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Jovem cristã surda é expulsa de casa

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Todos têm o direito à verdade

Em 2010, a ONU proclamou pela Assembleia Geral, um dia para lembrar daqueles que têm seus direitos humanos violados. Normalmente, pessoas que fazem parte de grupos minoritários enfrentam mais dificuldades...

Entenda a situação dos cristãos na África

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Mãe e filho enfrentam perseguição

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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Tensão na Nigéria, 23 cristãos são mortos e 18 tiveram suas gargantas cortadas por militantes islâmicos

 Em Musari – Nigéria, os últimos ataques aconteceram depois de suspeitos combatentes do Boko Haram matarem dezenas de pessoas, dentre elas alguns cristãos, cortando suas gargantas


 A Nigéria tem sido palco de muitos conflitos sectários, frequentemente tendo cristãos como alvos. Em Abuja, militantes mataram pelo menos 23 pessoas por desobedecerem a lei religiosa islâmica, conhecida como Sharia, segundo moradores.

 Em 21 de janeiro, atiradores islâmicos dispararam contra um mercado no Estado de Borno matando 18 pessoas. Um comerciante local, Alhaji Abba Ahmed disse aos jornalistas que o ataque ocorreu na aldeia Damboa. "Homens armados, suspeitos de serem membros do grupo islâmico Boko Haram, vieram ao mercado da cidade e mataram 13 caçadores da região, enquanto outras cinco pessoas morreram em consequência dos ferimentos no hospital" disse ele.

 Os moradores disseram que os militantes pareciam ter como alvo os caçadores locais por venderem "carne de caça", como carne de porco e macacos, o que é proibido por muçulmanos locais. Boko Haram, que significa "Educação ocidental é um pecado", ordenou que os cristãos deixassem a região e exortou os muçulmanos para se deslocarem de áreas do sul para o norte.

 O presidente nigeriano, Goodluck Jonathan, que é cristão, foi criticado sobre os planos de implantar cerca de 1.200 soldados, como parte de uma força de intervenção do Oeste Africano para combater militantes islâmicos que ocupam o norte do Mali. Sua intenção é melhorar a proteção aos cristãos, especialmente nas regiões do país dominadas pelo islamismo.

 Os críticos temem que o envolvimento da Nigéria possa inflamar ainda mais a sua própria revolta. No entanto Goodluck Jonathan disse à agência de notícias Reuters que o combate aos "jihadistas" é do interesse da Nigéria por causa das ligações entre seus islamistas e os dos países desertos ao norte, como o Mali.

 Ore pela Nigéria:

 *Para que os cristãos que estão sofrendo ataques e perseguições possam encontrar coragem no Senhor e que não desistam de sua fé em Jesus.

 *Pelas famílias que perderam entes queridos assassinados pelo Boko Haram. Que Deus possa confortar o coração deles com o Seu amor.

 *Para que o governo tenha coragem e força para tomar providências e para que esses ataques terroristas contra cristãos cessem dentro da Nigéria.

 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 12 de fevereiro de 2013

Cristã Indígena enfrenta repetidos ataques na Colômbia

 A jovem tem sofrido ameaças e ataques porque decidiu que seria melhor não se manter em silêncio, mas sim aumentar a conscientização sobre os abusos cometidos contra cristãos indígenas


 "Nós estamos cientes de sua atividade em Bogotá", disse a voz masculina anônima ao telefone. "Estamos mantendo olhos e ouvidos em você, para saber o que você vai dizer."

 A ligação para o celular da líder cristã Arhuaca, Elizabeth Torres aconteceu uma semana antes da mesma falar, no primeiro fórum realizado pela Portas Abertas, sobre os direitos do indígena cristão da Colômbia, em Bogotá.

 Seu testemunho foi para recontar a perseguição cruel que sua família cristã e outras 46 famílias também cristãs da etnia Arhuaca, sofreram por causa de sua fé.

 Cerca de 300 pessoas, incluindo o governo e funcionários encarregados dos direitos humanos, cristãos indígenas e representantes dos meios de comunicação, vieram para ouvir em primeira mão os relatos dos repetidos abusos cometidos contra os povos indígenas que abraçam o Evangelho.

 Elizabeth sabia que sua participação poderia colocá-la em perigo; no entanto, como os outros participantes, ela disse aos colaboradores da Portas Abertas que seria melhor não manter em silêncio, mas sim aumentar a conscientização sobre os abusos cometidos contra os cristãos indígenas.

 No final do fórum, ela embarcou em um ônibus para a viagem de 16 horas de Bogotá para sua casa no norte da Colômbia. Um homem que entrou no ônibus, se aproximou por trás dela.

 "Eu sou uma das pessoas que estão assistindo você," ele disse a ela. "Nós sabemos com quem você estava em Bogotá e o que você está tentando fazer."

 Elizabeth prendeu a respiração e permaneceu em silêncio, orando em voz baixa pedindo a Deus por proteção.

 Uma semana depois, em sua comunidade, dois homens em uma motocicleta a pararam. Eles se identificaram como líderes indígenas da organização que tem atacado cristãos e disseram que ela deveria parar de acusá-los e ao contrário do que vinha fazendo, trabalhar para eles como uma informante. Seu trabalho consistiria em contar-lhes os movimentos, atividades e projetos dos cristãos indígenas. Em troca ela receberia um salário mensal que lhe permitiria viver confortavelmente e apoiar seus pais e sua filha.

 Ela não disse nada, e os homens saíram em sua motocicleta. Com muito medo, no dia seguinte Elizabeth relatou o que havia acontecido ao Ministério Público, culpando a organização tradicionalista indígena se alguma coisa acontecesse com ela ou sua família.

 Em seguida ela mudou seu número de telefone, reduziu suas atividades, e começou a variar sua rota de viagem ao redor da cidade para impedir as chances de ataques físicos.

 Mesmo tendo tantos cuidados, um tempo depois, ela recebeu um telefonema em seu novo número. Um homem jurou para ela antes de lhe dizer que ele e um grupo de pessoas tentaram raptá-la em casa. O que os impediu, segundo ele, foi a presença de cerca de 20 homens uniformizados militarmente ao redor de sua casa.

 "Você acha que isso vai nos assustar? Agora você tem o exército para protegê-la, mas eles não vão estar sempre disponíveis para acompanhá-la", disse ele.

 Eliza ficou chocada. Ela nunca teve qualquer ligação com o exército, apenas orou para que Deus enviasse anjos para guardar sua vida e sua casa.

 "O que aconteceu é que eu tenho um Deus que me protege e que enviou seus anjos para me guardar", ela disse a quem estava ligando. "Você vai ter problemas se continuar me perseguindo."

