Festividade das senhoras na AD Novo Mundo é marcada com mover do Espírito Santo e vidas para Cristo

No último domingo, 22 de setembro, a Assembleia de Deus em Novo Mundo comemorou o 38º aniversário do Círculo de Oração e do departamento de senhoras Cânticos dos Fiéis. O culto festivo foi marcado por momentos de louvor e adoração, com a...

Cuba passa por pior crise desde 1990

De acordo com a organização El Clarín, Cuba enfrenta a pior crise no país desde 1990. Faltam alimentos, remédios, combustíveis e os cortes de energia têm sido frequentes. Tudo isso somado a crescente inflação e queda na produção agrícola...

Jogral: Peregrinos em uma Terra Estranha – A Jornada do Cristão Rumo à Pátria Celestia

Nesta terra somos apenas peregrinos. Andamos por caminhos de provação, mas o nosso destino é o céu. Aqui não é o nosso lar, pois buscamos a pátria celestial que nos espera além deste mundo passageiro...

Jogral: "Do Getsêmani à Ressurreição – O Propósito da Cruz"

Tema central: A trajetória de Jesus do Jardim do Getsêmani até a ressurreição, com ênfase no propósito da crucificação e da ressurreição – a salvação da humanidade...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

(Todos entram e formam um semicírculo. Silêncio e expectativa no ar. O ambiente está tenso, refletindo os tempos de tribulação.) 1º Participante: (Solene e reflexivo) "Os dias estão mais escuros... O que estamos...

Jogral: "A Esperança é Jesus"

Maior é Jesus! Maior que a vida, maior que a dor, maior que qualquer poder! Nada nem ninguém pode se comparar a Ele! [Pessoa 1 – Firme e impactante] Maior que a vida que passa, Ele é o Eterno! A vida...

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

“Aprendi a viver pela fé”

“Minha vida de oração mudou, foi intensificada e se tornou minha corda de segurança, onde eu podia me segurar em tempos difíceis”


Eritreia
Mariam* conheceu a Cristo mais intimamente durante um período difícil de sua vida, enquanto seu marido estava preso por causa de sua fé. “Quando prenderam meu marido eu estava grávida. Além da falta que ele fazia durante aquele período de espera do nosso bebê, eu passei sérias dificuldades financeiras. Só ele trabalhava, então fiquei sem dinheiro e, algumas vezes, até enfrentei a fome. Eu estava muito cansada e a única coisa que eu podia fazer era orar”, compartilhou.

 Ela conta que, certa vez, num momento de desespero, pediu e “quase exigiu” que Deus mandasse a provisão. “Poucos dias depois, um jovem chamado Ammanuel* me fez uma visita e me deu algum dinheiro. Aquilo acendeu minha fé de tal forma que eu tive forças para suportar aquela situação até meu marido ser libertado. Deus veio até nós na angústia e isso foi incrível”, disse. Houve outras ocasiões em que ela viu novamente a milagrosa provisão de Deus para eles, sempre na hora que precisavam.

 “Devido a estas provisões milagrosas, aprendi a viver pela fé nos momentos críticos. Minha vida de oração mudou, foi intensificada e se tornou minha corda de segurança, onde eu podia me segurar em tempos difíceis. Decidimos então nos unir com três amigos e oramos fervorosamente pelo meu marido. E ele foi mesmo liberto não muito tempo depois!”, revela. Depois que sua luta passou, Mariam decidiu incentivar as esposas de outros prisioneiros. “Eu digo a elas para se firmarem em Deus e ter fé, que ele realmente vai ajudá-las, assim como me ajudou. Sou capaz de fazer isso porque passei pelas mesmas experiências”, conclui.

 *Nomes alterados por motivos de segurança.

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Consequências para quem decide seguir a Cristo

Hawa* manteve sua fé em segredo durante dois anos, até o marido descobrir: “Meu casamento acabou e ele se recusou a ajudar com o sustento das crianças”


Uganda
Hawa tem 38 anos, é mãe de 4 filhos e trabalha como professora em Uganda. Ela nasceu em uma família muçulmana, mas decidiu seguir a Cristo desde agosto de 2014, quando participou de um seminário de forma secreta. Ela conseguiu manter sua fé em segredo até que um conhecido de seu marido percebeu e contou para ele. Ao ser questionada, em maio do ano passado, ela preferiu dizer a verdade e não negou sua conversão. O marido ficou furioso e a agrediu violentamente.

