Festividade das senhoras na AD Novo Mundo é marcada com mover do Espírito Santo e vidas para Cristo

No último domingo, 22 de setembro, a Assembleia de Deus em Novo Mundo comemorou o 38º aniversário do Círculo de Oração e do departamento de senhoras Cânticos dos Fiéis. O culto festivo foi marcado por momentos de louvor e adoração, com a...

Cuba passa por pior crise desde 1990

De acordo com a organização El Clarín, Cuba enfrenta a pior crise no país desde 1990. Faltam alimentos, remédios, combustíveis e os cortes de energia têm sido frequentes. Tudo isso somado a crescente inflação e queda na produção agrícola...

Jogral: Peregrinos em uma Terra Estranha – A Jornada do Cristão Rumo à Pátria Celestia

Nesta terra somos apenas peregrinos. Andamos por caminhos de provação, mas o nosso destino é o céu. Aqui não é o nosso lar, pois buscamos a pátria celestial que nos espera além deste mundo passageiro...

Jogral: "Do Getsêmani à Ressurreição – O Propósito da Cruz"

Tema central: A trajetória de Jesus do Jardim do Getsêmani até a ressurreição, com ênfase no propósito da crucificação e da ressurreição – a salvação da humanidade...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

(Todos entram e formam um semicírculo. Silêncio e expectativa no ar. O ambiente está tenso, refletindo os tempos de tribulação.) 1º Participante: (Solene e reflexivo) "Os dias estão mais escuros... O que estamos...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

Maior é Jesus! Maior que a vida, maior que a dor, maior que qualquer poder! Nada nem ninguém pode se comparar a Ele! [Pessoa 1 – Firme e impactante] Maior que a vida que passa, Ele é o Eterno! A vida...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Semadeal faz confraternização e sorteia viagem missionária para Argentina

Confraternização dos departamentos de missões


Contemplado foi Lucélio Ferreira, coordenador de missões da congregação de Piabas

No dia 5 de dezembro, à tarde, a Secretaria de Missões (Semadeal) promoveu a Confraternização dos Departamentos de Missões da Capital. Foram momentos de muita emoção. A congregação do Bebedouro, representada pelo coordenador de missões, Mariano Siqueira, por intermédio de um vídeo, conscientizou a todos sobre a necessidade de continuar evangelizando e ganhando almas para o Reino do Senhor. Evangelismo, trabalhos sociais, viagens missionárias foram relatados pelo coordenador e equipe.

A congregação da Vila Brejal, através do coordenador, Gilson Marinho, apresentou o trabalho de evangelismo nos bairros mais carentes da capital, mencionando a necessidade espiritual que eles encontram ao evangelizar esses bairros que tanto precisam de pessoas que se levantem e resgatem crianças, homens e mulheres das mãos do inimigo.

Na oportunidade, foi projetado um vídeo sobre o trabalho e dedicação do presbítero Hélio Cabral, que pastoreia as igrejas dos pequenos povoados de Caracol e São Félix - município de Santana do Ipanema, sertão de Alagoas.

Um trabalho carente, mas que têm crescido, pelo esforço do povo de Deus. O obreiro, há muitos anos, trabalha em parceria com a secretaria de missões, solicitando viagens missionárias, seminários e todos os meses relatando à secretaria os trabalhos realizados nos povoados.

A equipe responsável pela confraternização apresentou aos departamentos de missões uma retrospectiva e prestou uma homenagem ao secretário executivo de missões, Pr. Paulo Mesquita, pela passagem do seu aniversário, no dia 24 de novembro. Através de um vídeo foi relatado sua história, bem como os anos que ele e sua família trabalharam para o Senhor na cidade de Tegucigalpa, Honduras.

No final da confraternização foi realizado o sorteio de duas caixas de Bíblias a um departamento de missões, e uma viagem aérea para Argentina. O departamento de missões da igreja-sede, coordenado por Arlindo Lins, foi o ganhador do primeiro prêmio. O contemplado para a viagem para a Argentina foi Lucélio Ferreira Soares, coordenador de missões da congregação de Piabas.

A viagem missionária será no fim do mês de março, por um período de uma semana para a cidade Colón, onde estão trabalhando os missionários Pr. Pedro e sua esposa Noemi Tavares, mantidos pela igreja de Alagoas.

A reunião contou com a presença de mais e 80 pessoas que desfrutaram de um delicioso café regional. A Semadeal agradece aos pastores das congregaçõe e aos coordenadores de missões e equipes pelo apoio e parceria, nos trabalhos realizados em 2010, e que 2011 seja um ano de muitas bênçãos e grande colheita de almas para o Reino de Deus.


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 28 de dezembro de 2010

Incêndio consome donativos para desabrigados em galpões no Jaraguá

Chamas nos galpões: não sobrou nada


Roupas, mantimentos e barracas que estavam no local foram atingidos pelo fogo

Quem passou pela Praia da Avenida pela manhã percebeu uma coluna de fumaça escura pelo céu azul. O que deveria estar atendendo às vítimas da enchente em Alagoas foi consumido pelo fogo. Homens do Corpo de Bombeiros (CB) tentam desde o início da manhã desta terça-feira (28) controlar o incêndio que atinge os dois galpões que guardam os donativos para os desabrigados das enchentes do último mês de junho. Os prédios estão localizados no bairro do Jaraguá.

Segundo o capitão Roberto Wanderley, a causa do incêndio só será apontada depois de uma perícia no local, mas é possível que tenha sido curto-circuito na instalação elétrica. “O controle do fogo está sendo difícil. Já conseguimos isolar as chamas e, assim, trabalhar no controle dos focos, mas não posso afirmar quando a ocorrência será concluída”, disse.

Três unidades de combate a incêndio e duas unidades de salvamento e resgate estão no local, já que o fogo ameaça os prédios vizinhos. Ainda segundo o capitão, o incêndio é dentro dos galpões e toda a estrutura está comprometida. Roupas, mantimentos e barracas que estavam no local foram atingidos pelo fogo.




Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 28 de dezembro de 2010

Jovens do Benedito Bentes 1 comemoram o Natal com idosos do Leal

Rapaziada levou presentes aos velhinhos do Leal


Juventude levou alegria e presentes para os velhinhos

Jovens que servem ao Senhor na Assembleia de Deus no Benedito Bentes 1 abriram os corações para a solidariedade neste Natal. No domingo que antecedia a data comemorativa, eles foram ao Lar Evangélico Esperidião de Almeida (Leal), que fica nos fundos do templo assembleiano da Avenida Maceió, no Tabuleiro do Martins, para fazer a alegria dos idosos ali abrigados.

Liderada pelo coordenador da mocidade, a juventude queria proporcionar momentos de felicidade e de confraternização com os ‘velhinhos’. O resultado foi surpreendente. Cada um dos idosos recebeu presente, registraram o momento em fotografias e se empolgaram com a presença dos visitantes.

“O desejo que surgiu em nossos corações foi o de alegrar aqueles idosos tão carentes de uma novidade. Estivemos ali para comemorar o Natal com eles e saímos de lá regozijados com o Senhor por ter feito o bem para dezenas de pessoas”, disse Jackson Santos, coordenador da mocidade da subcongregação A-32, do Benedito Bentes 1.