 O homem lhe disse que ele e seu grupo por várias vezes haviam tentado tomar medidas contra ela, mas simplesmente não conseguiam. "Agora eu entendo que você é realmente uma verdadeira cristã", disse ele. "Mas cuidado, porque outros podem procurar por você e conseguir pegá-la."

 Ela expressou seus temores, por meio de um e-mail, a um trabalhador da Portas Abertas: "Como eu lhe disse, esta é uma luta, mas o Senhor em Sua Palavra nos diz: Não tenha medo. Eu estou com você. E isso é o que eu tenho feito: confiar no Senhor. Mas eu tive que mudar meu número de telefone. Perdoe-me por não ter te ligado, ou me comunicado, mas às vezes eu sinto medo."

 A necessidade de defender

 Desde 2009, a Portas Abertas tem auxiliado Elizabeth e outras famílias a reivindicarem os seus direitos como indígenas colombianos. Devido a erros de interpretação da lei, o Tribunal Constitucional violou seus direitos fundamentais à posse da terra e dignidade.

 O fórum da Portas Abertas no qual Elizabeth participou, "Autonomia e justiça indígena: Licença para violar os direitos humanos?" excedeu as expectativas de ajuda da Portas Abertas.*

 Elizabeth, 23 anos, mãe e estudante de engenharia de sistemas, falou sobre o deslocamento e as práticas de maus tratos que ela e sua família têm sofrido, desde 2006, quando líderes indígenas tradicionalistas detiveram a comunidade de cristãos em massa e os mantiveram sem comida ou água por três dias. Em seguida, os militantes da FARC os removeram à força de suas casas e terras.

 Tanto os guerrilheiros como os líderes indígenas tradicionalistas se opõem à Igreja. Grupos ilegais de esquerdistas armados da Colômbia acreditam que a Bíblia faz uma lavagem cerebral nos cristãos e que os cristãos são informantes para os Estados Unidos e para os governos Colombianos que nunca apoiarão sua revolução. Os tradicionalistas líderes indígenas acreditam que o Cristianismo ameaça tradições ancestrais, e se aliaram com as guerrilhas da FARC ativas na região montanhosa ao norte de Cesar para expulsar os indígenas que abraçam o cristianismo.

 Poucas semanas depois que Elizabeth havia dado à luz, ela, seu bebê e sua mãe, Raymunda, foram presos por uma semana sem comida ou líquido. Depois que elas fugiram, encontraram seu pai, Juan, em uma cidade próxima. A própria prisão de Juan durou três meses, durante os quais ele ficou gravemente desnutrido, perdeu as habilidades motoras e parte de sua visão.

 Eventualmente, as outras 45 famílias que haviam sido expulsas chegaram na cidade de Valledupar, onde se juntaram à Associação dos Indígenas Deslocados, fundada em 2007 para procurar a ajuda do governo local. Mas, apesar desses esforços, a influência de líderes indígenas tem impedido as autoridades civis em Valledupar de ajudar os cristãos. Os líderes argumentam que aqueles que optam pela fé cristã, na verdade, renunciam suas identidades indígenas, perdendo assim todos os direitos tribais e benefícios, incluindo terra, alimentação e educação.

 Algumas famílias optaram por renunciar aos seus direitos como indígenas. Consequentemente, eles trabalham em qualquer emprego disponível para sobreviver em uma cidade onde não podem usar sua língua nativa Arhuaco ou trabalhar em suas ocupações anteriores, como os produtores de café.

 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 12 de fevereiro de 2013

Cristãos são presos após fracasso de um golpe de Estado, na Eritreia

 Relatos sobre o golpe foram recebidos com reações variadas. Alguns observadores temem atitudes repressivas, ainda maiores, por parte do governo, para manter a sociedade sob controle. Cristãos da Eritreia consideram nossas orações de grande valor, enquanto suas circunstâncias continuam incertas


 Horas antes da novidade de um golpe de Estado fracassado chegar à mídia, a Missão Portas Abertas foi informada de uma nova onda de prisões sistemáticas de líderes de igrejas da Eritreia. Ainda não está claro quando essa campanha começou, mas até a publicação, pelo menos dez líderes de igrejas que haviam sido banidos pelo Governo de 2002 foram presos. Cristãos dizem ser esta a campanha mais séria até então.

 Já houve diversas campanhas como esta no passado, mas líderes temem que essa, em particular, é mais séria porque tem como objetivo "erradicar a Igreja subterrânea ao apontar os principais líderes ao redor do país."

 Desde o surgimento de notícias a respeito dessas renovadas prisões sistemáticas, alguns líderes de igrejas tiveram que se esconder, pela segunda vez, em alguns meses. De acordo com fontes confiáveis próximas aos acontecimentos na Eritreia, líderes das igrejas têm permanecido firmes mesmo em meio às pressões.

 Para os cristãos na Eritreia, os últimos meses têm sido como um passeio na montanha-russa. Depois da morte do primeiro ministro da Etiópia, em agosto do ano passado, tensões se elevaram no país. Cristãos testificaram de boatos de novas lutas entre Eritreia e Etiópia depois que a morte de um de seus antigos rivais tornou a situação ainda mais amarga. Houve relatos de que o governo estava transitando rifles para as casas caso uma guerra eclodisse. Alguns cristãos descreveram esses meses de incerteza como suas noites mais escuras enquanto oravam ardentemente pela luz de uma nova alvorada em seu país.

 Essas tensões foram seguidas pela notícia da liberação de 31 estudantes cristãos que estavam sendo mantidos no Centro de Treinamento Militar de Sawa, desde 2006. O grupo de estudantes da Universidade de Mai-Nefhi, incluía 14 mulheres, e os estudantes foram presos após se recusarem a participar contra sua consciência durante danças culturais das celebrações do Dia da Independência.

 Os cristãos testificaram que apesar das dificuldades que eles encontraram nas horríveis condições das prisões, eles não negaram a Jesus. Às mulheres foi oferecida a liberdade em troca de favores sexuais, mas nenhuma cedeu. Todas se mantiveram firmes na fé.

 Na mídia, as reações em relação ao golpe fracassado foram variadas. Relatos indicaram que cerca de 100 soldados marcharam até o Ministério da Informação, e chegaram até o escritório do diretor, que foi forçado a ler uma declaração ao vivo que exigia a liberação de prisioneiros políticos. Depois que o diretor leu a declaração, o sinal foi cortado repentinamente. Como garantia, os soldados levaram a filha do presidente, Elsa, que trabalha no Ministério da Informação, como refém temporariamente.

 Contudo, o New York Times informou que tropas leais ao governo foram capazes de segurar os soldados durante a tentativa de golpe. Depois disso, os soldados renegados foram presos.

 Relatos do Golpe vieram em meio a especulações sobre a deterioração da saúde do presidente Afewerki. Ele viajou para o exterior durante essa última semana para buscar atenção médica devido a uma doença no fígado, mas o departamento de informações oficiais refutou essas especulações, insistindo que o presidente, de 66 anos de idade, está com boa saúde.