 A cristã relatou o incidente à polícia local. O marido foi confrontado pelos policiais e como resposta disse que não continuaria a viver com uma “infiel”. Durante uma audiência no tribunal ele confirmou que queria o divórcio e que, de acordo com o alcorão, ele tinha o direito de matá-la, já que ela havia se tornado uma apóstata. O tribunal o condenou a duas semanas de prisão. Para sua própria segurança, Hawa deixou a casa da família e levou os filhos (com idades de 2, 4, 6 e 10 anos).

 “Meu casamento acabou e meu ex-marido se recusou a ajudar com o sustento das crianças. Recentemente, ele me convidou para conversar. Eu esperava que ele fosse tentar resgatar nosso relacionamento. Mas quando cheguei, ele me abraçou com um facão nas mãos. Quando tentou me agredir, Deus me protegeu e ele acabou ferindo a si mesmo. Então eu fugi para sempre”, conclui a cristã.

 *Nome alterado por motivos de segurança.

 Motivos de oração

 Agradeça a Deus pela conversão de Hawa e durante o tempo que ela manteve sua fé em segredo; ela recebeu instruções bíblicas e agora sabe como proceder na vida cristã.
 Peça ao Senhor para preparar uma igreja para ela e seus filhos e que ambos possam continuar crescendo na fé e no conhecimento.
 Ore por provisão financeira durante o período que ela terá que educar seus filhos sozinha. Ore também pelo marido de Hawa, que ele seja impactado pelo poder do Espírito Santo e pelo amor de Cristo. Ore pela proteção dessa família.

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Postado: 31 de outubro de 2016

Nosso Desafio! - Peniel Juacaia

 
 Nosso Desafio! - Peniel Juacaia


Nessa semana vou postar os desafios de cada creche missionária e de cada base, quero pedir a você que nos ajude orando, compartilhando e, se sentir desejo, colaborando.
 Aqui em nossa Peniel Jaucaia, uma comunidade riberirinha temos avançado com a pregação do Evangelho e com a alfabetização e reforço escolar das crianças e adolescentes atendidos.
 As missionárias Flávia e Natália tem percorrido dezenas de quilômetros selva a dentro para atender pessoas que estavam esquecidas e não tinham acesso ao Evangelho.
 Bem, compramos o terreno no Jaucaia e estamos lutando para levantar os recursos para a construção da creche, por enquanto ela tem funcionado na casa de uma das moradoras.
 Mas cremos que vamos conseguir em breve, quando tivermos nossa creche pronta, poderemos atender mais crianças, decorar com versiculos bíblicos, fazer o lanche adequadamente...parece um sonho!
 Quero pedir a você que não esqueça de nós, que continue ao nosso lado.
 Tudo aqui é pela fé!


 




Postado: 31 de outubro de 2016

Reflexão!

 

Enquanto planos humanos de grandeza e poder, interesses políticos e o culto a própria imagem estiverem ocupando o primeiro lugar no movimento evangélico brasileiro, não haverá real esforço em alcançar os mais pobres e menos alcançados da terra e missões continuará sendo apenas uma maneira de arrecadar recursos.
 Recursos que jamais chegarão a quem realmente precisa!
 missionariakelem.blogspot.com www.misssionariakelemgaspar.com.br



Postado: 31 de outubro de 2016

Nosso Desafio! - Peniel Borralhos

 
  Nosso Desafio! - Peniel Borralhos


Nessa semana vou postar os desafios de cada creche missionária e de cada base, quero pedir a você que nos ajude orando, compartilhando e, se sentir desejo, colaborando.

