Festividade das senhoras na AD Novo Mundo é marcada com mover do Espírito Santo e vidas para Cristo

No último domingo, 22 de setembro, a Assembleia de Deus em Novo Mundo comemorou o 38º aniversário do Círculo de Oração e do departamento de senhoras Cânticos dos Fiéis. O culto festivo foi marcado por momentos de louvor e adoração, com a...

Cuba passa por pior crise desde 1990

De acordo com a organização El Clarín, Cuba enfrenta a pior crise no país desde 1990. Faltam alimentos, remédios, combustíveis e os cortes de energia têm sido frequentes. Tudo isso somado a crescente inflação e queda na produção agrícola...

Jogral: Peregrinos em uma Terra Estranha – A Jornada do Cristão Rumo à Pátria Celestia

Nesta terra somos apenas peregrinos. Andamos por caminhos de provação, mas o nosso destino é o céu. Aqui não é o nosso lar, pois buscamos a pátria celestial que nos espera além deste mundo passageiro...

Jogral: "Do Getsêmani à Ressurreição – O Propósito da Cruz"

Tema central: A trajetória de Jesus do Jardim do Getsêmani até a ressurreição, com ênfase no propósito da crucificação e da ressurreição – a salvação da humanidade...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

(Todos entram e formam um semicírculo. Silêncio e expectativa no ar. O ambiente está tenso, refletindo os tempos de tribulação.) 1º Participante: (Solene e reflexivo) "Os dias estão mais escuros... O que estamos...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

Maior é Jesus! Maior que a vida, maior que a dor, maior que qualquer poder! Nada nem ninguém pode se comparar a Ele! [Pessoa 1 – Firme e impactante] Maior que a vida que passa, Ele é o Eterno! A vida...

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Irmãos fazem mutirão para ajudar a construir templo em Caracol

Reforma na AD em Caracol


Os pedreiros foram até a obra acompanhados do Pb. Edvaldo, dirigente da congregação em Grota do Cigano.

A obra de Deus é feita com amor e colaboração. Pensando nisso, um grupo de pedreiros evangélicos da congregação da Assembleia de Deus da Grota do Cigano, em Maceió, decidiu arregaçar as mangas e colocar as mãos na massa. Eles ajudaram neste domingo (25) a reformar o templo da AD em Caracol, liderada pelo pastor Antonio Rocha.

De acordo com informações enviadas ao Portal AD Alagoas , os pedreiros foram até a obra acompanhados do Pb. Edvaldo, dirigente da congregação em Grota do Cigano. Durante todo o dia eles realizaram vários serviços para agilizar o trabalho iniciado pelos crentes de Caracol.

O templo da AD Caracol terá dois novos banheiros, sendo um para uso masculino e outro feminino; novo piso, forro de teto e um muro para ajudar a proteger a congregação.







Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em
02 de abril de 2012

Seminário anticristão provoca protestos na Malásia

Malásia

Mais de 100 professores muçulmanos foram intimados a participar de um seminário sobre a "ameaça" de proselitismo cristão, em Johor, cidade ao sul da Malásia, o que provocou ainda outra polêmica envolvendo o direito à prática multirreligiosa no país

Os professores, de 55 escolas públicas em Johor, foram orientados a comparecer ao seminário de um dia organizado em conjunto com a Secretaria Estadual de Educação e o Departamento Acadêmico Religioso (Mufti) de Johor.

Na Malásia é ilegal tentar converter muçulmanos a outras religiões. Os líderes muçulmanos disseram que o governo de maioria muçulmana da Malásia tem o dever de defender a religião. Já as lideranças cristãs, consideraram o seminário uma forma de inflamar a população contra os cristãos.

"O problema da cristianização no pais tem sido abordado há algum tempo, e é real", disse Datuk Sheikh Abdul Halim Abdul Kadir, presidente da Associação Ulemá* da Malásia, ao site The Insider Malasya. "É preciso educar os professores, especialmente os mais jovens, que desconhecem este problema.”

Os líderes cristãos, entretanto, lamentaram o posicionamento e a finalidade do seminário. "É totalmente contraditório o seminário ter sido realizado em um local público e com o patrocínio de uma agência do governo", disse Herman Shastri, secretário do Conselho de Igrejas da Malásia. "O governo deveria acabar com isso”. Herman disse que as igrejas cristãs não podem deixar de pregar aos muçulmanos, mas também não é possível descartar que alguns grupos fundamentalistas isolados atentariam para isso e tomariam medidas contra.

Datuk Azman Amin Hassan, chefe de um comitê responsável por promover acordo inter-religioso, também criticou o seminário como contraproducente aos esforços do governo federal para melhorar a tolerância religiosa no país.

"Eu vou instruir meus oficiais a ficarem de olho no seminário e em seu conteúdo. Acabamos de lançar a semana de harmonia inter-religiosa nas escolas. Isto não é coerente com as ações que temos tomado", disse ele ao site The Insider Malasya.

O seminário aconteceu em decorrência de alegações por todo o país de que os cristãos estão pregando para os muçulmanos. Em agosto passado, as autoridades islâmicas invadiram uma igreja em Petaling Jaya para investigar se os cristãos estavam convertendo muçulmanos secretamente em um jantar para levantamento de fundos.

Desde outubro, uma organização não governamental muçulmana chamada Himpun organizou quatro comícios, atraindo milhares para protestar contra o proselitismo aos muçulmanos.