 Motivos de Oração

 Ore para que a graça de Deus seja derramada aos líderes cristãos presos na última campanha contra a Igreja. Ore para que Deus continue dando forças para enfrentarem situações muito difíceis.

 Ore pelas igrejas cujos líderes foram presos ou forçados a se esconder. Ore para que Deus levante outros para preencher as lacunas deixadas e que o rebanho de Deus continue a ser nutrido apesar das dificuldades.

 Ore pelo governo da Eritreia. Ore para que Deus possa trazê-los para a fé e salvação em Cristo. Ore especificamente pela salvação do Presidente Afewerki, que foi exposto muitas vezes ao Evangelho.

 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 12 de fevereiro de 2013

Cristãos são ameaçados e presos no Uzbequistão

 Um grupo de policiais, usando máscaras e pistolas automáticas, invadiu a casa de um pastor. Eles perguntaram "você é o Masih?" Masih significa "Messias" - termo usado pela polícia para identificar cristãos. Depois de responder "sim, eu sou" ele foi preso e sua casa foi confiscada



 O número de ataques e prisões de fiéis, no Uzbequistão, aumentou muito, em 2013. Entre eles a prisão de uma irmã, Dilayrom, que é líder de algumas igrejas domésticas. Deixada pelo marido e todos os seus parentes por causa de sua fé, ela está profundamente envolvida na liderança da igreja e tem espalhado o Evangelho entre a população local. Ela havia sido presa e multada cerca de oito vezes nos últimos anos. Desta vez, há poucos dias, depois de uma busca em sua casa, encontrando alguns CDs com seminários sobre a fé cristã, alguns livros e outros materiais, um processo criminal foi aberto contra ela. Isso significa que ela pode ser condenada à prisão por cerca de dois a quatro anos.

 Poucos dias atrás, um grupo de forças da polícia secreta, usando máscaras e pistolas automáticas, invadiu a casa de um pastor em uma aldeia. Quando eles entraram, perguntaram "você é o Masih?" Masih significa "Messias". Esse é o título policial usado para identificar Cristãos.

 Depois que ele disse "sim, eu sou" foi preso imediatamente e sua casa foi confiscada, e apesar de nada ter sido encontrado, e a prisão ter sido feita sem o fornecimento de nenhum documento oficial, ele ainda assim foi preso por acusações falsas feitas por pessoas instruídas pela polícia.

 Casos como este, têm acontecido na mesma aldeia, durante os últimos meses. "Fomos informados que alguns membros da igreja local estão com medo de continuar se reunindo" relatou um colaborador da Portas Abertas.

 O Uzbequistão encontra-se em décimo sexto lugar no ranking WWL 2013 de Países que sofrem severa perseguição religiosa:  Veja aqui!

 Motivos de oração

 * Ore para que os líderes, colaboradores e pastores sejam capazes de lidar com essa situação, porque geralmente as pessoas não são autorizadas para deixar o país.
  * Ore para que sejam capazes de superar o medo e tenham sabedoria em como continuarão se encontrando e espalhando o Evangelho.

 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 12 de fevereiro de 2013

Acampamento para famílias cristãs, no Iraque, supera as diferenças étnicas

 Cerca de 200 crianças cantam, riem e correm em volta do terreno fazendo sons felizes. Nas famílias do Oriente Médio raramente há apenas duas crianças, então, quando são autorizadas a irem em qualquer evento, geralmente superam a quantidade de adultos, de longe.


 Suha*, uma criança de 9 anos é borbulhante e muito animada: "Quando fico sabendo que o acampamento para famílias está chegando eu fico super feliz porque sei que esses dias serão muito legais para fazer novos amigos e brincarmos juntos. Eu sou a única criança cristã, tanto em casa quanto no bairro onde moro".

  O ambiente é acolhedor e descontraído. Ninguém nunca imaginaria que o acampamento atravessa tantas barreiras linguísticas, culturais e denominacionais. Casey, um dos funcionários do acampamento explica: "Os participantes vêm do Norte do Iraque, e eles são de origens étnicas diferentes. Alguns são árabes ou assírios nascidos como cristãos, alguns são curdos e nascidos como mulçumanos. Leva um tempo para aprenderem a amar e respeitar um ao outro, mas aqui no acampamento, nós tentamos viver como uma família: a família dos filhos de Deus."

 No salão principal, as crianças estão correndo de seus pais em um jogo de pega-pega e aprendendo a jogar Frisbee. As crianças mais velhas estão ajudando a mover as mesas e cadeiras que foram deixadas após o almoço, já que um jogo de futebol é o próximo na lista de atividades divertidas planejadas. Mas não é apenas a diversão que atrai as famílias para este acampamento, explica Mohieb, um dos pais:

 "Eu fiquei muito satisfeito na hora devocional do pequeno grupo de oração pois aprendemos a nos aproximar mais de Deus, nesta manhã. Os programas infantis também foram importantes e maravilhosos! As crianças também se sentiram felizes em ter pequenos grupos e eu agradeço a Deus por este ano que foi um tempo incrivelmente especial para minha família e para mim."

 Outro pai de família, que trouxe seus quatro meninos, concorda: "Meus filhos estão muito animados com toda a programação e eu me sinto tão bem em vê-los felizes e encorajados!" A equipe do acampamento tem tido tempo extra para fazer do mesmo uma experiência inesquecível para todos. A brincadeira favorita é aquela em que os homens começam a fazer brincos para suas esposas e as esposas começam a escolher gravatas para seus maridos. Todo mundo se esforça, mas também recebe algo em troca. Casey explica: "Todo mundo está envolvido para arrumar as mesas para o jantar, grupos de cada cidade representada revezam para servir o alimento, mas você também será servido. Nós estamos ensinando o respeito, o amor mútuo, a valorização do próximo de uma maneira real e tangível. Não é assim que Jesus nos ensinou a viver?"

 O calor da tarde está abrindo caminho para o frio da noite. Muitas famílias estão visitando e se sentando na sombra em baixo das videiras, no grande e aberto pátio verde. Há risos, há lágrimas, muitos estão compartilhando as alegrias e tristezas dos últimos meses e orando uns pelos outros. Em um país onde as famílias não tiram férias e principalmente passam o tempo livre em suas próprias casas, essa é uma respiração muito bem-vinda de ar fresco. Uma das senhoras mais velhas de uma igreja em Dohuk explica:

 "Tudo no acampamento é tão diferente do que uma conferência seria normalmente. Os palestrantes foram excelentes e os jogos foram muito divertidos. Também tivemos tempo para falar com Deus e uns com os outros, em vez de apenas ouvir uma pessoa falando por um longo tempo."