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 28 de dezembro de 2010

Sílvio Santos recusa proposta de líder da Igreja Mundial do Poder de Deus

Silvio Santos e o "apóstolo" Valdemiro


Apóstolo Valdemiro oferece R$ 180 milhões por madrugada do SBT

O auto-intitulado apóstolo, Valdemiro Santiago, líder da IMPD (Igreja Mundial do Poder de Deus), ofereceu a Sílvio Santos, apresentador e dono do SBT, R$ 180 milhões por ano pelo horário da madrugada da emissora de tevê. A proposta foi recusada.

Silvio Santos deve ter pensado duas vezes antes de se decidir pela recusa, porque ele precisa de muito dinheiro para tapar o rombo causado por fraudes no valor de R$ 2,5 bilhões no Banco Panamericano, também de sua propriedade.

Os R$ 15 milhões que o empresário receberia por mês de Valdemiro daria para pagar a correção monetária do empréstimo que o banco obteve do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). Sem esse dinheiro, o banco quebraria, agravando a saúde financeira de todo o grupo.

RR Soares também quis comprar horário do SBT quando se tornaram públicas as fraudes no Panamericano. O valor da proposta do líder da Igreja Internacional da Graça de Deus teria sido inferior ao da de Valdemiro. Recentemente, Soares renovou o contrato de seu programa diário em horário nobre na Band.

Como a tentativa de recuperação do banco está no começo, e parece que em outras empresas do grupo também houve desfalque, é possível que Sílvio Santos não consiga resistir por muito tempo ao assédio dos líderes evangélicos que dependem da tevê para alargar suas fronteiras.


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 28 de dezembro de 2010

Juiz acha absurdo presos assistirem à TV cristã

Presos assistindo à programação religiosa no presídio


Iniciativa de diretor evangélico é rechaçada

Mesmo sendo considerada um sucesso pelo governo mineiro, o juiz Marcio Fraga, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) considerou "imprópria e absurda" a iniciativa da Igreja Batista da Lagoinha (MG) de instalar TVs em celas e "obrigarem" os presos a assistirem suas programações.

O Ceresp abriga presos "célebres", como Sérgio Sales (primo do goleiro Bruno), Thales Maioline (chamado de "o "Madoff mineiro") e membros da torcida organizada Galoucura, do Atlético-MG, suspeitos de matar um torcedor do Cruzeiro. O juiz Márcio Fraga reconheceu que as TVs podem tranquilizar os presos, porém fez questão de lembrar que o Estado brasileiro é laico.

Os aparelhos em LCD foram bancados pela própria igreja e ficam praticamente o tempo todo sintonizados na emissora da igreja, a Rede Super. Funcionando desde o dia 3 de outubro, a iniciativa foi aplaudida pelo governo de Minas Gerais, que pretende levar o projeto para outras unidades. O controle de canais é feito na sala do diretor, Luís Fernando de Sousa, que é membro da igreja.

O diretor contou que também abre espaço para as emissoras católicas Rede Vida e Canção Nova e, recentemente, para a TV Justiça e para um canal educativo. Um preso disse à Folha de S. Paulo, porém, que são raros os momentos sem a Rede Super.

Sousa descartou exibir outros canais por terem "muita droga e crime" e passarem programação "não salutar" e informou não acreditar que restringe a liberdade dos presos e que faz o mesmo que prisões que obrigam os detentos a trabalhar ou estudar. O subsecretário de Administração Prisional de Minas, Genilson Zeferino, disse que a parceria com a igreja é "fantástica" e que as TVs são uma "peça fundamental na humanização" dos presos.

Em texto de seu veículo de comunicação, Hélio Schwartsman, articulista da Folha São Paulo, acredita que por qualquer ângulo que se analise, a iniciativa da Igreja Batista da Lagoinha "de, digamos, proporcionar programação televisiva de conteúdo espiritual edificante aos presos esbarra em sérias controvérsias jurídicas". Segundo ele, a mais grave delas é que, na prática, todos os reeducandos ficam obrigados a assistir à TV evangélica, 24 horas por dia. Isso, pode-se arguir, constitui uma segunda pena, à qual não foram condenados pela Justiça.

"Em termos mais precisos, a pregação religiosa ininterrupta pode violar o princípio da liberdade de crença, assegurado pelo inciso VI do artigo 5º da Constituição. Por mais fiéis que a Igreja Batista da Lagoinha esteja a arregimentar na região de Belo Horizonte, entre os presos existem representantes de várias crenças, muitos dos quais podem sentir-se constrangidos com o proselitismo da fé de que não comungam. Do ponto de vista público, a situação não é mais tranquila. O acordo pelo qual a penitenciária permitiu que a IBL instalasse as TVs pode ser interpretado como uma afronta ao princípio da laicidade do Estado (art. 19 da Constituição), que veda ao poder público estabelecer alianças com igrejas. Ainda que se admita que o acordo é apenas uma colaboração de interesse público - hipótese em que seria permitido -, a penitenciária, em respeito ao princípio da impessoalidade da administração, deveria ter oferecido a mesma oportunidade a outras igrejas e - por que não? - empresas comerciais instaladas no país".

O colaborador da Folha disse também que caso houvesse outros interessados em fazer o mesmo que a Lagoinha, um processo licitatório precisaria ser aberto. "O fato de o diretor da prisão ser membro da igreja apenas reforça as piores suspeitas. A laicidade, isto é, a separação total entre Estado e igreja, é a melhor garantia de que poderosos não vão impor a terceiros suas opções religiosas pessoais. É uma parte importante do pacote das liberdades públicas", documentou a Folha Online.


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 28 de dezembro de 2010

Cantata infantil celebra o Natal na igreja-sede

Cantata de Natal reapresentada no templo-sede


Grupo reapresentou a cantata Manchita – O Presente de Natal após 10 anos

Na noite do dia 24 de dezembro, a Assembleia de Deus sede, no bairro do Farol, comemorou o Natal com um belo culto. Este ano, o departamento infanto-juvenil reapresentou a cantata Manchita – O Presente de Natal, do americano Dan Barker.

A cantata foi reapresentada após 10 anos. A coordenação informou que foram apenas dois meses para que tudo ficasse pronto, o que foi considerado um recorde de tempo.

Ensaios, elaboração de figurino, cenário e iluminação, tudo aconteceu graças a uma equipe formada por 12 pessoas, entre professores do departamento infanto-juvenil, o grupo de teatro Arte & Vida, coordenadoras do grupo Vozes Infantis e Louvor Júnior, além de vários colaboradores.

A cantata conta a história do nascimento de Jesus na visão dos animais que estavam na estrebaria naquela noite mágica. Com a ajuda de um narrador, a história é contada e os diálogos ficam por conta dos animais. A protagonista da história é a ovelhinha manchita, que entre suas companheiras é a única despercebida do nascimento do Salvador. Manchita recebe este nome porque é marcada por manchinhas.