 Nossa creche escola Penie l em Borralhos está uma benção, as missionárias Elene e Jéssica tem feito um trabalho incansável e dezenas de crianças e adolescentes estão aprendendo a ler e conhecendo a Cristo a cada dia.
 Estamos, porém, precisando construir um refeitório atrás da creche, para servir o lanche e fazer o devocional com todas as crianças.
 Queremos fazer o piso, levantar meia parede e cobrir com brasilite, vai ficar amplo e ventilado.
 Já estamos sonhando e crendo!
 Você pode mandar sua colaboração direto para a conta da missionária Elene canavieira, que é Banco do Brasil, Ag 2123-7, cp 18527-2 ou para qualquer uma das contas do projeto (só não esqueça de avisar).
 Ore por essa obra, ela é voluntária e não conta com nenhuma ajuda publica, Jesus é o fundador e o mantenedor deste projeto.
 E Ele usa seus servos para nos ajudar a avançar.
 Se você já é um deles, muito obrigada, se não é, lhe convido a fazer parte desse empreendimento, os resultados serão desfrutados na eternidade.





Postado: 31 de outubro de 2016

Líderes evangélicos assinam a declaração "A Reforma acabou?”

 
  Líderes evangélicos assinam a declaração "A Reforma acabou?”


"As questões que suscitaram a Reforma quinhentos anos atrás ainda estão muito presentes no século 21 em toda a igreja”, declara o documento, publicado antes do quingentésimo aniversário e assinado por mais de 50 líderes evangélicos.

 No dia 24 de outubro de 2016, tornou-se público o manifesto “A Reforma Acabou? Uma Declaração de Convicções Evangélicas”. O documento (ler abaixo) é uma resposta à abordagem assumida, de comum acordo, pela Igreja Católica Romana e algumas igrejas e organizações protestantes e evangélicas.

 Elaborado pela Reformanda Initiative, o manifesto declara: “Às vésperas do quingentésimo aniversário da Reforma Protestante, cristãos evangélicos de todo o mundo têm a oportunidade de refletir novamente sobre o legado da Reforma tanto na igreja global de Jesus Cristo como no desenvolvimento do trabalho evangelístico. Após séculos de controvérsias e tensões entre evangélicos e católicos, a cordialidade ecumênica de tempos recentes criou condições propícias para que líderes de ambos os lados afirmassem que a Reforma está em seus momentos finais e que as principais discordâncias teológicas que levaram à ruptura do cristianismo ocidental no século 16 já estão resolvidas.” São exemplos dessa cordialidade o papel ativo que o Papa Francisco desempenhará na Comemoração Ecumênica da Reforma em Lund, Suécia, no dia 31 de outubro deste ano, e as atividades que visam buscar “unidade” e “reconciliação” na Alemanha entre a Igreja Protestante (EKD) e a Igreja Católica Romana.

 MAIS INFORMAÇÕES

 O documento foi assinado por mais de 50 teólogos evangélicos, líderes de igrejas e líderes de instituições evangélicas de peso. Veja a lista completa de signatários aqui. Você pode baixar o documento “A Reforma Acabou? Uma Declaração de Convicções Evangélicas” em Português, Inglês, Italiano, Eslovaco e Espanhol.

 Leia o manifesto abaixo:

 A REFORMA ACABOU?
  Uma Declaração de Convicções Evangélicas

 Às vésperas do quingentésimo aniversário da Reforma Protestante, cristãos evangélicos de todo o mundo têm a oportunidade de refletir novamente sobre o legado da Reforma tanto na igreja global de Jesus Cristo como no desenvolvimento do trabalho evangelístico. Após séculos de controvérsias e tensões entre evangélicos e católicos, a cordialidade ecumênica de tempos recentes criou condições propícias para que líderes de ambos os lados afirmassem que a Reforma está em seus momentos finais e que as principais discordâncias teológicas que levaram à ruptura do cristianismo ocidental no século 16 já estão resolvidas.

 Por que alguns afirmam que a Reforma acabou

 Em apoio à ideia de que a Reforma acabou, são geralmente citadas duas razões principais:

 1) Os desafios para os cristãos em todo o mundo (como, por exemplo, o secularismo e o Islã) são tão atemorizantes que protestantes e católicos não podem mais se dar ao luxo de permanecer divididos. Um testemunho unificado, talvez com o Papa como porta-voz, beneficiaria grandemente o cristianismo global.

 2) As divisões teológicas históricas (por exemplo, a salvação somente por meio da fé, a autoridade última da Bíblia, a primazia do bispo de Roma) são consideradas questões de diferença legítimas em termos de ênfase, mas não são pontos críticos de divisão e contraste que impeçam a unidade.