Shaharuddin Badaruddin, professor de ciências políticas na Universiti Teknologi Mara, disse que o governo precisa conter essas explosões inter-religiosas que normalmente acontecem perto de eleições, quando extremistas religiosos tentam pressionar um governo ansioso em agradar os eleitores muçulmanos. "O mais importante é promover o diálogo civilizado, ao invés de deixar que tome proporções desagradáveis de confronto para resolver questões inter-religiosas", disse ele.

*Ulama, também conhecido como ulemá, refere-se à classe de juristas muçulmanos envolvidos nas diversas áreas de estudos islâmicos. Eles são mais conhecidos como os juízes da lei islâmica (sharia).

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Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 02 de abril de 2012

Médico cristão é demitido por enviar oração a colegas do hospital

David Drew é médico há 40 anos e frequenta a Igreja Batista


Um médico cristão foi a um tribunal do trabalho na Inglaterra esta semana alegando ter sido demitido injustamente, apenas porque enviou um e-mail com uma oração para seus colegas.

David Drew, 64, do Walsall Manor Hospital, é médico há 40 anos e chegou a ser diretor clínico do hospital onde trabalhava. Mas afirma que foi perseguido e demitido após não aceitar uma ordem para “evitar utilizar referências religiosas em suas comunicações profissionais, verbais ou escritas”.

Três anos atrás, o Dr. Drew repassou uma oração escrita no século 16 por Santo Inácio de Loyola, fundador dos jesuítas, a seus colegas do Walsall Manor para “tentar motivar o departamento”.

A mensagem era:

“Ensina-nos, Senhor, a servir-te como mereces:
A dar sem contar o preço,
A lutar sem contar as feridas,
A trabalhar e a não procurar descanso,
A doar sem pedir recompensa
Exceto o saber que fazemos tua vontade”.

Ele disse que iniciou com as palavras: ‘Acho isso uma inspiração pessoal em meio a meus esforços frágeis e imperfeitos em atender meus pacientes, suas famílias e o nosso departamento’. Algum tempo depois foi acusado de enviar uma mensagem “indesejável” a um colega no dia de Natal, que dizia simplesmente “tenha um Natal de paz”.

Seu colega, o doutor Rob Hodgkiss, respondeu com ‘você também’, mas enviou uma queixa ao hospital dizendo que aquilo era “uma invasão agressiva e indesejável”

Dr. Drew, disse ao tribunal em Birmingham que não entende a proibição de usar linguagem religiosa no trabalho, e que nega as acusações de “impor sua religião para outras pessoas, e de que era um maníaco religioso”. “Não sabia que um simples e-mail poderia me causar tantas dificuldades e acabar na minha demissão”, lamentou.

O tribunal ouviu os seus problemas, que começaram depois que ele fez uma série de denuncias sobre procedimentos “suspeitos” de alguns funcionários, que incluía a suspeita de abuso sexual de menores. Por isso, ele acredita que sua fé acabou sendo incompatível com algumas posturas dos colegas.
O doutor Drew e sua esposa Janet, 61, frequentam uma igreja batista e dizem aguardar que a justiça seja feita em seu caso.


Fonte:http://www.cpadnews.com.br/
Postado 02 de abril de 2012

Cineastas cristãos criam produtora para evangelizar

Grupo tem levado a milhares de pessoas uma mensagem evangelística


Produtora de filmes cristãos no formato de “curta” tem levado a milhares de pessoas uma mensagem evangelística com mais qualidade no audiovisual. Era o que tês jovens após se unirem com este propósito estão conseguindo fazer.

A insatisfação com a qualidade técnica e audiovisual gospel foi o que levou três amigos a criarem a produtora de cinema cristãoindependente, 4U Films. Miguel Nagle, Douglas Gomes e Luan Felipe são os idealizadores da produtora que tem reunido cineastas cristãos de diversas denominações evangélicas com o único propósito de fazer Cristo conhecido.

O projeto tem menos de dois anos e utiliza a Internet como o principal veículo de divulgação do trabalho. Recentemente, a produtora 4U Films lançou o curta-metragem “Dom Gratuito”, dirigido por Miguel Nagle. Em menos de dois meses de exibição, o filme conta com mais de 9,5 mil visualizações. Com outros dois curtas em processo de finalização, a equipe se prepara para gravar o primeiro longa-metragem de sua história.

O primeiro filme, ‘Não Me Deixe Te Deixar’ foi feito com orçamento de R$ 600,00. Considerado pelo ministério um sucesso de exibição, o curta soma mais de 21 mil visualizações no Youtube. Não deixe de conferir esse trabalho.

Assista o curta “Dom Gratuito” .




Fonte:http://www.cpadnews.com.br/
Postado 02 de abril de 2012

Haitianos evangélicos são recebidos pelas ADs brasileiras

AD Porto Velho tem congregação com cerca de 50 haitianos


Desde que sofreu com abalos sísmicos de 7.0 na escala Richter, no início de 2010, o Haiti vem enfrentando problemas quanto à manutenção da população. Depois de dois anos, mesmo com a solidariedade de parte do mundo com doações de alimentos, água, remédios e auxílio para a reconstrução do país por parte de instituições filantrópicas e de ajuda humanitária, a situação do país continua crítica.

Desiludidos com a total falta de perspectiva, alguns sobreviventes decidiram imigrar para outros países em busca de melhores condições de vida. O terremoto que abalou, principalmente a capital, Porto Príncipe, deixou estragos na ordem de bilhões de dólares, vitimando mais de 300 mil pessoas.