O culto chegou ao seu auge com a mensagem da noite, ministrada pelo pastor-presidente José Antonio dos Santos, que entre elogios sobre a apresentação das crianças, fez uma comparação daquela noite com o momento que é vivido na atualidade.















Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 28 de dezembro de 2010

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Cristãos de Gaza celebram o Natal em Belém

Território fechado é liberado para as festas


Mais de 500 membros de uma comunidade cristã na Faixa de Gaza deixaram o território, que está bloqueado, para poderem participarem das celebrações de Natal em Belém.

Cerca de 3.500 cristãos vivem em Gaza entre 1,5 milhão de muçulmanos. As relações têm sido tradicionalmente boas, embora tenha havido violência esporádica desde que o movimento islâmico Hamas tomou o controle há três anos. Moradores que deixaram Gaza minimizaram as diferenças com o Hamas, dizendo que eles estavam solidários aos palestinos na luta contra Israel.

“Claro que estou muito feliz que vou ver meus parentes e juntá-los para o Natal. Acontece apenas uma vez por ano”, disse Hatem Al-Far. “O único problema é que eles [os israelenses] não emitiram licenças para todos os meus filhos.”

Após o Hamas assumir o poder, vândalos saquearam um convento católico romano e uma escola adjacente, quebrando cruzes e destruindo a face de uma escultura de Jesus de cerâmica. Nos meses seguintes, assaltantes não identificados detonaram uma bomba de fora de uma escola cristã, bombas incendiárias em uma livraria cristã, que matou um cristão que estava trabalhando. Hamas disse que está empenhado em proteger a minoria cristã, mas nenhuma prisão foi feita em nenhum dos incidentes. Os cristãos representam menos de 2% da Cisjordânia e de Gaza, em comparação com 15% em 1950. Como muitas outras comunidades cristãs em todo o Oriente Médio, muitos fugiram para nações vizinhas devido às tensões políticas e em busca de oportunidades econômicas.

O reverendo David Neuhaus, vigário católico romano para a população de língua hebraica de minoria cristã na Terra Santa, disse que a violência contra os cristãos de Gaza foi em grande parte “justiça pelas próprias mãos islâmicas fundamentalistas” e não o regime do Hamas. No entanto, ele disse, que a vida era extremamente difícil. “Eles não são orientados pelas autoridades, mas a vida não é simples quando você quer viver minuto a minuto de acordo com os costumes de diferentes religiões.


Fonte:http://www.cpadnews.com.br/
Postado em 27 de dezembro de 2010

A Igreja Batista da Lagoinha instalou TVs de LCD em celas de uma prisão em Belo Horizonte, mas diretor da unidade, que é membro da igreja, só permite

Sistema é considerado um sucesso pelo governo mineiro, que o está levando para outras unidades


A Igreja Batista da Lagoinha instalou TVs de LCD em celas de uma prisão em Belo Horizonte, mas diretor da unidade, que é membro da igreja, só permite que os detentos vejam programas de emissoras religiosas.

Uma das principais denominações evangélicas de Belo Horizonte, a Igreja Batista da Lagoinha, bancou a instalação de TVs LCD de 32 polegadas em todas as celas de uma prisão da cidade.

Os aparelhos ficam praticamente o tempo todo sintonizados na emissora da igreja, a Rede Super.

Os presos do Ceresp (Centro de Remanejamento do Sistema Prisional) São Cristóvão não têm a opção de desligar a TV - no máximo podem tirar som e brilho na hora de dormir- e o controle de canais é feito na sala do diretor, Luís Fernando de Sousa, membro da igreja.

O sistema é considerado um sucesso pelo governo mineiro, que o está levando para outras unidades.

Segundo Sousa, as TVs levam tranquilidade às dez celas do local e deixam os detentos "amparados espiritualmente". Ele disse que a igreja propôs a instalação.

"Você chega na cela e está todo mundo quietinho, de olho na TV. Mudam a forma de conversar, falam "bom dia, senhor diretor, tudo bem?" É gratificante."

O diretor contou que a Rede Super fica no ar "24 horas, praticamente". A preferência, disse, não foi imposição da igreja, mas escolha "natural", já que a Rede Super não tem "pornografia nem apologia ao crime". O canal exibe os cultos da igreja.

Sousa descartou exibir outros canais por terem "muita droga e crime" e passarem programação "não salutar".

Outro argumento é que o Ceresp é um centro de triagem e os presos costumam ficar lá só cerca de uma semana. "É o tempo que tenho para plantar a semente", disse.

Sousa guarda em sua sala uma coleção de DVDs que exibe para os presos, por passarem "mensagem boa".

São filmes bíblicos na maioria, mas também sobre vida animal e sucessos como "À Espera de Um Milagre", que se passa em uma prisão e emocionou os detentos, de acordo com Sousa.



Fonte:http://www.cpadnews.com.br/
Postado em 27 de dezembro de 2010

Islamistas Raid Igrejas Casa em West Java, Indonésia

A reunião da igreja HKBP Bethânia em 05 de dezembro, antes de manifestantes islâmicos removidos à força-los em 12 de dezembro.


Os manifestantes expulsaram 100 cristãos em um serviço, pare de culto em outros.

JACARTA, Indonésia, 18 dez (CDN) - Cerca de 200 manifestantes de linha-dura organizações islâmicas em Java Ocidental, no domingo (12 de dezembro), interrompeu o culto de uma igreja em Rancaekek distrito de Bandung, conduzindo mais de 100 adoradores do prédio.


Os membros da Frente Islâmica defensores, o indonésio Ulama Fórum eo Movimento Islâmico Reformista chegou com o serviço da Polícia Civil, Unidade de distrito Rancaekek e selou a casa, deixando assim de outras igrejas que usá-lo sem um local de culto. Os manifestantes também interromperam o culto reunião de seis outras igrejas nos lares no mesmo dia.


Os manifestantes chegaram às 9 horas, quando a Huria Kristen Batak protestante (de HKBP) igreja Bethânia tinha começado a adoração no edifício, onde um pastor e sua família vivem. Os manifestantes pediram ao governo local para lacrar o prédio imediatamente, porque era uma casa privada em vez registado como um local de culto.

Cerca de 10 minutos no culto da igreja, os manifestantes retirados à força mais de 100 membros da igreja sobre HKBP Teratai Street, disse o pastor.

"Como eles estavam com medo, mulheres e crianças estavam chorando quando saiu do seu lugar de culto", disse o Rev. Badia Hutagalung disse ao Compass, por telefone.

Hutagalong, 26, mora no segundo andar do edifício. Autoridades da Igreja se recusou a dizer que era dono da casa.


Hutagalung disse que a congregação resistiu à tentação de entrar em conflito com os manifestantes islâmicos, que estavam usando as sirenes de ambulância para interromper o serviço.


O Serviço de Polícia Civil da Unidade do bairro Rancaekek então a aposta de um documento na frente do prédio, declarando: "Esta casa foi lacrada porque violou Bandung Regency Regulamento n º 16, do ano de 2009, sobre o prédio da administração."

HKBP ancião Jawadi Hutapea disse que o documento foi assinado pelo chefe da Rancaekek distrito, Meman Nurjaman, eo chefe do Serviço de Polícia Civil.