 Para Marjam, que foi nessa conferência pela primeira vez, ainda parece incrível que isso seja possível. "Graças a Deus tivemos corações sensíveis uns para com os outros e o amor que eu vi era como eu penso que será no céu. Foi um grande milagre poder sentir tudo isso aqui, sou muito grato por isso. Jesus nos diz para amar e apreciar um ao outro como se nós realmente fôssemos uma família. Isto é o que eu vi no acampamento para famílias! Eu nunca vou esquecer esta experiência e vou orar por mais momentos como esses."

 Motivos de oração

 *Agradeça a Deus pelos cristãos do Norte, que se unem apesar da diferença cultural e abraçam os ex- muçulmanos e curdos como seus próprios irmãos e irmãs do Norte.
  *Agradeça a Deus pelo time de liderança do Acampamento para Famílias realizado pela Portas Abertas e ore por sabedoria e bênçãos de Deus sobre suas vidas.
  *Ore para que os cristãos, que vivem espalhados por toda a área, continuem sendo incentivo uns para os outros através de denominações e culturas, mesmo quando eles voltam para suas cidades de origem.

 *Todos os nomes foram alterados por questões de segurança.

 
 
 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 12 de fevereiro de 2013

Pr. Moisés Lino é escolhido novo missionário da AD em Alagoas

 Pr. Moisés Lino é escolhido missionário da AD Alagoas


Obreiro e família viajam para Argentina no dia 25 de fevereiro, vão se instalar em Colón e abrir trabalho em Jesús Maria

 O pastor Moisés Lino Filho e a família são, oficialmente, os novos missionários escolhidos pelo ministério da Assembleia de Deus em Alagoas. Eles estavam presentes no culto de Santa Ceia, celebrado na noite desta terça-feira (05), no templo-sede da igreja em Maceió, confirmaram a informação e divulgaram que partem para a Argentina no dia 25 de fevereiro, onde devem sequenciar, inicialmente, a obra que estava sendo desenvolvida pelo pastor Damião Teixeira de Araújo e pela esposa, Neidejane.

 Viajam para Argentina o pastor Moisés, a esposa dele, irmã Maria Elba Silva Lino e mais três filhos do casal: Moézio Leivas Silva Lino, Moarly Abnner Silva Lino e Nicolas Endrio Silva Lino. A família vai pela estrada, segundo confirmou o obreiro, para a reportagem do Portal AD Alagoas. “Vamos de carro para levar, também, utensílios domésticos. A previsão é que possamos chegar ao destino em até seis dias”, acredita o pastor Moisés.

 Conforme orientação do pastor-presidente José Antonio dos Santos, os alagoanos vão se instalar na cidade de Colón, na província de Córdoba, distante 220 km de Buenos Aires. O campo nesta localidade está sem um líder, já que o pastor Damião Teixeira retornou a Alagoas há mais de um mês. Além de continuar o trabalho que estava sendo feito, os novos missionários tem mais uma missão: fundar uma congregação na cidade de Jesús Maria, a 820 km de Cólon.

 Revelação da cidade

 A chamada para a obra missionária na vida do pastor Moisés aconteceu há quase 26 anos. Ele relata que Jesus revelou a cidade de Jesús Maria no ano de 1987, em um sonho. Até ano passado, nenhuma indicação oficial tinha sido dada pelo ministério no sentido de escolher novos missionários para Argentina. “Foram vinte e cinco anos da minha vida esperando que se cumprisse o chamado de Deus. O pastor-presidente já vinha tratando do assunto comigo há uns anos, mas nada de oficial”, conta.

 Em 1995, o pastor Moisés diz que estava liderando o campo em Santana do Mundaú e, após uma festividade, ouviu do pastor-presidente indício de que a revelação estaria prestes a se cumprir. “O pastor José Antonio era o pregador e, ao término do movimento, disse que me via fazendo missões transculturais [fora do país]. Eu era militar e professor de colégios em Maceió e São Miguel dos Campos. Minha esposa era professora concursada, trabalhava quarenta horas semanais e deixamos tudo por causa do nome de Jesus”, lembra.

 A certeza da ida

 Há pouco tempo, o pastor Moisés foi comunicado pelo próprio pastor José Antonio dos Santos que a obra de missões o esperava. A pretensão inicial seria enviá-lo para o Pananá, na América Central, “No gabinete, ele me revelou para onde iríamos e perguntou o que eu achava. Fiquei calado, já que tinha a certeza de que ele sabia qual era a minha real chamada”, recorda.

 As conversas foram mudando de rumo e chegou até a Argentina, país que estava na mente do futuro missionário. “Depois de algum tempo, ele me disse que, na verdade, eu iria para Argentina e que mandaria outro depois para o Panamá. E o maravilhoso disso tudo é que ele sabia que era pra Argentina, mas não o nome da cidade que Deus me mostrou em 1987. Quando falou Jesús Maria... meu Deus! O fôlego desapareceu. Deus é maravilhoso”, completa.

 Depois que ouviu o anúncio de que o sonho seria concretizado, o pastor se lembrou dos momentos em que foi tentado a esquecer da chamada. “Ouvi muitas críticas, palavras de desânimo, propostas para mudar de convenção, mas permaneci em meu lugar, pois não tinha dúvidas de quem tinha me chamado. E, agora, chegou a hora de cantar o hino da vitória”. Em novembro, o presidente da igreja o apresentou aos obreiros na reunião ministerial. Na ocasião, ficou referendada a escolha da família para a obra missionária.

 Biografia do pastor

 O pastor Moisés Lino Filho nasceu em 1º de março de 1963. É filho de Moisés Lino Balbino e Antonia Maria Balbino. Casou-se em 08 de junho de 1985 com Maria Elba Silva Lino, com quem teve quatro filhos (além de Moézio, Moarly e Nicolas, é pai de Nicaula Larissa Silva Lino).

 Foi batizado nas águas em 28 de agosto de 1982 e com o Espírito Santo no dia 02 de junho de 1982. Recorda que fora separado ao diaconato em agosto de 1987; ao presbitério, em agosto de 1989; ordenado a evangelista, em agosto de 2003; e a pastor, em agosto de 2010.

 Começou a dirigir congregações em 1990. A primeira foi a do Trapiche da Barra. Depois, passou por Franco Jatobá, Bom Parto e Chã de Bebedouro, todas na capital. Daí, partiu para o campo e liderou Santana do Mundaú, Mata Grande, Anadia, Olho d’Água das Flores, Piranhas e, atualmente, Piaçabuçu.















Fonte:http://www.adalagoas.com.br/
Postado em 12 de fevereiro de 2013

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Vamos orar

 Vamos orar

Terça-feira, 1º de janeiro, Afeganistão (2º) - Ore pela Igreja no Afeganistão; há muitos heróis da fé que permanecem firmes diante da perseguição. Interceda pelos cristãos estrangeiros no país. A opressão é intensa e constante. Peça por esperança, vida, alegria e renovo.