O êxodo de haitianos tem sido uma constante desde a catástrofe e a principal causa é a falta de emprego no território. Dentre os países que os haitianos buscam refúgio está o Brasil, especificamente a região Norte, nos estados do Acre, Amazonas e Rondônia. Com esta leva de migrantes, vários evangélicos chegam a nossa nação, não apenas em busca de auxilio material, mas também espiritual.

Dentre as dificuldades enfrentadas por aqueles que saem do Haiti para o Brasil, destacam-se: enfrentar mais de 6 mil quilômetros, de avião, navio e ônibus e superar a barreira do idioma. Boa parte dos que se aventuram sair de sua nação para terras brasileiras falam apenas o Crioulo (língua nativa) e por esse motivo enfrentam problemas na comunicação.

Ao visitar um abrigo lotado de haitianos, em Manaus, o pastor Luiz Gonzaga Lima Valente, líder da AD em Missões, disse que quando chegou ao local alguns deles se identificaram como evangélicos e pediram ajuda para conseguirem se instalar no país. “Alguns apresentaram carta de mudança com assinatura de seus pastores, outros para se aproveitar da ajuda se fizeram passar por crentes, mas com o acompanhamento que demos descobrimos aqueles que estavam sendo sinceros e os que usavam de má fé. Hoje contamos com 20 irmãos congregando conosco”.

Uma igreja de haitianos

Na cidade de Porto Velho (RO) os primeiros imigrantes chegaram em março de 2011. Na ocasião, cerca de 100 haitianos foram acomodados em um alojamento no Ginásio Claudio Coutinho, onde tiveram apoio do Governo do Estado de Rondônia, com ajudas para alimentação, atendimentos sociais e de regularização de documento.

A AD na capital rondoniense, que tem como líder o pastor Joel Holder, recebeu no mês de novembro (2011) dois jovens haitianos. Os amigos de infância Guivny Lexis (24) e Rodney Charles (25) se instalaram legalmente no Brasil, ansiosos por encontrar espaço no mercado de trabalho. A ideia da viagem surgiu quando os amigos ouviram falar sobre a grande oferta de emprego na construção das Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau no Rio Madeira, em Rondônia.

Longe de casa, em meio a tantos desafios e tentativas de adaptação, os jovens haitianos encontraram uma nova família na mocidade da Igreja Assembleia de Deus rondoniense.

Quando questionados sobre a permanência em Rondônia, sorriem e logo declaram que gostariam de ficar, mas somente Deus tem a resposta. “Eu sou filho de Deus, por isso acredito que vai dar tudo certo no Brasil”, diz Lexis.

Atualmente, estima-se que só na capital de Rondônia o número de haitianos chega a cerca de 500, com isso aumentou também a presença destes na igreja Assembleia de Deus.

Para atendê-los a liderança da denominação em Porto Velho decidiu organizar um local para os irmãos cultuarem a Deus. Provisoriamente, até que tenham sua própria congregação, os cultos acontecem duas vezes por semana, no domingo e na terça-feira.

O culto dominical reúne cerca de cerca de 50 irmãos, que oram, cantam, tocam instrumentos musicais e pregam a Palavra de Deus com alegria. A maioria não se conhecia até chegar ao Brasil, e agora se reúnem duas vezes por semana com o objetivo de louvar e adorar a Deus.

“Acredito que Deus realizará coisas muito grandes na vida dos evangélicos haitianos que chegaram a nosso país e que os brasileiros, serão bastante abençoados com a presença destes irmãos, que também são povo de Deus, em nosso meio”, diz pastor Holder, líder da AD em Porto Velho.


Por Edilberto Silva e Shara Alencar
Reportagem completa na edição 1522 do Jornal Mensageiro da Paz


Fonte:http://www.cpadnews.com.br/
Postado 02 de abril de 2012

domingo, 1 de abril de 2012

Ativistas Egito exigir Ahmed Doma liberação

O gabinete egípcio transformado em uma zona de guerra em 16 de dezembro do ano passado. Foto por Joseph Mayton


CAIRO: Um número de ativistas políticos e membros de movimentos revolucionários organizaram um protesto diante do Ministério da Justiça, no sábado, para exigir a libertação imediata do ativista político Ahmed Doma, que foi acusado de envolvimento no incêndio da academia científica, durante os confrontos que eclodiu antes da construção de Ministros de Qasr el-Aini rua em dezembro passado.

Os manifestantes carregavam cartazes "se você prender Doma ou mesmo mais de 100 activistas, não vamos esquecer a nossa causa", e outro dizendo "se Doma só era americano, ele teria sido liberado em questão de segundos", e "sobre a fome greve até Doma é liberado. "

Os manifestantes gritavam palavras de ordem "liberdade para todos os detidos, não vamos deixar Doma para baixo, esta é a sua percepção da mudança, uma pequena prisão torna-se maior."

Hussein Helmy, um membro do movimento da juventude para a justiça, a liberdade, declarou que estava começando uma greve de fome, enquanto se aguarda a liberação de Doma, acrescentando que outros dois militantes políticos também irão se unir em solidariedade com ele e com a greve de fome, Mostafa Ahmed e Mohammed Ashour, membro do movimento das Revoluções árabes.