Nurjaman supostamente disse que o uso de uma casa privada como um lugar de culto violou o regulamento citado.


"Deve ser só um lugar para ficar, mas na verdade funcionava como um local de culto", disse Nurjaman Tempo News. "Agora nós selamos a casa. De agora em diante, a casa só pode ser usado como uma casa para viver "


Hutagalung disse que a igreja estava usando a casa porque não tinha sido capaz de obter permissão para estabelecer uma igreja, nas condições impostas pela legislação indonésia. A Portaria Interministerial promulgada em 1969 e revisado em 2006 exige locais de culto para obter a aprovação de pelo menos 60 pessoas da comunidade local, os mandatos haver pelo menos 90 membros da igreja, ea igreja deve ser aprovada pelo chefe da vila.


"Esses termos são muito difíceis para nós a cumprir", disse ao Compass Hutagalung.

A congregação HKBP foi estabelecido no distrito de Rancaekek em 1999, acrescentou ele, por causa da ausência de uma igreja para Bataknese étnica na região.

cabeça Distrito Nurjaman teria sugerido que a igreja usar uma sala da Escola Superior de Administração Pública em Jatinangor, Sumedang Regência. Hutagalung disse que sua congregação poderia fazer isso, mas ele disse que nem todas as igrejas que usam o prédio poderia se juntam lá.


"Se formos forçados a adorar com outras igrejas no complexo da faculdade, é o mesmo que fechar a igreja em HKBP Rancaekek", disse Hutagalung.

Ele disse que tinha recebido a sugestão do chefe do distrito para as igrejas para fundir o culto no complexo da faculdade há algumas semanas. Hutagalung disse que pediu autorização para as igrejas para adorar, separadamente, ao complexo universitário, mas até agora ele não recebeu uma resposta do administrador do prédio da faculdade.


Se a igreja HKBP não tenha encontrado um espaço alternativo neste domingo, a congregação planos de culto em frente da casa que foi selado, ele disse.

Outras Igrejas alvejado
Outras igrejas baseadas em casas no bairro reuniu-se com a mesma oposição de manifestantes islâmicos.

A Igreja Tabernáculo Evangélico Indonésia (GKII), que começou há 20 anos, reuniu-se às 9h15, mas os manifestantes islâmicos apareceu e insistiu que dissolver imediatamente, disse um pastor GKII identificado apenas como o Rev. Margaretha.
Ela disse que o culto terminou em 20 minutos porque os manifestantes romperam uma cerca de ferro para forçar seu caminho polegadas

"A multidão levantou e bateu na cerca até que foi danificado," Pastor Margaretha.


Cerca de metade da congregação de 60 membros, que consiste principalmente de mulheres, estava chorando, ela disse. Os manifestantes forçaram a assinar uma carta prometendo não usar a casa como um local de culto.

"Eles também danificaram a porta e da árvore de Natal", disse o Pastor Margaretha. "Na situação estressante, finalmente assinou a carta."

Margaretha acrescentou que os manifestantes também levaram quatro cadeiras usadas para o culto.

A Igreja Pentecostal Tabernáculo também começou o seu culto no domingo (12 de dezembro), antes de os manifestantes islâmicos interferiu.


O Rev. Filemon Sirait contou por telefone que, quando as congregações começaram a adorar às 9h30, os manifestantes islâmicos, de repente se concentraram em frente da casa e os forçou a parar.


Vendo que os manifestantes estavam dispostos a usar a força, a congregação terminar sua adoração depois de apenas 15 minutos, disse ele.

"Nós adorado somente em oração, após esse tempo", disse Sirait.


Os manifestantes, em seguida, invadiu a casa com um documento para o pastor e congregação para assinar, que estipula que eles não usariam o local para o culto, ele disse.

"Porque nós estávamos deprimidos e com medo, finalmente, assinou a carta afirmando que não concordou em usar a casa residencial como um lugar de culto", disse Sirait.

A igreja foi fundada no bairro Rancaekek 12 anos atrás.


Os manifestantes muçulmanos também interromperam o culto da Igreja de Pentecostes-Rancaekek, liderada pelo Rev. Bungaran Silitonga. Fundada há 10 anos, a igreja tem 40 membros.


Silitonga disse ao Compass que os manifestantes muçulmanos invadiram sua casa em cerca de duas horas e levou 37 cadeiras usadas para atividades de culto.

"Eles levaram 37 cadeiras na ordem do distrito de Rancaekek", disse ele.


Silitonga chamado o chefe do distrito Rancaekek a queixar-se das cadeiras roubadas, e à tarde o funcionário tinha encontrado e devolvido-los, disse ele.


manifestantes islâmicos supostamente conseguiu selar cinco das sete casas usadas para o culto cristão no Domingo. Outras igrejas cuja casa o culto foi interrompido eram os indonésios cristãos da Igreja, uma Igreja Católica e as Ecumênico da Igreja Cristã.

FIM


Tradução: Mariano Siqueira

Fonte: Compass Direct
Postado em 27 de dezembro de 2010

O sentimento anti-cristão esquenta

A mesquita fica ao lado da Igreja Católica Armênia, da Assunção, no Cairo.


Ameaça terrorista no Iraque, surge no momento para importunar os coptas. CAIRO, Egito, 22 nov (CDN) - Como bombardeios e outros ataques contra os cristãos continuam no Iraque, os cristãos no Egito, se reuniram para orar e fazer planos para sua própria segurança.

Quando um grupo de extremistas islâmicos em outubro estourou em 31 Igreja Nossa Senhora da Salvação em Bagdá durante a missa da noite e começou a pulverizar o santuário com tiros, o grupo militante assumiu a responsabilidade que disse que os cristãos no Egito, também seriam atingidos se as suas exigências não foram cumpridas . Tendo mais de 100 reféns fiéis, o Estado Islâmico do Iraque (ISI) chamou uma estação de televisão e afirmou que o ataque foi uma resposta à Igreja Ortodoxa Copta, no Egito, alegadamente segurando duas mulheres coptas contra a sua vontade que, a ISI e alguns outros acreditam , convertido ao islamismo.


O grupo emitiu um prazo de 48 horas para a liberação das mulheres, e quando o prazo expirou, emitiu um comunicado que, "Todos os cristãos centros, organizações e instituições, líderes e seguidores são alvos legítimos para os muhajedeen [combatentes muçulmanos], onde quer que pode atingi-los. "A declaração mais tarde acrescentou ameaçadoramente:" Vamos abrir-lhes as portas da destruição e rios de sangue ".


Na tentativa de ataque e de resgate que se seguiram, 58 pessoas foram mortas. Uma semana e meia depois, os extremistas islâmicos matou quatro pessoas em uma série de ataques coordenados contra os cristãos em Bagdá e seus subúrbios. Os atacantes lançaram morteiros e bombas caseiras plantadas fora lares cristãos e uma igreja. Pelo menos um ataque foi feito contra os membros da família de uma das vítimas do ataque original.