 Quarta-feira, 2 de janeiro, Azerbaijão (25º) - Há um alto índice de desemprego no país. É difícil para os cristãos conseguirem um emprego, por causa disso muitos jovens têm deixado o Azerbaijão, em busca de trabalho. Ore para que aqueles que ficaram no país continuem a servir a Deus com alegria.

 Quinta-feira, 3 de janeiro, Ásia Central (*) - Ore pelos ministérios que trabalham no resgate de mulheres (da prostituição e do tráfico humano). Peça a Deus que use esses ministérios para levar ajuda e cura às mulheres e crianças que foram tiradas deste contexto.

 Sexta-feira, 4 de janeiro, Chechênia/Daguestão (20º) - Continue orando pela estabilidade na região do Cáucaso; diversos atentados à bomba têm acontecido, mesmo em Grozny, capital da Chechênia. No Daguestão, a violência aumenta a cada dia.

 Sábado, 5 de janeiro, Cazaquistão (45º) - Agradeça ao Senhor porque muitas pessoas têm se entregado a Ele; a Igreja continua crescendo no país.

 Domingo, 6 de janeiro, Quirguistão (48º) - Ore especialmente pelos cristãos de algumas aldeias do país. Eles enfrentam muita pressão social, mesmo na hora de enterrar seus entes queridos por causa das hostilidades de religiosos e da sociedade.

 Segunda-feira, 7 de janeiro, Nepal (*) - Os cristãos constituem uma minoria no Nepal e estão vulneráveis a todo tipo de discriminação. As Igrejas (católicas e protestantes) são alvos para militantes do Exército de Defesa do Nepal. Ore para que os cristãos do Nepal estejam preparados espiritualmente para enfrentar e responder a estes desafios.

 Terça-feira, 8 de janeiro, Turquia (31º) - Por favor, ore pelos cristãos turcos de minorias étnicas. Eles enfrentam muita pressão da sociedade. Supõe-se que todo turco seja muçulmano; quando isso não ocorre é considerado uma vergonha para a família e comunidade.

 Quarta-feira, 9 de janeiro, Turcomenistão (18º) - Ore por aqueles que têm a oportunidade de deixar o país, mas decidem ficar para servir à Igreja e à sociedade, muitas vezes tendo que enfrentar a distância de seus filhos e entes queridos que vão embora.

 Quinta-feira, 10 de janeiro, Uzbequistão (7º) - A situação dos cristãos no Uzbequistão é muito difícil. Muitos são monitorados; telefones são grampeados e espiões participam das reuniões de oração. Por favor, ore para que Deus os livre dos espiões e informantes e lhes dê sabedoria.

 Sexta-feira, 11 de janeiro, China (21º) - Os MP4 players, com o áudio completo da Bíblia e uma gama de excelentes livros e sermões, foram muito bem recebidos pelos ex-muçulmanos, e a Portas Abertas tem recebido pedidos por mais materiais e começará a trabalhar em um dispositivo atualizado e mais seguro em janeiro. Ore por isso.

 Sábado, 12 de janeiro, Irã (5º) - As autoridades concederam liberdade ao pastor Youcef Nadarkhani, mas não ao seu advogado Dadkhah. Ele fornece representação legal às minorias religiosas perseguidas no país e foi condenado a nove anos de prisão "por ações e propaganda contra o regime islâmico". Ore pela vida de Dadkhah que ajudou muitos cristãos perseguidos através do Direito.

 Domingo, 13 de janeiro, Península Arábica (*) - Ore ao Senhor por uma verdadeira revolução nos países da Península Arábica. Ore para que os cristãos secretos cresçam na fé e em número, que eles tenham comunhão uns com os outros, e um enorme desejo de compartilhar o evangelho com seus compatriotas.

 Segunda-feira, 14 de janeiro, Israel e Territórios Palestinos (44º) - Graças a Deus pelo 14º Lecha Lech, treinamento de discipulado que aconteceu em 2012. Oito alunos estudaram a Bíblia, fizeram trabalho social e ajudaram várias congregações em Israel com trabalho prático. Ore pela Igreja na Faixa de Gaza, para que ela experimente o cuidado e a proteção de Deus.

 Terça-feira, 15 de janeiro, Marrocos (29º) - Obrigado por suas orações pela unidade dos fiéis, no Marrocos. A Portas Abertas também agradece a Deus por todas as atividades realizadas neste país em 2012.

 Quarta-feira, 16 de janeiro, Mauritânia (14º) - Ore por mais missionários no país. Agora que a segurança está estável, os estrangeiros estão começando a voltar. Ore para que eles sirvam os cristãos locais com verdade, sabedoria e, sobretudo, amor.

 Quinta-feira, 17 de janeiro, Tunísia (35º) - Ore pela situação política no país, há uma grande inquietação, já que aparentemente nada mudou dois anos após a revolução (árabe). Ore também pelos cristãos do sul. Eles se sentem muito sozinhos e pressionados por suas famílias.

 Sexta-feira, 18 de janeiro, Líbia (26º) - Interceda pelos cristãos da África Subsaariana que vivem na Líbia; eles normalmente vivem em condições muito ruins e não são bem quistos pela sociedade. Ore para que eles sejam fortes em sua fé e que sejam sal e luz neste país.

 Sábado, 19 de janeiro, Argélia (23º) - Os líderes da Igreja informaram que, especialmente no Campo, a situação dos cristãos continua tensa, grupos islâmicos são muito ativos e os líderes da Igreja relataram que a violência pode aumentar a qualquer momento.

 Domingo, 20 de janeiro, Iraque (9º) - Ore pela edição do Antigo Testamento em Sorani. Muitos estão com fome da palavra de Deus. Ore para que a Bíblia inteira possa ser impressa nessa língua curda. Peça por sabedoria na revisão e para que seja uma bênção na vida dos alunos.

 Segunda-feira, 21 de janeiro, Síria (36º) - Ore pelos cristãos da cidade de Aleppo. Está muito difícil conseguir comida e água potável suficientes além de um lugar seguro para viver.

 Terça-feira, 22 de janeiro, Líbano (*) - Ore pelos vários canais de multimídia do país que têm a responsabilidade de espalhar a palavra de Deus aos confins do mundo árabe. Ore também pelas pessoas que estão envolvidas na preparação dos programas de TV, para que sejam guiados pelo Espírito Santo e que Ele abra os corações dos espectadores ao evangelho.

 Quarta-feira, 23 de janeiro, Índia (32º) - Ore pelo estado de Karnataka, que foi considerado o local mais perigoso para as minorias religiosas. Clame pela segurança da comunidade cristã como um todo.