Helmy disse a jornais locais que decidiram organizar um open-ended sit-in antes do Ministério da Justiça até a liberação de Doma Alves, salientando que, na ausência de um veredicto para a liberação de Doma na sessão agendada para domingo, eles vão "continuar o seu sit-in lá", além de considerar outras formas de intensificar a pressão sobre a junta militar para a liberação de Doma.



Tradução:
Mariano Siqueira

Fonte:http://bikyamasr.com/
Postado
01 de abril de 2012

PALESTRA ISLAMISMO & APOCALISPE (Pr. Magno Paganelli)


O Islã vem aí; a bem da verdade já chegou. O avanço islâmico para o ocidente usa a mesma estratégia do Cristianismo quando faz missões. Os estrategistas islâmicos acreditam que o próprio Allah, prevendo a necessidade de fundos para financiar o avanço missionário muçulmano, confiou as reservas mundiais de petróleo às nações muçulmanas.(1)

O espaço disponível aqui para esta questão da expansão islâmica é pequeno. No entanto, quero destacar alguns pontos-chave que indicam a mobilização islâmica neste sentido.

O Islã tem disposto não de um, mas de três meios pelos quais demarca o seu território nos países ocidentais: imigração, conversão e natalidade. Em todos os países da Europa e nos Estados Unidos a população árabe muçulmana imigrante cresceu, além dos descendentes nascidos nessas regiões.

Na Inglaterra. Nos últimos 30 anos a população muçulmana cresceu de 28 mil para 2,5 milhões de pessoas. Na França em 2008 eram 5 milhões. Na Holanda, 50% dos recém-nascidos são crianças muçulmanas. Na Bélgica, 25% da população e 50% dos nascimentos é de muçulmanos. O Governo daquele país declarou que em 2025, um terço dos recém-nascidos na Europa será de famílias muçulmanas. Declaração semelhante foi feita pelo Governo Alemão, que disse prever a Alemanha como um país muçulmano até 2050.

Os muçulmanos já veem esses sinais. O recém-assassinado General Kadhafi disse:

Há sinais de que Alá garantirá vitória ao Islã na Europa sem espadas, sem armas, sem conquistas. Não precisamos de terroristas ou bombas homicidas.


É esperado que os mais de 52 milhões de muçulmanos que vivem na Europa dobre sua população em até vinte anos. Nas Américas os números não são diferentes. No Canadá o crescimento populacional total registrado entre os anos 2000 e 2006 foi de 1,6 milhão, sendo que 1,2 milhão foi de imigração. Nos Estados Unidos a taxa de fertilidade é de 1,6 filhos e chega a 2,11 somente se somada à imigração latina. Em 1970 havia 100.000 muçulmanos nos Estados Unidos, hoje há 9 milhões.

Por conta disso, mesquitas têm sido construídas nos principais centros que antes eram referência para os cristãos. A Mesquita de Roma, uma afronta o Vaticano na terra do Catolocismo e uma Mesquita em Genebra, no marco do Protestantismo. Mas em Meca, um cristão não pode nem mesmo aproximar-se da mesquita principal. Mas a ousadia islâmica nunca foi tão longe como nos Estados Unidos, onde líderes islâmicos anunciaram a intensão de construir uma mesquita e um centro de cultura islâmica em rua próxima ao Marco Zero. O Conselho Municipal de Manhatan aprovou a sua construção e o Presidente Obama manifestou-se favorável. As famílias das vítimas dos atentados mostraram-se incorformadas.

Enquanto os protestos contra novas mesquitas em Nova Iorque, Tennessee e Califórnia ganharam as manchetes, o número total de mesquitas cresceu em silêncio, subindo de 1.209 em 2000 para 2.106 em 2010. 74% de crescimento em dez anos.

Essas estatísticas apontam, ainda, noutra direção além do seu valor ou desdobramento no que tange à questão da cultura. Há implicações econômicas, por exemplo. Enquanto a população economicamente ativa diminui, a população idosa aumenta. A Grécia, os Estados Unidos e outros países desenvolvidos revelaram nesta década os efeitos dramáticos desse modelo. A força de trabalho ativa não conseguiu sustentar o número de aposentados em função do desequilíbrio entre os trabalhadores ativos e inativos. É inevitável que num cenário assim a economia seja posta nas mãos de quem detém a força de trabalho, no caso, muçulmanos com sua numerosa população.

Na Conferência de Chicago, dezenas de nações islâmicas se reuniram para discutir a islamificação da América através de meios como o jornalismo, a política e a educação.

A América Latina também tem números expressivos de muçulmanos. No Brasil a população estimada é de 1,5 milhão. Somente no Estado de São Paulo os muçulmanos são 400 mil. Na tríplice fronteira, Brasil, Argentina e Paraguai, há um grupo radical islâmico. Um muçulmano xiita da região converteu-se e passou a frequentar a comunidade metodista. Logo houve ataques, agressões e ameaças contra esse irmão e seu pastor.(2)

No mais, a estratégia para basear-se na América do Sul é a mesma. Aumentar a população, influenciar na política e na educação. O primeiro ponto já está em andamento por aqui. O segundo também. Na Inglaterra já há um partido islâmico e eles já aprovaram leis voltadas para a sua comunidade. O Brasil não fica atrás. Em 1998 ocorreu um Congresso Islâmico em São Bernardo do Campo (SP) com 147 representantes de diversas sociedades islâmicas do país. O congresso deliberou pela criação de uma comissão provisória com vistas à criação de um partido.(3)

Em 2011, o Deputado mineiro pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Miguel Corrêa apresentou (em 06.07.2011) a PL 1780/11 que altera a Lei nº 9.394 (de 20 de dezembro de 1996), a chamada Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “cultura árabe e tradição islâmica” e dá outras providências. Esta PL 1780/11 foi retirada da Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, mas não nos esqueçamos do que ocorreu com a PL 122, a PL da Homofobia, que mesmo depois de sua retirada da Mesa foi desarquivada com força ainda maior pela Senadora Marta Suplicy, do mesmo Partido dos Trabalhadores, e ganhou forte expressão nacional. Não pense o leitor que o fato de a PL 1780/11 não constar da pauta, que a questão está encerrada.