Em 15 de novembro, homens armados entraram em duas casas de cristãos em Mosul e matou dois homens na casa. No dia seguinte, um cristão e sua filha de 6 anos de idade foram mortas na explosão de um carro. Ao mesmo tempo, outra bomba explodiu em frente a casa de um cristão, danificando a casa, deixando os moradores sem ferimentos, segundo a CNN.


As ameaças contra os cristãos provocou uma enxurrada de atividades em igrejas no Egito. A 35-year-old protestante, que se recusou a dar seu nome disse que os cristãos no Cairo, tem unificada em reuniões de oração sobre as ameaças. Uma mensagem de texto SMS foi enviado através de redes de oração, pedindo que as pessoas se encontram, ela disse.


"Sei que as pessoas estão orando agora", disse ela. "Temos tempo para o nosso povo a rezar, por isso todos nós estamos rezando."


A segurança tem aumentado em igrejas por todo o Egito. No Cairo, onde a presença da polícia de segurança de uniformes brancos é onipresente, o número de policiais uniformizados e à paisana dobrou em igrejas. Alto escalão da polícia shuffle oficiais de uma casa de culto para outro subordinados controlar e impor novas regras de segurança. Às vezes, estacionamento no mesmo lado da rua, como uma igreja, ou mesmo dirigir a um, foi proibido.


Em 08 de novembro, os líderes da, anglicanos igrejas católicas e ortodoxas se reuniram para discutir como melhorar a segurança nas igrejas. De acordo com os líderes de várias igrejas, o governo pediu aos pastores para cancelar supérfluo em grande escala reuniões públicas. Papa Shenouda III cancelou uma festa para comemorar o 39 º aniversário da sua parcela como o líder da Igreja Copta Ortodoxa. Os hóspedes em um bazar de Natal recentes ao ar livre e um festival que se seguiu na Catedral de Todos os Santos, em Zamalek foram recebidos com pat-downs, detectores de metais e cães farejadores.


Alguns líderes da igreja, falando sob condição de anonimato, disse que as melhorias de segurança são por acaso, enquanto outros dizem que são verdadeiros esforços para garantir a segurança dos cristãos.


A maioria dos cristãos no Cairo, evitou responder qualquer pergunta sobre os ataques no Iraque ou as ameaças feitas contra os cristãos no Egito. Mas Deliah el-Sowkary, uma mulher ortodoxa copta em seu 20s, disse esperar que nenhum ataque iria acontecer no seu país. Observando a segurança presentes em todas as igrejas, ela disse que ainda não está tão preocupada.


"Eu acho que é diferente no Egito do que em Bagdá, é mais seguro aqui", disse El-Sowkary.


Quase uma semana após os atentados, o presidente egípcio, Hosni Mubarak, emitiu um comunicado através da agência estatal de notícias MENA que os coptas seriam protegidos de ataques.


"O presidente afirmou sua solicitude extensiva para a protecção dos filhos da nação, os muçulmanos e os coptas, contra as forças do terrorismo e do extremismo", disse a agência.


Panela de Pressão
As preocupações de segurança entrou em um cenário de tensões entre a maioria muçulmana ea minoria cristã copta nos últimos meses, com semanas de protestos contra os cristãos em geral e contra Shenouda especificamente. Os protestos, realizados principalmente em Alexandria, terminou há duas semanas.


A tensão começou após a mulher de um padre copta, Camilia Zakher, desapareceu em julho. De acordo com fontes do governo e relatórios publicados mídia, Zakher deixou sua casa após uma discussão acalorada com o marido. Mas os manifestantes coptas, que começaram a se reunir para protestar contra igrejas após Zakher desapareceu, disse que ela tinha sido seqüestrada e forçada a se converter ao Islã.


Logo após, Estado do Egito de Inteligência de Segurança (SSI), os policiais encontraram ela na casa de um amigo. Apesar de afirmar que havia deixado de sua própria vontade, as autoridades Zakher trouxe de volta para seu marido. Desde então, tem sido Zakher em reclusão. Não está claro onde ela está ou se ela permanece lá de livre e espontânea vontade.


começou a se espalhar rumores não confirmados de que Zakher havia se convertido ao Islã e estava sendo mantida contra a vontade de forçá-la a voltar para o cristianismo. Protestos diante de mesquitas após as orações de sexta-feira tornou-se eventos semanais. Manifestantes produziu uma foto de origem desconhecida, de uma mulher em Islâmica cobrindo a quem dizia ser Zakher. Em resposta, as autoridades copta divulgou um vídeo em que a mulher do padre afirmou que ela não era um muçulmano, nem nunca tinha sido.


Outro boato começou a circular que foi para Zakher Universidade Al-Azhar, um dos primeiros centros de aprendizagem islâmica no mundo, a se converter ao Islã. Mas Al-Azhar, localizada no Cairo, divulgou um comunicado que tal coisa não aconteceu.


Nenhuma entrevista de mídia independente de Zakher ter ocorrido porque, de acordo com a Igreja Copta, e não o SSI ordenou oficiais da Igreja para permitir o acesso do público a ela. Junto com suas acusações sobre Zakher, os manifestantes também alegou, sem provas, que uma coisa semelhante aconteceu em 2004, para Wafa Constantino, também a esposa de um sacerdote ortodoxo copta. Constantino foi a segunda mulher do ISI exigia dos coptas "libertação". Like Zakher, sua localização não é de conhecimento público.


O mês após o incidente Zakher, mídia egípcia reportada no erro que a SSI tinha apreendido um navio de Israel carregados com explosivos dirigido pelo filho de um oficial da Igreja Ortodoxa Copta. O navio foi encontrado mais tarde para estar carregando fogos de artifício, mas um outro conjunto de líderes islâmicos, liderados em parte pelo Nabih Al-Wahsh, um advogado famoso por processou destinadas a prejudicar a igreja, declarada sem qualquer evidência de que os coptas foram aliados com os israelenses e estocando armas nos porões de suas igrejas com planos para derrubar a maioria muçulmana.


As reivindicações foram ecoadas na Al-Jazeera pelo Dr. Muhammad Al-Salim'Awa, o ex-secretário-geral da União Internacional de Eruditos Muçulmanos, e em um comunicado divulgado pela Frente de Religiosos Scholars, um grupo de acadêmicos ligados à Al -Azhar University.


Não houve tempo para esfriar as tensões após o Al-'Awa e os outros nivelado suas alegações. No mês seguinte, o Bispo Anba Bishoy, o secretário do Sínodo da Igreja Ortodoxa Copta, disse ao jornal egípcio Al-Masri Al-Yawm que os muçulmanos eram "convidados" no Egito, inflamando a população muçulmana já em pé de guerra.


"Os coptas são a raiz da terra", disse o bispo. "Nós amamos os convidados que vieram e se instalaram em nossa terra, e considerá-los como irmãos, mas eles querem controlar até nossas igrejas? Rejeito qualquer coisa que prejudique os muçulmanos, mas como cristãos vamos fazer de tudo, até morrer como mártires, se alguém tentar prejudicar a nossa missão cristã ".


