos registrados e monitorados pelo governo cubano. O governo também não permite o ensino religioso nas escolas públicas.

 Em inúmeras leis e documentos legais, o governo cubano tem se declarado completamente neutro em questões relacionadas ao cristianismo, exigindo a separação absoluta entre Igreja e Estado. Da mesma forma, afirma não apoiar nem exigir nada da Igreja cubana. Na prática, no entanto, há severas restrições às reuniões, à evangelização nas ruas e à construção de igrejas. Pastores são detidos e presos, informantes se infiltram nas igrejas e a discriminação é constante.

 Felizmente, o risco de morte é baixo nos dias atuais e a perseguição está em declínio de maneira geral. As restrições ainda são evidentes, mas uma recente abertura tornou possível a expansão do ministério.

 Em 1992, uma emenda à Constituição mudou a natureza do Estado cubano de ateísta para laico, permitindo que cristãos pudessem se filiar ao Partido Comunista Cubano. Isto, no entanto, ainda está para acontecer. Membros devotos de denominações protestantes e católicas enfrentam, de maneira geral, intensa oposição e perseguição das autoridades. Cubanos que defendem questões de direitos humanos frequentemente são visados e muitos têm sido presos.

 História e Política

 Cuba é a maior ilha caribenha e fica somente a 170 km da costa norte-americana da Flórida. O território é dividido quase igualmente por florestas e áreas cultivadas. Não se sabe ao certo a origem do nome Cuba, mas é possível afirmar que deriva da palavra indígena “cubanacan”, que significa “lugar central”. Os espanhóis chegaram à ilha em 1492 com o descobridor Cristóvão Colombo e encontraram na ilha dois povos indígenas, os Tainos e os Ciboneis, que sobreviviam basicamente da caça e da pesca. Os Tainos haviam subjugado os Ciboneis por achá-los inferiores.

 A colonização do país teve início em 1512, através do explorador espanhol Diego de Velázquez, responsável pela criação das primeiras povoações urbanas de Cuba. Os espanhóis logo empregaram sua política de exploração dos recursos naturais da ilha, sobretudo nas minas de ouro e pedras preciosas. Os Tainos e Ciboneis foram subjugados pelo dominador, com sua mão-de-obra explorada através do trabalho compulsório denominado “encomenda”*. Ainda no século XVI, introduziu-se na ilha o cultivo da cana-de-açúcar e, com ela, o trabalho escravo, com os escravos vindos da África.

 No século XVII a ilha ser tornaria um dos maiores produtores de cana-de-açúcar e de tabaco do mundo, devido à crescente demanda dos gêneros na Europa. No século XVIII, já era a colônia com a maior população negra.

 Cuba foi a última colônia da América a se tornar independente do jugo europeu, porque os cubanos optaram, a princípio, por negociar sua independência com os espanhóis. A independência só aconteceu em 1895, liderada pelo revolucionário José Martí. Vendo a possibilidade de lucrar com a independência da ilha, os EUA declararam guerra à Espanha e invadiram a ilha, ocupando a região de Guantánamo. Após a vitória da ilha sobre seus colonizadores, os norte-americanos devolveram o poder político aos cubanos em 1902, quando proclamaram sua independência. Os EUA permaneceram com o domínio de Guantánamo e ali estabeleceram uma base militar.

 Após a independência, muitos ditadores assumiram o poder da ilha com o apoio dos EUA. O mais famoso de todos e que ficou por mais tempo no poder, foi Fugêncio Batista. Em 1959, ocorreu o golpe de estado que mudou a história política de Cuba até os dias atuais. Sob o comando de Fidel Castro e Ernesto Rafael Guevara de La Serna (“Che Guevara”), com um discurso de esquerda e de não submissão ao imperialismo dos EUA, os guerrilheiros cubanos estabeleceram a República de Cuba, um dos únicos regimes comunistas que sobrevivem após a queda da URSS (União das Republicas Socialistas Soviéticas), em 1989, e ainda é liderada por Fidel Castro e seu irmão Raul.

 *Para a Igreja Católica o índio não poderia ser escravizado, então se utilizava sua mão de obra através das encomendas, os índios se submetiam a esse sistema em troca de cuidados tanto material quanto espiritual.

 População

 A população cubana é, em sua maioria, nova e urbana: 99,8% acima de 15 anos e alfabetizada. Havana, a capital, é a maior cidade, com 2,2 milhões de habitantes. Etnicamente, a maior parte da população cubana é mestiça, existindo grupos minoritários de trabalhadores chineses. Embora o regime de Castro declare Cuba oficialmente um Estado ateu, a maior religião organizada ainda é a Igreja Católica Romana.

 A santería, prática sincretista afro-cubana similar ao candomblé, pode ser considerada a principal religião de Cuba. Ela é uma crença animista baseada na religião yoruba, que foi trazida pelos escravos africanos durante a fase colonial e misturou-se ao catolicismo. Uma vez que a santería não possui estrutura organizada, é difícil definir o número de seguidores, mas relata-se que pelo menos 60% dos cubanos participaram de um ritual de santería alguma vez na vida.

 A maioria dos santeros se considera católica e todos os praticantes da santería consideram o batismo um requisito fundamental para a participação em suas cerimônias sincretistas.

 Muitos cubanos fugiram ilegalmente do país nos últimos anos; seu destino mais comum é os EUA, devido à sua proximidade e às oportunidades de renda.

 Economia

 Devido aos embargos econômicos impostos pelos EUA por questões ideológicas, a economia cubana dependeu por muitos dos investimentos da URSS, que foi, durante quase todo o século passado, seu principal parceiro econômico. O embargo americano que ainda pesegue os cubanos e a centralização da economia impede que empresas estrangeiras invistam no país.

 Assim como nos demais países comunistas, a economia de Cuba é contralada pelo Estado e essencialmente agrícola. A ilha é hoje o maior exportador mundial de açúcar e seus derivados. O tabaco é outro gênero que traz bons rendimentos à economia cubana. O país lucra muito também com o turismo e os cassinos, existentes principalmente em Havana.




Postado: 29 de agosto de 2016

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