A presença nas instituições de ensino não é um mecanismo novo. Nos Estados Unidos as lideranças islâmicas já ocupam consideráveis espaços nas escolas secundárias, bem como em universidades. A proposta às reitorias e juntas diretivas é feita em face à necessidade de fornecer um departamento de estudos islâmicos no campus. A universidade cede o local e todo o recurso necessário é fornecido pelo Islã. Mulás são indicados para ensinarem, a fim de que haja garantia de que o Islã será bem representado.(4) Isso também ocorre entre a comunidade local por meio das próprias instituições islâmicas já estabelecidas na sociedade, não apenas nos centros de educação.

Mesquita de Mogi das Cruzes (SP)

No Brasil, há dezenas de instituições espalhadas por todo o território. Segundo o Centro Islâmico no Brasil, são dezessete mesquitas, doze centros culturais, vinte e três federações, assembleias e sociedades, cinco escolas e dois cemitérios.(5) Se tudo isso parece novo para você, é bom começar a acostumar-se com a presença islâmica em nosso meio. O problema é quando começarem manifestar a imposição das suas leis em nosso país, até agora dito “de tradições cristãs”.

O esforço concentra-se também na publicação de obras em língua portuguesa. “O Islamismo tem se esmerado em atacar as doutrinas cristãs através de regulares publicações. Entre os vários livros cujo propósito é desacreditar as doutrinas cristãs, temos conosco alguns publicados em português no Brasil com este propósito. Entre eles destaco A Bíblia, o Alcorão e a Ciência por Dr. Maurice Bucaille. Há outros livros que se opõem as doutrinas cristãs como O Islam e o Mundo por Abul Hassam Annaduy e Islam e Cristianismo por Ulfat Aziz Assamad e Islamismo Mandamentos Fundamentais por Mohamad Ahmad Abou Fares. São apenas alguns exemplos (há muitos outros títulos publicados) do que já há em português publicado pelo Islamismo para atacar e desacreditar o Cristianismo”.(6)

A diversidade étnica e a liberdade de culto no Brasil são públicas e notórias; nem por isso vemos as comunidades de alemães e de italianos no sul do país, ou de orientais e italianos no Estado de São Paulo, fazendo lobbies para que sejam criadas leis específicas para eles. Imigrantes que chegam aqui convivem harmoniosamente há séculos com os nossos padrões e as nossas leis. Por que haveria de mudar agora?

A pluralidade religiosa brasileira bem que podia servir de exemplo para países e comunidades muçulmanos, o que definitivamente não ocorre. Vemos, isso sim, perseguição, mortes, condenações, incêndio a igrejas e muito mais. Seria bom, se de fato o Islã é uma religião da paz, que a cada instituição implantada aqui, uma igreja ou seminário também fossem abertos por lá, sem riscos à vida de quem quer que seja. Infelizmente sabemos que isso não acontecerá.

(1) Nisto concordam Dom Richardson, Segredos do Alcorão, p. 156ss e Marius Baar, O Ocidente na Encruzilhada, p. 36ss.

(2) http://www.comunidademetodista.com.br/noticias/?id=490 em 09.03.2012.
(3) Diário do Grande ABC, 05.05.1998.
(4) RICHARSON, Ibidem, pp. 171,172.
(5) Fonte: Centro Islâmico no Brasil (Arresala).
(6) TOSTES, Silas. O Islamismo e a Trindade, pp. 2,3.

* Este artigo foi extraído e adaptado do livro Islamismo e Apocalipse, de Magno Paganelli (Arte Editorial, 2012). Pode ser reproduzido desde que citada a fonte.


Fonte:http://www.altairgermano.net/
Postado
01 de abril de 2012

Capital do Iêmen em alerta máximo, como confrontos esperado

Iêmen enfrentando tempos incertos.


SANA'A: Como aviões de guerra alto sobrevoou a capital do Iêmen neste domingo de manhã, lembretes de que o combate em Arhab e seus arredores foram esquentando, residentes em bairros da zona norte da capital disse que Bikyamasr.com soldados leais ao general Ali Mohsen al- Ahmar e Sheikh Sadeeq tribo al-Ahmar tinha vindo de volta para seus bairros aos milhares, mais uma vez posicionando-se sobre os telhados e entrando em escolas e outros edifícios, marcando claramente seus territórios.

Um tenente da Al-Firkah, divisão Mohsen revelou ao abrigo do anonimato que o general estava se preparando para outra rodada de ataques como a luta pelo poder estava se mudando para a capital.

"Legalistas Presidente Saleh têm lutado contra a al-Islah em algum tipo de uma guerra secreta desde a assinatura da transferência de potência, quer na arena política, quer através do uso de milícias armadas e dos grupos, sabotar as infra-estruturas públicas para melhor acusam seus adversários de mal-feitos ", começou ele.