Ao mesmo tempo, a Frente dos Religiosos estudiosos apelaram a um boicote completo dos cristãos no Egito. O grupo, chamados cristãos "imoral", rotulou-os de "terroristas" e disse que os muçulmanos não devem proteger os seus negócios ou até mesmo dizer "Olá" para eles.

A declaração pelos estudiosos foi seguido por um vazamento de mídia sobre uma palestra Bishoy foi programado para dar em uma conferência para o clero ortodoxo. Em sua apresentação, Bishoy planejava questionar a autoria de um verso no Alcorão que convida os cristãos "blasfemos". Muçulmanos acreditam que um anjo revelou o Alcorão a Maomé, profeta do Islã, que o transmitiu, palavra por palavra, aos seus seguidores. Bishoy alegou que havia uma possibilidade do verso em questão foi adicionada posteriormente.


Os protestos mesquita tornou-se mais virulento, ea conferência foi abruptamente cancelada. Bishoy foi forçado a emitir um pedido de desculpas, dizendo que ele nunca quis pôr em dúvida sobre o Islã e os muçulmanos chamados "sócios" com os coptas no Egito. Shenouda também emitiu um pedido de desculpas na televisão nacional. Em comparação, uma editora islâmica que reescreveu e então emitiu o que ele chamou de "verdade bíblica" causado um alvoroço.


Al-'Awa seguida culpou o estado de deterioração das relações entre muçulmanos e cristãos em Shenouda e Bishoy. Ele acusou a Igreja Ortodoxa Copta de exploração "posição débil" do governo em direção a ele e "encarcerar alguém [que] não é de seu agrado."


A Academia de Al-Azhar de Investigação Islâmico divulgou um comunicado, que declarou: "O Egito é um Estado muçulmano." A declaração passou por mais de ler que os direitos dos cristãos foram subordinados à sua aceitação da "identidade islâmica" do Egito. A declaração foi aprovada por Ali Gum'a, o mufti do Egito.


A declaração também referenciado a um acordo entre Maomé e uma comunidade de cristãos egípcios no século VII, como o documento de orientação sobre como os cristãos devem ser regulados em um estado de maioria muçulmana. Se alguma vez transformado em lei egípcia como muitos muçulmanos no Egito desejo, seria juridicamente cimento do estatuto de cristãos no país como cidadãos de segunda classe.


Em 639, sete anos após Maomé morreu, os exércitos muçulmanos atravessou a Síria e da Palestina e invadiram o Egito, então controlada pelos bizantinos. Na primeira os muçulmanos, então uma nova minoria, mas bem armada dentro do Egipto, tratados os cristãos conquistaram relativamente bem para os padrões do século sétimo. Mas dentro de uma geração, eles começaram a islamização do país, exigindo todos os negócios oficiais sejam conduzidos em árabe, a língua do Alcorão, e coptas e os judeus residentes foram obrigados a pagar impostos especiais e obedecem a regras destinadas a reafirmar o seu estatuto de segunda classe .


Nos séculos desde então, o tratamento dos cristãos no Egito tem fluxo e refluxo, dependendo do capricho de quem está no poder. Após o golpe de 1952, no qual um grupo de homens conhecido como Movimento dos Oficiais Livres "tomou o poder de um monarca europeu apoiado, coptas têm visto o seu declínio tratamento.


Em 1971, o então presidente Anwar Sadat, introduziu uma nova constituição, a lei islâmica que designa como "a principal fonte de legislação", no Egito. Em 1980, a Assembleia Nacional fez o Islã a religião oficial do Estado.


As estimativas do intervalo população copta 7-12 por cento de 84 milhões de egípcios. Eles são aceitos por alguns, no Egito e abertamente discriminados por outros. Os ataques violentos contra os cristãos - que o governo faz pouco para impedir - acentuam as tensões.


O estado também frequentemente assedia convertidos ao cristianismo do Islã. Muitos têm que viver em algum tipo de esconderijo.


A mulher protestante disse que não tinha certeza se os ataques aconteceriam em resposta às ameaças, mas aconteça o que acontecer, ela disse que espera que os cristãos no Egito continuará a suportar a perseguição.

"Segundo a Bíblia, sabemos que isso vai acontecer", disse ela. "Isto não é novo ou novo para nós. A Bíblia diz que seremos perseguidos. É esperado. "


FIM


Tradução: Mariano Siqueira

Fonte: Compass Direct
Postado em 27 de dezembro de 2010

Medo cristãos vítimas civis na Birmânia

Cristãos reconstruir templo que o exército birmanês queimado em Tha Der Dah vila em 23 de julho.


Junta metas estados pertencentes a minorias étnicas como a guerra civil se aproxima. CHIANG MAI, Tailândia, 08 de dezembro (CDN) - Os civis em dois estados de minorias étnicas com grande população de cristãos temem que suas vidas estarão em perigo, enquanto os confrontos entre rebeldes e um dobrado junta birmanesa em criar nacionalismo budista ameaçam degenerar em guerra.

"É provável que a junta militar irá realizar uma ofensiva militar contra os grupos étnicos armados agora que as eleições acabaram," Nang Mya Naddy, coordenador do programa étnica do programa de rádio Voz Democrática da Birmânia, disse ao Compass.

Os cristãos temem que completa uma guerra civil na Birmânia (também conhecida como Myanmar) poderia resultar em uma limpeza étnica ou subjugação total das minorias. Perseguição dos cristãos na Birmânia faz parte de uma ampla campanha contra as tribos de minorias étnicas para criar uma sociedade uniforme em que a única religião aceitável é o Budismo, de acordo com o diário britânico Telegraph, citando um memorando do governo 2007 circulou no estado Karen dando instruções sobre como cristãos unidade fora do estado.


reportagens independentes sugerem que a possibilidade de um grande confronto entre os exércitos étnicos e tropas do governo é maior nos estados Karen e Kachin. minorias étnicas da Birmânia, que habitam os estados ao longo da fronteira da Birmânia com a Tailândia, China e Índia, têm sido exigentes independência ou autonomia por décadas.

Há uma estimativa de 1,2 milhões de pessoas no estado de Kachin, dos quais cerca de 1 milhão são cristãos. Cerca de 40 por cento dos 3,5 milhões de pessoas no estado de Karen são estimados para ser cristão. A junta militar birmanesa, dominada por uma minoria étnica maioria budista Burman, também parece estar se preparando para a guerra no estado de Shan predominantemente budista.

A junta militar bloqueou as ligações comerciais e posicionaram tropas no Estado de Karen, onde o Exército de Libertação Nacional Karen não tenha sido oferecida uma trégua.

"Os refugiados da Birmânia continua a fluir para a vizinha Tailândia, lutando para não morrer no estado de Karen entre tropas do governo da Birmânia e as forças separatistas do Partido Democrático Karen Budista Exército [DKBA]", relatou o The Irrawaddy, a Chiang Mai, Tailândia, publicação baseada em abrangendo Birmânia e Sudeste da Ásia. "A mais recente ação militar foi informado nesta segunda-feira [dezembro 6] a partir de Myawaddy Township, onde a Metta Linn Myaing aldeia foi bombardeada por tropas da junta. Mais de uma dúzia de granadas de artilharia atingiu a área da aldeia, segundo fontes locais. "

Cerca de 1.200 refugiados que vivem em uma base de patrulha de fronteira da polícia na área Mahawan no distrito de Tak província de Mae Sot, na Tailândia, disse um oficial tailandês The Irrawaddy.