 Quinta-feira, 24 de janeiro, Coreia do Norte (1º) - O Inverno chegou na Coreia do Norte. Nessa época do ano se torna mais difícil para os cristãos e não cristãos encontrarem comida suficiente. Ore pela provisão de Deus.

 Sexta-feira, 25 de janeiro, Etiópia (38º) - Uma jovem ex-muçulmana de Siraro, distrito de Oromia, foi sequestrada e forçada a se casar com um muçulmano. Após o casamento, ela conseguiu fugir e relatar o incidente à polícia que está investigando o caso. Mas o marido muçulmano foi à casa do pai da moça e queimou a propriedade com tudo dentro. A família vive escondida e teme por sua vida. Ore por esta família.

 Sábado, 26 de janeiro, Sudão (Norte) (16º) - Ore por todos os novos projetos que são executados em diferentes comunidades cristãs. Ore para que os líderes das igrejas, que aceitaram a responsabilidade pela execução desses projetos, se mostrem mordomos fiéis daquilo que lhes foi confiado.

 Domingo, 27 de janeiro, Norte da Nigéria (13º) - Agradeça a Deus pois, apesar dos desafios enfrentados pela Igreja no norte da Nigéria em 2012, o Senhor a manteve forte e unida para testemunhar.

 Segunda-feira, 28 de janeiro, Níger (*) - A igreja no Níger está enfrentando perseguição e ameaças de extremistas islâmicos do Mali e Norte da Nigéria. Ore para que o Senhor dê aos líderes a graça de incentivar e fortalecer os seus membros.

 Terça-feira, 29 de janeiro, Egito (15º) - A Irmandade Muçulmana está tentando colocar todos os seus homens em cargos relevantes deixando de lado todas as alianças feitas anteriormente. Isso tem causado insatisfação nos salafistas e demais grupos políticos. Ore pela paz no país.

 Quarta-feira, 30 de janeiro, Bangladesh (49º) - No ano passado, a Portas Abertas distribuiu 1.500 exemplares da Bíblia para crianças ex-muçulmanas. Ore para que o amor de Deus esteja arraigado em seus corações e que produzam o fruto do Espírito.

 Quinta-feira, 31 de janeiro, Butão (17º) - As mulheres butanesas, incluindo as cristãs, são vítimas de violência doméstica. Converter-se ao cristianismo motiva seus maridos não cristãos a agredi-lás; muitas vezes elas saem de casa às escondidas para participar do culto de domingo e de outras reuniões cristãs. Lembre-se delas em suas orações; para que o Senhor lhes dê força para resistir à perseguição e crescer na fé para participar do culto de domingo e de outras reuniões cristãs.


 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 02 de fevereiro de 2013

Atualização do caso: Mohamed Ibouène é condenado por proselitismo

 O jovem cristão argelino foi condenado a um ano de prisão e ao pagamento de uma multa de 50 mil dinares argelinos (cerca de 650 dólares), por, supostamente, ter tentado converter um muçulmano ao cristianismo


 Semana passada, a Portas Abertas noticiou o caso de um cristão da Argélia, Mohamed Ibouène, acusado por um colega de trabalho muçulmano de tentativa de conversão. Ibouène havia sido condenado, mas apelou da decisão do tribunal de Bechar.

 Com o auxílio da Portas Abertas, a igreja do qual o jovem é membro contratou um advogado, mas a decisão do julgamento permaneceu inalterada: o veredicto foi confirmado na audiência de cassação, em 23 de janeiro, e ele foi mantido na prisão.

 Ibouène, originalmente do Norte do país (área cristã), era empregado em uma multinacional com sede na cidade de Tindouf, ao Sul. A denúncia foi apresentada por um de seus colegas que alegou estar sendo influenciado por Ibouène a mudar sua fé. O cristão afirmou que a conversa sobre a qual o muçulmano se refere não era nada mais que uma simples discussão sobre Deus e fé.

 Desde 2006, a Argélia tem uma lei que condena os cristãos que pregam os princípios do cristianismo aos muçulmanos (proselitismo) com uma pena de no máximo cinco anos de prisão. Desde que a lei está em vigor, diversos cristãos foram levados ao tribunal. Nem mesmo as pressões da comunidade internacional, incluindo o Parlamento Europeu e ONGs como a Anistia Internacional fez com que o país renunciasse tal lei, o que se consegue, às vezes, é a diminuição da punição estabelecida.

 O caso de Habiba Habiba Kouider, de 42 anos, preso em 2008 por proselitismo, por exemplo, ainda está pendente por causa desta pressão internacional. Ore pela família de cristãos presos por amor à obra de Deus.

 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 02 de fevereiro de 2013

Nos últimos meses, cristãos sofreram ataques seguidos na Índia

 Irritados e agressivos, extremistas hindus restringiram o acesso à água e ameaçaram cortar o fornecimento de rações alimentares caso os cristãos não interrompessem os cultos de adoração a Deus


 A calma e a paz estão cada vez mais precárias a 20 milhas a leste (aproximadamente 32 km) da maior cidade da Índia. Ali, em uma vila rural, hindus atacaram cristãos por duas vezes unicamente por causa de sua fé em Jesus. Em decorrência à violência, as vítimas comprometeram-se a cancelar as reuniões que aconteciam em uma sala de oração.

 O primeiro ataque ocorreu em 30 de dezembro, quando cristãos tribais da etnia Adivasi, que vivem na aldeia de Tamsai, encontraram-se para um culto na Igreja Yehovah Nisih Prayer. Durante a celebração, cerca de 20 hindus invadiram o local, conforme narrou um membro da igreja, Bharat Patel.

 "Ao entrarem, os extremistas gritaram que não há lugar para reuniões cristãs na aldeia e, se quiséssemos orar a Deus, devíamos nos mudar para Mumbai. Eles rasgaram Bíblias e quebraram nossos instrumentos musicais antes de nos bater com brutalidade", relatou Patel. Segundo o cristão, sua orelha esquerda ficou bastante ferida, enquanto três outros membros também sofreram ferimentos graves: um deles, um corte na cabeça. O assalto de uma hora de duração só terminou com a intervenção de líderes cristãos da área, que recolheram as vítimas e as levaram até a polícia para relatar o incidente.

 Em 13 de janeiro, a autoridades policiais organizaram um encontro entre os cristãos e os hindus envolvidos no caso. Os extremistas concordaram em cessar o boicote social aos cristãos, restaurar seu acesso à água e outros serviços comunitários.

 Por sua vez, "os cristãos concordaram em realizar reuniões de oração em suas casas, apesar de possuírem os registros necessários para o funcionamento da igreja e a sala de oração", disse o secretário geral de um fórum cristão local, Joseph Dias, à Portas Abertas.

 A trégua durou um dia

 Em 14 de janeiro, às duas horas da tarde, três mulheres cristãs estavam lavando roupa em um poço público. Perto dali, uma menina de 12 anos de idade carregava um telefone celular, no qual estava tocando uma música gospel.