"Ambos os lados foram realmente usando os mesmos métodos de propaganda ... Nos últimos 48 horas as coisas degenerados, com a força do ar batendo tribos Arhab. Esses homens são partidários de Sheikh al-Ahmar Sadeeq eo Sheikh não está disposto a deixar seus homens ficam abatidos sem retaliar.

As coisas estão ficando sério agora e reforço está sendo enviado como falamos com Arhab como as tribos querem derrubar al-Sama'a republicano base de Guardas. Se esta base cai a Revolução teria vencido ", acrescentou.

Enquanto os Guardas Republicanos estão justificando os seus ataques contra Arhab, alegando que a Al-Qaeda está atualmente executando operações contra o Estado, as tribos locais acusam Ahmed Ali Abdullah Saleh, filho mais velho de Saleh e Chefe da Guarda Republicana do uso de cartão de al-Qaeda para cobrir sua vingança pessoal contra os opositores seu governo eo de seu pai.

Desde o início do levante do ano passado, as tribos Arhab subiu contra o regome comprometendo-se a apoiar os revolucionários. O movimento era caro como eles se tornaram alvo da força aérea de escolha, que se seguiu ataques aéreos e bombardeios campanha.

E, de fato sacos de areia e barricadas foram levantadas novamente perto "Change Square", o ponto de encontro principal da revolução e em torno Hasaba, um distrito sob o controle direto do clã al-Ahmar de.

Ahmed al-Sofi um analista de segurança já alertou na semana passada contra os perigos de uma tal política impasse no Iêmen, dizendo que, se os remanescentes do regime continuou a cair sobre a qualquer poder que tinha deixado recusando-se a comprometer-se com a oposição, o Iêmen ainda pode reverter para um estado de guerra.

"Al-Ahmar e Saleh estão se recusando a deixar ir e uma vez que ambos têm um arsenal verdadeira guerra à sua disposição que poderiam desencadear uma guerra civil sangrenta. Eu não acho que a comunidade internacional está muito apego a gravidade da situação. Nenhuma das facções estão dispostos a negociar para isso significaria abrir mão de décadas de poder absoluto. Para Saleh é o seu legado todo ele teria que deixar sair e para al-Ahmar, o título incontestável de Sheikh de xeques ", disse o soldado.


Tradução:
Mariano Siqueira


Fonte:http://bikyamasr.com/
Postado
01 de abril de 2012

Irmandade Muçulmana não consegue mudar a política, como de costume no Egito

Protesto egípcios em Tahrir durante julho 2011 sit-in, um tempo de esperança.


Está feito. A Irmandade Muçulmana tem oficialmente renegou sua promessa de não apresentar um candidato presidencial nas eleições de maio próximo. É mais um sinal de que o grupo tornou-se embriagado de poder, buscando mais uma tentativa de solidificar a sua posição de hegemonia completa sobre o Egito.

É uma coisa para debater o seu candidato, mas nunca deveria estar aqui. Eles prometeram. Mas, como em todas as coisas políticas no Egito - e em outros lugares - um da palavra não é obrigação. E em menos de três meses, Irmandade Muçulmana do Egito, passou de lutador, aos campeões parlamentar, em um nutshell mentirosos.

É fácil dizer que todos os políticos são mentirosos, mas na maior parte no Egito, nenhum partido ou grupo havia descumprido uma promessa, ou em linha reta até mudaram suas políticas em um assunto ou tópico. Desta vez, a Irmandade tem feito exatamente isso.

Ao renegar a sua declaração anterior, o grupo está sinalizando que é política, como de costume no Egito, onde uma vez um grupo entra no poder, tornam-se quase intoxicado por ela e quer manter e fazer crescer a sua vontade sobre o país.

Este é exatamente o que os Oficiais Livres fez no início dos anos 1950, que continua até hoje sob a forma de a junta militar. A Irmandade precisava mostrar egípcios, tanto os liberais e conservadores, que eles vão mudar o status quo e construir uma nova estrutura política baseada na honestidade e transparência. Decidido a apresentar um candidato, mas tudo termina essa esperança.

De muitas maneiras, para os liberais e ativistas no país, que esperava que uma figura moderada, como o ex-oficial superior da Fraternidade Abdel Moneim Aboul Fotouh seria capaz de reduzir o fosso crescente entre os islamitas e os liberais, um candidato oficial MB poderia percorrer um longo caminho para acabar com esse desejo de uniformização.

"Eu acho que onde estamos é simplesmente se preocupe com o futuro do Egito e sua democracia", um liberal MP me disse recentemente. Ele argumentou que se a Irmandade se avançar com um candidato, "poderia significar o fim oficial da revolução e do que tinha lutado para".

Vamos esperar que ele está errado.

A Irmandade acreditava que estava em seu direito, e era, para colocar um candidato para a frente, especialmente porque eles dominaram as eleições parlamentares.

Mas essas eleições não dar a Irmandade um mandato para governar. Deu-lhes uma maioria funcionamento, mas em uma eleição onde apenas 51 por cento do país ficou em casa e não a uma votação, é importante lembrar o por cento restantes 49, muitos dos quais estavam ocupados enterrando vítimas de recentes confrontos em novembro , ou cuidando de feridos. Outros foram boicote por princípio.