"Infelizmente, até agora nenhum dos lados no conflito recente mostrou muita consideração para os civis apanhados no fogo cruzado", Elaine Pearson, diretor-adjunto da Ásia da Human Rights Watch, disse ao The Irrawaddy. "A situação no estado de Karen ficou ainda mais complicada quando a União Nacional Karen (KNU) entrou em conflito em apoio das forças separatistas DKBA".

David Takapaw, vice-presidente da KNU, disse à The Irrawaddy, "Nós não vamos parar de lutar, se eles [o exército birmanês] insistem em tentar implantar em nossa área."

A junta percebe todos os cristãos em estados pertencentes a minorias étnicas como os rebeldes, de acordo com o pró-democracia Free Burma Rangers grupo de ajuda (POF) de alívio. O Exército birmanês atacaram uma aldeia cristã no estado de Karen há quatro meses, de acordo com a FBR, e em 23 de julho queimou todas as casas e maior igreja do Estado na vila Tha Der Dah.

Golpes de sabre
Para intensificar a sua luta pelo controle das minorias étnicas nos Estados após a sua vitória nas eleições 07 de novembro, o exército birmanês bloqueado rotas marítimas e terrestres para os estados de Karen e Kachin, reforço das tropas em áreas controladas por grupos rebeldes e munições transportadas em grandes quantidades.

Em 2008, o governo da Birmânia ordenou que todos os grupos armados sob o cessar-fogo para fundir-se com a Guarda de Fronteiras Forças. Muitos grupos rebeldes têm se recusado a obedecer.

Embora a eleição - o primeiro na últimas duas décadas - foi realizada no mês passado e que o governo lançou pró-democracia Aung San Suu Kyi, está se tornando mais clara diária que a Junta não é de humor para lidar com queixas de minorias étnicas do país.

Enquanto grupos de direitos humanos ao redor do mundo estão chamando para a reconciliação nacional, a junta militar birmanesa, cuja procuração partido, a União Solidariedade e Desenvolvimento Partido, é provável ter uma maioria no parlamento, está se preparando para uma luta militar com os rebeldes de minorias étnicas.

"A recente aquisição por Estado para a Paz eo Conselho de Desenvolvimento [SPDC], de 24 helicópteros militares russos, assim como o estabelecimento de bases novo helicóptero perto do rio Salween, sugere que o Tatmadaw, o nome dos militares birmaneses, está se preparando para uma "solução militar" para a questão étnica ", observou um artigo de opinião no The Irrawaddy em 29 de novembro.

Um dos principais alvos dos militares é o Exército de Independência de Kachin (KIA).

A KIA tem um acordo de cessar-fogo com o governo birmanês desde 1994, mas "foi recentemente quebrado, e nós estamos esperando para ver o que vai acontecer - se é que podemos conciliar ou não", um líder da Associação das Mulheres Kachin da Tailândia, identificados apenas como Shirley disse ao Compass. "A KIA quer reconciliação com o SPDC [Estado Conselho de Paz e Desenvolvimento, da Birmânia regime junta-controlado], mas o governo não permitiu que grupos de Kachin políticos a participarem na política ou na eleição recente."

negociações indiretas de paz estão em andamento agora, disse, acrescentando que ela não tinha certeza se o Kachin será atacado ou não. "A KIA está pronto para lutar", disse ela.

Relatos da mídia indicam que a probabilidade de o atacar regime birmanês é maior do que chances de buscar a reconciliação.

Estado de Kachin
"A ameaça para a Independência de Kachin Organização [KIO, braço armado da KIA] aumentou muito com a junta militar birmanesa expedição quantidade significativa de armas para o estado de Kachin, norte da Birmânia", relatou a linha independente Kachin News Group (KNG).

Os militares também ordenou o KIO para fechar todos os seus escritórios no ramo norte da Birmânia. Apenas o gabinete de ligação principais capitais do Kachin, Myitkyina, foi autorizada a funcionar, KNG acrescentou.

Além disso, a Junta ofereceu treinamento de armas a trabalhadores de uma empresa de agricultura que ele suporta, Yuzana Co. ", em preparação para a guerra civil, com a Independência de Kachin Organização", o grupo de notícias. Em outubro, os militares desde o "60 de fabrico chinês M-22 fuzis de assalto, cópias dos russos AK-47" para os trabalhadores Yuzana no Vale Hugawng, de acordo com o KNG.

O Rangoon baseado Yuzana Co. veio para o Vale do Hugawng em 2006 e "agarrou-se cerca de 400.000 hectares dos povos étnicos Kachin com a assistência do local as autoridades militares birmanesas e administrativa", informou KNG. "Desde 2006, a empresa já transportou milhares de etnia Burman sul da Birmânia para o Vale do Hugawng cada ano."

Mizzima, a Nova Deli organização de notícias com base, informou que o KIO instou empresários no reduto norte da Birmânia de Laiza para sair, dada a elevada probabilidade de conflito militar. Um porta-voz KIO Mizzima disse que "o combate era provável a sair em breve."

KNG também informou sobre 02 de dezembro que a junta militar da Birmânia "tem uma missão secreta" para a propagação do HIV no estado de Kachin, como parte de um esforço de limpeza étnica. "A partir de 1990, a junta tem sistematicamente expedidos profissionais do sexo infectadas pelo HIV a partir da fronteira entre Tailândia e Birmânia estado de Kachin, em especial para a cidade mineira de jade Hpakant", ele relatou.

Shirley da Associação das Mulheres Kachin de Tailândia disse que não tinha certeza se a "limpeza étnica" foi o objetivo do exército birmanês, mas que a Junta queria disseminação da Aids, assim como vender drogas para o povo Kachin.

"A SPDC não permite a expansão de igrejas e assumiu a terra da igreja em determinadas áreas", disse ela. "A construção de novas igrejas não é permitido, e as pessoas Kachin tem que pedir autorização para organizar reuniões religiosas, que é um prejuízo para as atividades de construção de comunidade desde que a Igreja é o fundamento para a comunidade, com 85 por cento da população a ser cristãos ".

Emular Sri Lanka?
Os cristãos também temem que o regime birmanês pode emular recente guerra do governo do Sri Lanka contra os separatistas Tigres de Libertação da Pátria Tâmil (LTTE). Grupos de direitos humanos dizem que milhares de civis foram mortos no Sri Lanka antes de seu governo declarou vitória sobre as áreas controladas pelos Tigres Tamil.

Mas Htet Aung, especialista em eleições para o Irrawaddy, disse ao Compass que, embora o regime birmanês pode usar a estratégia militar do Sri Lanka, "a natureza dos conflitos armados e seus contextos históricos são diferentes."

"Enquanto o governo do Sri Lanka enfrentou LTTE sozinho, a junta está agora enfrentando vários grupos étnicos armados", disse Aung. "A junta militar, ao contrário do atual governo do Sri Lanka, está enfrentando uma forte liderança democrático, Aung San Suu Kyi".