 Diante dessa situação, alguns moradores iniciaram um protesto alegando que "essas músicas não deveriam estar no limite de sua faixa de audição", contou Dias. Nesse mesmo dia, mais tarde, cerca de 50 pessoas concentraram-se próximas às casas das três mulheres, chamando-as para fora. De acordo com Patel, ao saírem, elas foram terrivelmente agredidas.

 A mãe da menina, que estava entre a multidão que atacava as mulheres, correu para ajudá-la e também foi espancada, disse Patel. Uma das mulheres sofreu contusões e escoriações por todo o corpo e seu rosto ficou inchado. As outras duas sofreram ferimentos leves.

 Joseph Dias também informou que os cristãos foram atacados em Tamsai porque os extremistas hindus não aprovam suas atividades de adoração a Deus, incluindo serviços de cura. Os cristãos, disse ele, se recusam a participar do culto aos ídolos hindus e, mediante a isso, alguns hindus têm descoberto a verdadeira graça que só o Senhor pode dar. Ore pelo fortalecimento desses novos irmãos e pela segurança do Corpo de Cristo na Índia.

 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 02 de fevereiro de 2013

“Talvez eu não ouça a voz do meu marido pelos próximos oito anos”

 Apesar de, no fim da semana passada, até a Casa Branca (EUA) ter pedido a libertação do pastor norte-americano Saeed Abedini, detido no Irã, as autoridades iranianas não cederam à solicitação. Preso desde julho passado, Abedini foi condenado a oito anos de reclusão na prisão de Evin, umas das instituições carcerárias mais brutais do país



 Naghmeh Shariat Panahi disse à Portas Abertas que a última vez que ouviu a voz de seu marido, Saeed Abedini, foi em 9 de janeiro, durante uma ligação de três minutos de duração entre as cidades de Boise, nos EUA, e Teerã, no Irã. Ela não espera ouvi-lo novamente até 2021, a menos que a pressão dos EUA seja capaz de persuadir o governo iraniano a libertá-lo antes.

 "Ele queria ouvir as vozes das crianças", lamentou Naghmeh nesta terça-feira (29), em sua casa, em Idaho. O casal tem uma menina de 6 anos de idade, Rebeca, e um filho, de 4 anos de idade, Jacob. "Depois que aqueles poucos minutos findaram, sabíamos que não haveria mais telefonemas", afirmou ela.

 Abedini, de 32 anos, foi condenado domingo (27), por um juiz do Tribunal Revolucionário, que concluiu que o seu trabalho, de estabelecer igrejas cristãs no país, ameaçava a segurança nacional iraniana. Nativo do Irã, de uma família muçulmana, Abedini converteu-se ao cristianismo em 2000 e, a partir daí, passou vários anos frequentando pequenas igrejas domésticas até que se mudou para os EUA.

 Ele foi preso no Irã, em setembro do ano passado, embora seus advogados norte-americanos aleguem que o cristão tenha firmado um acordo, em 2009, de parar de organizar novas igrejas no país. Desde então, dizem, ele voltou sua atenção para a construção de um orfanato não religioso e, devido a isso, nos últimos anos, fez várias viagens do Irã para os EUA e vice e versa.

 O julgamento começou em 21 de janeiro. Embora ele tenha testemunhado que não havia nenhuma intenção política em compartilhar sua fé, Abedini e sua advogada iraniana foram impedidos de participar do processo no dia seguinte, em que outros cristãos foram chamados para falar sobre o trabalho de Abedini na igreja. Ele foi enviado para a prisão de Evin, no Irã, onde, ao longo dos anos, o país mantém uma lista considerável de presos políticos.

 Segundo Naghmeh Panahi, o advogado de seu marido está preparando um recurso para apelarem da condenação. "A janela de oportunidade não ficará aberta por muito tempo", ressaltou ela.

 "Ao apelarmos da sentença, teremos um tempo limitado para pressionar o governo do Irã sobre o caso", alertou ela. Mas, nem Naghmeh nem Tiffany Barrans, a advogada norte-americana que a representa, acreditam que há muita esperança em convencer o Tribunal Revolucionário do Irã a mudar a decisão de um dos seus juízes mais proeminentes.

 Tiffany Barrans falou à Portas Abertas, terça-feira (29), que o melhor caminho para a liberdade de Abedini é através de pressão diplomática americana. De acordo com ela, os Estados Unidos, que não têm relações diplomáticas com o Irã, podem exercer influência por meio da ajuda de seus aliados no comércio com a República Islâmica.

 Naghmeh contou que o Departamento de Estado dos EUA tem estado em contato regular com ela desde meados de dezembro, para atualizá-la sobre alguns pontos do caso, mas, muitas vezes, para pedir informações quanto ao desenrolar do processo. Antes do julgamento final, Naghmeh Panahi mantinha contato telefônico quase diário com Abedini, que estava sob prisão domiciliar no Irã.

 "A resposta do governo americano, até então, tem sido: não há muito que possamos fazer", disse Naghmeh. "Autoridades afirmam que têm trabalhado pela libertação do meu marido, mas parece que eles estão se arrastando." Ela acrescentou ainda: "Eles disseram que estão preocupados com essa situação toda, mas não há muita informação sobre o que eles estão fazendo de fato.

" Naghmeh lamenta não poder ligar para o seu marido na prisão. Também não pode visitá-lo. "Isso é muito difícil, de partir o coração", disse ela. "Como esposa, minha primeira reação foi de querer viajar e estar lá com o meu marido! Mas, infelizmente, fui ameaçada. Disseram que se eu pisar em um aeroporto no Irã, eu seria presa, e meus filhos ficariam sem mãe e pai.

" Os filhos do casal estão vivendo com Naghmeh e seus pais, em Idaho. A igreja local se reuniu em torno da família, em oração contínua por eles.

 "O maior apoio foi a oração", disse ela. A oração é urgente! "A menos que o tiremos rapidamente da prisão", disse ela, "não vamos ter a chance de libertá-lo nos próximos anos.

" O Irã está na 8ª posição da Classificação de países por perseguição


 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 02 de fevereiro de 2013

Demonstre o seu apoio: participe do Domingo da Igreja Perseguida (DIP)!

 Em pleno século 21, cerca de 100 milhões de cristãos enfrentam hostilidade e perseguição religiosa por seguirem a Cristo. Essa intolerância acontece por meio do governo, da sociedade e, principalmente, da família. A escolha de fé reflete-se em consequências como: encarceramento, agressões físicas e psicológicas, ameaças, desemprego e morte


 Pare e pense: quantas vezes você foi à Igreja, somente nesse início de ano? Poucas? Muitas? Todos os domingos? Alguma vez você foi ameaçado, torturado, lamentou a morte de um amigo ou ente querido que perdeu sua vida por ter escolhido seguir ao Senhor Jesus? Há milhões de cristãos que passam por isso todos os dias. Eles formam o que chamamos de Igreja Perseguida.