E é aí que reside a luta pela Irmandade. Eles entendem, dizem os especialistas, que se não apresentar um candidato, e a constituição dá o poder sólido para o cargo, a sua atual hegemonia sobre o Parlamento ea política no Egito, poderia começar a desvendar, especialmente se um candidato hostil, digamos Aboul Fotouh , é vitorioso.

Mas a politicagem continua. FJP líderes têm uma visão diferente sobre a situação atual, argumentando que desde que anunciou no ano passado que não iria correr um candidato, o país, e suas necessidades mudaram.

"Nós ainda estamos lutando por direitos humanos, da liberdade e da revolução", disse Amr Derrag, o chefe de Giza para a FJP. "Mas quando disse que antes de nós não pensamos que a nossa liderança seria necessário para a presidência, mas com os militares lutando pelo poder, que talvez seja necessário entrar na corrida."

Ele argumentou que a aderência da junta militar no poder poderia resultar em uma eleição que os egípcios não querem, que tem a liderança Irmandade preocupado com seu futuro poder e controle sobre o governo. Aqui, ele tem um ponto. A Irmandade poderia ser a única potência política viável no país capaz de se levantar contra os militares, e se o militar quer continuar a se intrometer no governo civil, que poderia ser a força da Irmandade que obriga-los.

Compreensivelmente embora ativistas, que continuam a exigir o fim da julgamentos militares, liberdades maiores e um estado civil, a candidatura de um membro da Fraternidade tem alimentado temores de que o Egito está descendo um caminho para o conservadorismo nunca antes visto em sua história moderna.

Muitos dos ativistas com quem conversei recentemente medo de que um presidente e um parlamento Irmandade Irmandade seria desastroso para o país. Um jovem estudante universitário feminino, Heba, me disse que "eles seriam capazes de empurrar com anti-cristãs e anti-mulheres leis que não seria bom."

Apesar desses temores, Derrag disse que "todos os grupos serão respeitados, incluindo mulheres e cristãos".

Para muitos egípcios, a pergunta é em que medida, e por quanto tempo?

Tradução: Mariano Siqueira


Fonte:http://bikyamasr.com/
Postado
01 de abril de 2012

Prisão de pastor gera polêmica no Vietnã

Vietnã


O pastor cristão Nguyen Cong Chinh é líder de uma igreja doméstica no Vietnã. No entanto, a igreja dele não era registrada junto ao governo e, por isso, ele foi preso e condenado a 11 anos de prisão, sob a acusacão de “perturbar a unidade nacional”

O julgamento foi realizado na província de Gia Lia e deixou muitas pessoas pensativas sobre a coexistência da fé e do comunismo no Vietnã. O caso do pastor Chinh, que admitiu estar liderando a Igreja Menonita do Planalto Central, deixou os cristãos temerosos, com medo de que isso se torne comum num futuro próximo.

“Onze anos de prisão porque ele não registrou uma igreja que não estava prejudicando ninguém? Estou chocada”, disse uma cristã que vive em Hanói e frequentava as reuniões que aconteciam sob a liderança do pastor Chinh.

“Eles sempre falavam bem do pastor, por isso é contraditório o prenderem e o condenarem a tantos anos de prisão por causa de sua fé”, acrescentou a cristã.
Chinh foi preso em abril de 2011 e também condenado por fazer a distribuição de panfletos antigoverno que estariam “seduzindo as minorias étnicas rebeldes”, disse o relatório.

No Vietnã, que é um Estado comunista, todas as igrejas devem ser registradas pelo governo, um sistema que é extremamente criticado por grupos de direitos humanos em todo o mundo.

“A atmosfera geral para a liberdade religiosa no Vietnã é hostil”, disse John Sifton, diretor na Ásia da Agência de Direitos Humanos (HRW). Ele classificou o registro obrigatório de grupos religiosos e organizações como “um processo profundamente burocrático e crivado de armadilhas”.

O caso do pastor Chinh traz à tona a estranha relação entre a religião e a política no Vietnã. Analistas políticos dizem que, enquanto o sistema está se abrindo paulatinamente, os responsáveis por instituições religiosas devem estar prontos para obedecer às leis e regulamentos.

Por enquanto, a comunidade cristã vai ter que esperar a libertação do pastor Chinh, isso é, se ainda houver a possibilidade dele receber clemência do Estado. “Eu realmente espero que isso aconteça, porque ele é um bom homem”, disse um cristão.

Pedidos de oração

•Ore para que haja um novo julgamento do caso e pela liberdade do pastor Chinh.

•Peça a Deus que fortaleça a Igreja liderada pelo pastor Chinh para que não desanimem diante dessa difícil situação.

•Ore pelas igrejas em países comunistas que são privadas de exercer seu direito de liberdade de culto.


Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado
01 de abril de 2012

AD Jundiaí vai enviar Bíblias para Guiné-Bissau

Distribuição de exemplares da Bíblia na Língua Crioula


Que outro melhor meio de conhecermos ao Senhor senão pela leitura, meditação e prática da Sua Palavra? Por ela temos a revelação da vontade de Deus, encontramos respostas para todos os questionamentos de qualquer área da vida pessoal, familiar e social. Seu poder e eficácia tanto renovam um homem quanto constroem uma nação. A Bíblia Sagrada é o único livro cujo Autor sempre está presente junto àqueles que lêem com o objetivo de conhecê-Lo e servi-Lo melhor.