Tensões étnicas em estados são muito maiores do que foi relatado, disseram fontes. Shirley acrescentou que há apenas alguns canais de comunicação no estado de Kachin, eo sofrimento dos civis muitas vezes não.

O regime birmanês projetos que cerca de 70 por cento da população do país é Burman étnica. As minorias étnicas contesta a alegação, dizendo que o número é exagerado para fazer um caso de Burman nacionalismo budista.


A nova Constituição, que entrará em vigor com a primeira sessão do parlamento, foi aprovada através de um referendo em Maio de 2008 que teria sido fraudada. Ele prevê a liberdade religiosa, mas também capacita militares para controlá-la sob diversos pretextos.


Artigo 34 afirma: "Cada cidadão é igualmente o direito à liberdade de consciência eo direito de professar livremente a religião prática e sob a ordem pública, a moralidade ou a saúde e com as demais disposições do presente. Constituição" Artigo 360 (a), no entanto, diz essa liberdade "não inclui qualquer actividade económica, financeira, política ou outra secular que pode ser associado com a prática religiosa", aparentemente para impedir os grupos religiosos de qualquer influência ou advocacia.


Além disso, o artigo 360 (b) continua a dizer que a liberdade "não se opõe a União a partir de promulgação da lei para fins de bem-estar público e da reforma."


Acrescenta o artigo 364: "O abuso da religião para fins políticos é proibida. Além disso, qualquer acto que se destine ou possa vir a promover sentimentos de inimizade, ódio ou discórdia entre comunidades raciais, religiosos ou seitas, é contrária à Constituição. A lei pode ser promulgada para punir tal atividade. "


Além disso, o artigo 382 autoriza "o pessoal das Forças de Defesa ou membros das forças armadas responsáveis para realizar a paz ea segurança" para "restringir ou revogar" os direitos fundamentais.

FIM


Tradução: Mariano Siqueira


Fonte: Compass Direct
Postado em 27 de dezembro de 2010

Celebração do Natal na terra de Jesus se transforma em ato político

Cidade de Belém


Autoridades aproveitaram para pedir reconhecimento do Estado palestino

Belém, na Cisjordânia, recebeu maior número de turistas em 10 anos. Autoridades aproveitaram para pedir reconhecimento do Estado palestino. A celebração do Natal na terra de Jesus Cristo é, antes de qualquer outra coisa, um ato político. Desde as 11h de sexta-feira (24), grupos de escoteiros ligados a escolas ou associações católicas desfilavam pelas ruas de Belém, na Cisjordânia, à espera do momento em que abririam o cortejo de entrada de Dom Fuad Twal, patriarca latino de Jerusalém – o equivalente a bispo da Terra Santa – na igreja da Natividade, construída sobre a gruta onde nasceu o menino Jesus e compartilhada entre católicos e ortodoxos.

Mais do que o cortejo e os rituais celebrados por ele, as cerca de 40 mil pessoas que estiveram na cidade aguardavam a Missa do Galo, mas nesta celebração não são os religiosos e sim a Autoridade Nacional Palestina (ANP). A maior parte dos turistas e peregrinos voltou para Jerusalém, a 20 minutos de Belém, no fim da tarde, ou assistiu à projeção da celebração pelo telão instalado na Praça da Manjedoura, do lado de fora do complexo de templos e conventos.

Os poucos lugares para a missa, na igreja de Santa Catarina, ao lado da Natividade, foram reservados a alguns poucos religiosos e, maciçamente, a convidados do presidente da ANP, Mahmoud Abbas. Entre eles, diplomatas, funcionários da Organização das Nações Unidas (ONU) e instituições e políticos que apoiam a causa palestina.

Para a ANP, a missa tornou-se uma oportunidade para mostrar ao mundo que eles detêm controle sobre seu território, mas carecem de liberdade para ir e vir – para chegar de Jerusalém a Belém, é preciso atravessar e ser revistado nos postos de fronteira sob o muro construído por Israel. Esta ideia aparecia na frase “por favor, orem pela libertação da Palestina”, estampada na embalagem dos pingentes feitos em madeira de oliveira, em formatos de estrela ou árvore de Natal, dados de presente aos peregrinos. Após o reconhecimento pelo governo Brasileiro do Estado Palestino segundo as fronteiras exigidas pela ANP, o senador Eduardo Suplicy (PT-SP) foi convidado para o Natal deste ano, mas não foi localizado na igreja.

“Para os árabes, tudo é política”, disse o vendedor de rua Amir Zaqi, depois de perguntar se “a nova presidente do Brasil se chama Dilma, não é?”. Qualquer homem palestino adulto, pelas ruas de Belém ou de Jerusalém, sabe conversar sobre política e explicar o porquê de gostarem dos turistas cristãos. “Israel e Cisjordânia estão em crise. As coisas estão muito difíceis por aqui e sabemos que o turismo traz dinheiro”, sinalizou o motorista de táxi Ahmad.

A comemoração do Natal em plena sexta-feira, dia reservado a orações no mundo islâmico, evidenciou o pragmatismo que tem orientado essa relação: tomada por peregrinos cristãos, em fila para entrar na igreja da Natividade e assistir ao cortejo de escoteiros e padres, a Praça da Manjedoura silenciou ao meio-dia para as orações, chamadas a partir de uma mesquita, no outro lado da rua. Os policiais de plantão estenderam seus tapetes junto com outra centena de homens e rezaram com o rosto no chão da praça, antes de voltarem a reordenar a multidão de turistas. De fato, eles podem agradecer, pois 2010 trouxe o maior número de turistas para a Cisjordânia nos últimos dez anos. Cerca de 90 mil apenas são esperados nestas duas semanas que cercam o Natal.

“Nossa esperança para o Natal é a de que Jerusalém não apenas se torne a capital de duas nações, mas também um modelo para o mundo, de harmonia e coexistência entre três religiões monoteístas”. Com estas palavras em sua homilia, o patriarca Fuad Twal fechou o tom político que marcaram estas celebrações. Ao mesmo tempo em que reconhece a luta palestina pela definição de suas fronteiras, ele próprio busca apoio para tentar estancar a redução no número de cristãos, sobretudo católicos, na chamada Terra Santa. O tema da perseguição e migração de fieis tem estado presente em seus últimos discursos, desde a reunião que o Papa Bento XVI convocou em outubro.

Apesar das preocupações de quem comandou a festa, aqueles que participaram dela, assistindo como turistas ou peregrinos, pareceram não se importar: “Foi tudo incrível. Meu primeiro Natal em Belém e eu pude entrar na gruta e tocar o lugar em que Cristo nasceu e sentir todo esse ar mágico, ouvindo os sinos e os escoteiros com suas gaitas de fole”, declarou a visitante paulistana Alice de Cerqueira. Ela, como todos, pode comemorar muito bem guardada, sob a vigilância ostensiva de soldados da ANP encapuzados e armados com fuzis.


Fonte:http://www.jneweb.com.br/
Postado em 27 de dezembro de 2010

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