 "Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus." Mateus 5.10

  Nosso papel é fazer o que estiver ao nosso alcance para minimizar esse sofrimento tão grande. O trabalho da Igreja brasileira, livre, é divulgar a causa desses irmãos e, juntamente com a Portas Abertas, servi-los como verdadeiros heróis da fé que são.

 Ao chegar a um país, a Portas Abertas procura os cristãos locais e lhes pergunta como pode ajudá-los. Em 95% dos casos, esses cristãos pedem oração. O segundo pedido sempre é por Bíblias, materiais de estudo e treinamento. Será que todos os irmãos da sua Igreja sabem dessa necessidade? Será que todos estão cientes de que muitas famílias cristãs compartilham da mesma fé que suas famílias, mas não da mesma liberdade?

 Você, que lê esse texto, tem agora a oportunidade de fazer algo em favor dos cristãos que foram presos, torturados, perderam seus empregos, vivem de luto por terem a certeza de que não há nada mais importante nesse mundo do que a salvação de suas almas e o evangelho de Jesus sobre suas vidas. Essas pessoas compreenderam o sacrifício do Filho de Deus na cruz e, por isso, não temem a morte. Sabem que nada poderá separá-las do amor de Deus (cf. Romanos 8.35).

 Aceita o desafio de mobilizar mais e mais pessoas em prol da Igreja Perseguida? É muito simples e a Portas Abertas está aqui para te apoiar nessa empreitada: no dia 26 de maio de 2013 vamos te ajudar a promover o  Domingo da Igreja Perseguida (DIP) na SUA igreja!

 UMA CURIOSIDADE

 O Domingo da Igreja Perseguida (DIP) foi criado em 1987, pelo Irmão André (fundador da Portas Abertas) e tem sido realizado no Brasil desde 1988. A data em si varia de ano a ano, pois é marcada no domingo seguinte ao de Pentecostes. Este critério foi adotado porque, segundo o relato bíblico em Atos capítulo 4, o início das perseguições aos cristãos aconteceu logo após a descida do Espírito Santo, com a prisão de Pedro e João. Simbolicamente, portanto, podemos dizer que esta foi a "fundação" da Igreja Perseguida.

 FAÇA PARTE DO DIP

 Tudo o que você precisa fazer é  inscrever sua igreja, ser um organizador do DIP, incentivar o seu líder e o seu pastor a dedicar um tempo nos cultos para falar da Igreja Perseguida. Do lado de cá, nós te auxiliamos com materiais para que você possa apresentar peças de teatro, promover bazares, mobilizar a escola dominical, os jovens, as crianças, levantar ofertas etc.

 Cremos que quando um membro sofre, todos os outros sofrem com ele. Realizar o DIP significa lembrar e agir em favor dessa parte do Corpo de Cristo, em países como Coreia do Norte, Irã, Afeganistão, Eritreia, Nigéria, Colômbia, entre outros.

 Contamos com você! Avise seu pastor e programe-se para realizar o DIP em sua igreja. Não desista! Continue agindo em favor de seus irmãos: torne-se um abençoador para aqueles que precisam permanecer firmes na linha de frente!

 Para inscrever sua igreja clique aqui e aproveite para dar uma olhada no material que disponibilizamos para download. Você só terá acesso ao kit do organizador depois de cadastrar sua igreja!

 "Acredite: ainda hoje muitos cristãos sofrem perseguição por seguirem a Jesus Cristo. Mas por que o povo de Deus tem que sofrer? Porque existe uma batalha espiritual para que o evangelho de Cristo não seja proclamado e aceito. Porque em qualquer batalha há sofrimento, principalmente entre os soldados que lutam na linha de frente". Irmão André Redação: Ana Luíza Vastag

 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 02 de fevereiro de 2013

Sete cristãos coptas são condenados à morte no Egito

Mesmo estando nos EUA, os réus foram julgados e condenados por blasfêmia por sua participação no filme anti-Islã “A Inocência dos Muçulmanos”, que gerou uma onda de protestos em setembro passado ao criticar os preceitos do islamismo e zombar do profeta Maomé


 Nessa terça-feira (29), o tribunal do Cairo confirmou a sentença de pena de morte de sete cristãos coptas por sua participação no filme anti-islâmico “A Inocência dos Muçulmanos”. Divulgado em 11 de setembro de 2012, o vídeo provocou uma série de atos violentos e manifestações contrárias à produção tanto no Egito quanto em países vizinhos.

 Segundo notícia publicada no site da Portas Abertas, em 16 de setembro, o filme foi produzido nos Estados Unidos, por um israelense-americano e liberado por um expatriado egípcio. Entre os defensores do vídeo, está o pastor Terry Jones, que em 2010 provocou uma revolta no Afeganistão após ameaçar queimar o Alcorão, livro sagrado islâmico.

 Em 28 de novembro do ano passado, Terry Jones também havia sido condenado à pena de morte, porém, por decisão do tribunal, sua pena foi reduzida a cinco anos de prisão. "As sete pessoas acusadas foram condenadas por insultos à religião islâmica através da participação na produção e distribuição de um filme que insulta o Islã e seu profeta", disse o juiz Saif al-Nasr Soliman.

 De acordo com notícia da AFP, os tribunais egípcios normalmente condenam à pena máxima casos em que se comprova a blasfêmia e, em seguida, transferem o caso ao mufti (líder islâmico supremo), que dá sua aprovação. A sentença contra os sete coptas e o pastor americano ocorreu após a aprovação religiosa. No entanto, se os acusados regressarem ao Egito (eles estão no EUA), poderão se beneficiar de um novo processo.

 Inicialmente, o governo americano divulgou que manifestações espontâneas contra o filme teriam resultado no ataque ao consulado americano em Bengasi, na Líbia, que causou a morte de quatro funcionários dos EUA, incluindo o embaixador Christopher Stevens. Mais tarde soube-se que o ataque foi uma ação terrorista.

 Na época, líderes cristãos também condenaram o filme. A Igreja Ortodoxa Copta emitiu uma declaração condenando o vídeo como "abusivo" ao profeta Maomé, “realizado por alguns coptas que vivem no estrangeiro", e "rejeitando tais atos que ofendem as crenças religiosas e todas as religiões."

 Fonte:http://www.portasabertas.org.br/
Postado em 02 de fevereiro de 2013

DINAMI: Dia Nacional de Missões

DINAMI: Dia Nacional de Missões

Janela 10/40 O Maior Desafio Missionário da Atualidade.

Janela 10/40 O Maior Desafio Missionário da Atualidade.

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