 A força cumulativa desses argumentos tem amenizado a compreensão e a avaliação de alguns evangélicos acerca da Igreja Católica Romana.

 É também importante notar que, no último século, o evangelicalismo global tem crescido em uma velocidade avassaladora, enquanto o mesmo não ocorre no catolicismo romano. O fato de milhões de católicos tornarem-se evangélicos nos últimos anos não passou despercebido por líderes católicos romanos, que buscam responder a essa perda de fiéis de maneira estratégica: adotando uma linguagem evangélica tradicional (conversão, evangelho, missão, misericórdia) e estabelecendo diálogos ecumênicos com igrejas que outrora condenaram. Onde antes havia perseguição e animosidade, agora há relacionamentos e diálogos mais amistosos entre católicos e protestantes. A questão, porém, permanece: as diferenças fundamentais entre católicos e protestantes ou evangélicos desapareceram?

 A Reforma acabou?

 A Reforma Protestante, em todas as suas variantes e por vezes tendências conflitantes, foi, em última instância, um chamado para (1) resgatar a autoridade da Bíblia sobre a igreja e (2) reconhecer novamente o fato de que a salvação chega até nós somente por meio da fé.

 Há cinco séculos, o catolicismo romano é um sistema religioso que não é baseado exclusivamente na Escritura. De acordo com a perspectiva católica, a Bíblia é apenas uma fonte de autoridade: não se mantém autônoma, nem é a fonte mais importante. De acordo com esta visão, a tradição precede a Bíblia, é maior do que a Bíblia e não é revelada somente pela Escritura, mas através do ensino contínuo da Igreja e de sua agenda atual, de acordo com os tempos. Uma vez que a Escritura não tem a última palavra, a doutrina e a prática católicas permanecem indeterminadas e, portanto, confusas em sua própria essência.

 A promulgação de três dogmas (ou seja, crenças obrigatórias) sem qualquer base bíblica ilustra perfeitamente o método teológico do catolicismo romano. São eles: o dogma da imaculada conceição de Maria, de 1854; o dogma da infalibilidade papal, de 1870; e o dogma da assunção corpórea de Maria, de 1950. Esses dogmas não representam o ensinamento bíblico e, na verdade, claramente os contradizem. No sistema católico, isso não importa, pois não depende da autoridade exclusiva da Escritura. Talvez sejam necessários dois milênios para se formular um novo dogma, mas, tendo em vista que a Escritura não detém a última palavra, a Igreja Católica pode eventualmente adotar tais inovações.

 Quanto à doutrina da salvação, muitos têm a impressão de que há uma convergência crescente no que diz respeito à justificação pela fé e que as tensões entre católicos e evangélicos têm diminuído consideravelmente desde o século 16. No Concílio de Trento (1545-1563), a Igreja Católica reagiu fortemente contra a Reforma Protestante ao declarar “anátema” (amaldiçoados) aqueles que defendessem a justificação somente pela fé, ao mesmo tempo em que afirmou o ensino de que a salvação é um processo de cooperação com infusão da graça, ao invés de ser um ato alicerçado exclusivamente na graça e na fé.

 Alguns argumentam que a Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, assinada pela Igreja Católica Romana e a Federação Mundial Luterana em 1999, uniu a ambos os lados. Conquanto o documento favoreça, por vezes, uma tendência mais bíblica no entendimento da justificação, explicitamente afirma a visão de justificação do Concílio de Trento. A condenação sobre convicções protestantes e/ou evangélicas históricas permanece; apenas não se aplica àqueles que afirmam a desfocada posição da Declaração Conjunta.

 Assim como em Trento, na Declaração Conjunta a justificação é um processo representado pelo sacramento da Igreja (o batismo); ela não é recebida exclusivamente pela fé. É uma jornada que requer colaboração do fiel e uma participação contínua no sistema sacramental. Não há qualquer entendimento de que a justiça de Deus é imputada por Cristo ao crente; logo, não há qualquer segurança de salvação. Além disso, a visão da Igreja Católica Romana é revelada por seu uso contínuo de indulgências (ou seja, a remissão da punição temporal por pecado atribuído pela Igreja em ocasiões especiais). Foi a teologia das indulgências que desencadeou a Reforma, mas esse sistema tem sido invocado recentemente pelo Papa Francisco no Ano da Misericórdia (2015-2016). Isto mostra que, para a Igreja Católica Romana, a visão básica da salvação – que depende da mediação da Igreja, da distribuição de graça por meio dos sacramentos, da intercessão dos santos e do purgatório – permanece a mesma após a elaboração da Declaração Conjunta.