Por isso, a Igreja Assembleia de Deus de Jundiaí, liderada pelo pastor Esequias Soares, está empenhada em mais um desafio missionário: o envio de 10 mil Bíblias em crioulo para a República da Guiné-Bissau. Dos 20 anos de fundação das Assembleias de Deus naquele País, 19 foram sob a liderança do casal de missionários Rachel e Pedro Souza, enviados pela AD Jundiaí em 1993.

Entre tantos acontecimentos, o casal foi testemunha ocular de um fato que, sem dúvida, é um marco para a evangelização do povo guineense: o lançamento da Bíblia em Crioulo, em 1999. O feito foi possível graças à chamada específica feita pelo Senhor à missionária Isabel Arthur, escocesa mantida pela Worldwide Evangelization for Christ (WEC).

Sensibilizada pelo complexo contexto linguístico do povo guineense –que registra mais de 30 etnias cada uma com seu dialeto–, a missionária escocesa que atuou por 54 anos em Guiné-Bissau, empreendeu grande esforço na tradução das Escrituras para o Crioulo da Guiné-Bissau. Pastor Esequias Soares destaca o valor espiritual deste empreendimento. "Glorificamos a Deus e agradecemos a Ele pelo resultado desse trabalho tão importante que é a tradução da Bíblia para o crioulo da Guiné-Bissau".

Impressões

A primeira impressão foi produzida na Costa do Marfim com uma tiragem de 3 mil exemplares. Uma segunda impressão de 3,5 mil exemplares aconteceu na Coréia do Sul. A ARDA (Association of Religion Data Archives) aponta que os cristãos totalizam 11% (entre evangélicos e católicos), contra 44% de religiões étnicas e 41% de muçulmanos. Ainda que sejam minoria, fato é que 6.500 exemplares não supriram a enorme necessidade.

Por isso, o pastor Tcharton Sana da Costa, sintetiza a demanda por mais exemplares da Bíblia como "necessidade imperiosa". Como pastor na AD no bairro Cuntum, a mais antiga de Bissau, capital guineense, ele ressalta que a Bíblia é "uma das ferramentas indispensáveis para a evangelização do nosso povo".

A missionária Rachel Peres de Souza já fez a si mesma um questionamento recorrente entre os guineenses quando têm o desejo de adquirir um exemplar da Palavra de Deus: "Onde vou comprar? Se aqui em Guiné-Bissau não tem Bíblias para comprar?".

Ação

Por perceber a enorme necessidade tanto da igreja guineense quanto dos que ainda não foram alcançados pelo Evangelho, a AD Jundiaí deflagra mais uma campanha para fortalecer e ampliar as ações evangelísticas no País

Pastor Esequias adianta que "já estão na Sociedade Bíblica do Brasil, as placas prontas para impressão". O problema logístico de envio também já foi resolvido pelo próprio Senhor da Seara. "O irmão Ronaldo Rodrigues de Souza, diretor executivo da CPAD, se encarregou do envio desses exemplares para o país", comemora o líder.

Pela tiragem prevista, cada Bíblia terá o custo final de R$ 10,05. Os interessados em contribuir com a campanha "Bíblias para Guiné-Bissau" podem efetuar depósito no Banco do Brasil Ag. 0340-9 - C/C: 207.000-6. Os comprovantes devem ser encaminhados para o e-mail: alem-mar@adjundiai.org.br ou pelo fax: (11) 4586-5878 ramal 30. Para mais informações acesse o site: www.adjundiai.org.br.

Confira o vídeo da campanha aqui.


Fonte:http://www.cpadnews.com.br/
Postado
01 de abril de 2012

Com crise nos EUA, até igrejas perdem imóveis

Somente na Califórnia, mais de 800 propriedades de igrejas foram submetidas a processo de execução hipotecária


Algumas igrejas, assim como muitas famílias, perderam templos por causa da crise no mercado imobiliário, informa o jornal “San Francisco Chronicle“.

Somente no Estado da Califórnia, mais de 800 propriedades de igrejas foram submetidas em algum momento a um processo de execução hipotecária, ainda que nem todos tenham culminado na entrega do imóvel. Nos últimos três meses, 14 propriedades de instituições religiosas foram entregues a bancos ou a outros por impossibilidade de pagamento de dívida.

O jornal conta que os bancos aumentaram os limites de empréstimos para as igrejas durante o momento de bonança na economia dos EUA, assim como fizeram com as famílias. Muitos líderes religiosos aproveitaram essa oportunidade para expandir suas igrejas, uma vez que as doações dos fiéis eram crescentes.

Muitos fiéis, no entanto, foram afetados pela crise e cortaram as doações às igrejas, que por sua vez passaram a ter problemas.

A Antioch Church Family, por exemplo, comprou um imóvel de US$ 3,5 milhões em 2007, que incluía quatro quartos para abrigar sem-teto e um espaço para receber pessoas em um programa de assistência alimentar.

A igreja pagava religiosamente todas as prestações, de US$ 23 mil, até 2009, “quando a situação econômica começou a mudar”, afirmou ao “San Francisco Chronicle” o pastor responsável.

O emprestador permitiu que a igreja suspendesse o pagamento por 18 meses. Mas depois desse período, ainda restava uma dívida de US$ 3,2 milhões, sendo que, por causa da crise, o preço do imóvel havia caído para US$ 1,7 milhão. A igreja não conseguiu o refinanciamento da dívida, e o banco entrou com um processo de execução hipotecária em março de 2011.


Fonte:http://www.cpadnews.com.br/
Postado
01 de abril de 2012

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