 Perspectivas

 O que dissemos sobre a Igreja Católica Romana como realidade doutrinal e institucional não é necessariamente verdadeiro para indivíduos católicos. A graça de Deus está trabalhando em homens e mulheres que se arrependem e confiam somente em Deus e que respondem ao seu evangelho, vivendo como discípulos cristãos que buscam conhecer a Cristo e fazê-lo conhecido.

 Entretanto, por conta de suas afirmações dogmáticas flutuantes e de sua estrutura política complexa e diplomática, a instituição Igreja Católica deve ser examinada com muito mais cautela e prudência. Iniciativas atuais para renovar aspectos da vida e adoração católicas (como, por exemplo, a acessibilidade à Bíblia, a renovação litúrgica, o papel crescente dos leigos e o Movimento Carismático) não indicam, por si mesmas, que a Igreja Católica Romana esteja compromissada com uma reforma substanciosa em consonância com a Palavra de Deus.

 Em nosso mundo globalizado, encorajamos a cooperação entre evangélicos e católicos em áreas de preocupação comum, tais como a proteção da vida e a promoção da liberdade religiosa. Essa cooperação se estende a pessoas de outras orientações religiosas e ideológicas. Em pontos onde valores comuns estão em jogo – questões éticas, sociais, culturais e políticas –, os esforços colaborativos devem ser encorajados. Todavia, quando se trata de cumprir a tarefa missionária de proclamar e viver o evangelho de Jesus Cristo em todo o mundo, os evangélicos devem ser cautelosos, mantendo padrões bíblicos claros ao formar plataformas e coalizões.

 A posição que articulamos aqui é um reflexo de convicções evangélicas históricas, junto a uma paixão pela unidade entre crentes em Jesus Cristo de acordo com a verdade do evangelho1. As questões que suscitaram a Reforma 500 anos atrás ainda estão muito presentes no século 21 em toda a igreja. Enquanto acolhemos de bom grado toda oportunidade para esclarecê-las, nós evangélicos afirmamos, juntamente com os reformadores, as convicções fundamentais de que nossa autoridade final é a Bíblia e que somos salvos somente por meio da fé.

 _____________________

 [1] Essas convicções fundamentais são expressas em papers oficiais de duas organizações evangélicas mundiais: Fraternidade Evangélica Mundial e Movimento Lausanne. Após abordar temas como mariologia, autoridade na igreja, o papado e a infalibilidade, justificação pela fé, sacramentos e a Eucaristia, e a missão da igreja, este foi o pronunciamento da Fraternidade Evangélica Mundial: “A cooperação na missão entre evangélicos e católicos está seriamente impedida por conta de obstáculos ‘insuperáveis’” (Fraternidade Evangélica Mundial, Evangelical Perspective on Roman Catholicism (1986) in Paul G. Schrotenboer (ed.), Roman Catholicism. A Contemporary Evangelical Perspective (Grand Rapids: Baker Book House 1987) p. 93). A mesma visão é refletida no documento de Lausanne intitulado Occasional Paper on Christian Witness to Nominal Christians among Roman Catholics, de 1980, bem como em uma declaração de John Stott, principal autor do Pacto de Lausanne: “Estamos dispostos a cooperar com eles (católicos romanos, ortodoxos ou protestantes liberais) em boas obras de compaixão cristã e justiça social. É no momento em que somos convidados a evangelizar com eles que nos vemos em um duro dilema, pois o testemunho comum necessita de uma fé comum e a cooperação no evangelismo depende de concordância sobre o conteúdo do evangelho” (Lausanne Committee for World Evangelization. “Lausanne Occasional Paper 10 on Christian Witness to Nominal Christians among Roman Catholics” (Pattaya, Thailand, 1980); John Stott, Make the Truth Known. Maintaining the Evangelical Faith Today (Leicester, UK: UCCF Booklets, 1983) p. 3-4.).



Postado: 31 de outubro de 2016

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